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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Cão Gourmet: livro reúne receitas de bolos, muffins e até sorvete para pets




A autora Myrian Abicair entre alguns dos seus 30 cães

 
O livro “Cão Gourmet – Receitas Caseiras e Saudáveis para seu Cão” é dividido em três temas: biscoitos, petiscos e refeições. O primeiro capítulo traz receitas como o Cãoduíche (petisco com caldo de legumes light e manjericão), o Biscoito da Jamaica (com melado, farinha de trigo integral, canela e cravo em pó e pimenta-da-Jamaica) e os Bahama Cookies (com creme de amendoim, farinha de arroz e coco ralado).

Já as receitas de refeições incluem pratos com arroz, macarrão, bolo e até sorvete – no caso, geladinhos com pera, melão, melancia e cenoura. Outras sugestões são a Vitamina em Cubinhos (com iogurte natural, blueberry, banana e tahine) e uma sopa de arroz com frango.

De acordo c a autora do livro, a empresária Myrian Abicair, dona do Spa Sete Voltas, em Itatiba (SP), as receitas não foram criadas para substituir as rações, mas sim para complementar os alimentos industrializados e, também, para servir como um mimo para o bichinho de estimação, com itens que podem ser consumidos por ele sem problemas.

Todo o material foi testado na cozinha experimental da CookLovers com a assessoria do veterinário Flavio Ely Toniazzi, membro do Koala Hospital Veterinário.

Ficha técnica
“Cão Gourmet – Receitas Caseiras e Saudáveis para seu Cão”, de Myrian Abicair. 
Preço Sugerido: R$ 74,90 (88 páginas + kit com três cortadores, dois em formato de osso e um de coração). 
Editora CookLovers.





Mais uma 
Campanha de Adoção de 
Animais de Teresópolis

Conseguimos vencer a marca de 100 animais.

Agora são cerca de 95 Peludinhos
que ainda esperam por novos lares.


A cada dia que passa a situação se agrava mais um pouquinho.

A maioria de nossos cães estão desde janeiro confinados.

São mais de 160 dias dentro de pequenos canis.

A maioria não sai para passear pois não 
temos pessoal para essa tarefa.

Cães anteriormente dóceis estão 
ficando agressivos por estresse.

Enquanto não atingirmos o máximo de 70 animais não será possível concluir a mudança para Albuquerque, o que significa reduzir as despesas em 50% ( será apenas um galpão, um aluguel, metade do pessoal de limpeza).

Vamos lá!!

Reta Final !!






quarta-feira, 29 de junho de 2011

ALERTA SOBRE "PROTETORES"... E PARA PROTETORES - SAIBA COMO AJUDAR E O QUE NUNCA FAZER




A luta para resgatar animais e encaminhá-los, de forma responsável, a novos lares, é infinita.

No entanto, nem tudo é o que parece ser. Há pessoas mal intencionadas infiltradas no meio da proteção animal e outras tão péssimas quanto tentando viver às custas dos bichos.

Por incrível que possa parecer aos desavisados ou pouco entendidos no meio da proteção, há pessoas que acumulam animais de forma doentia, sem direito a cuidados mínimos de higiene e saúde, deixando-os permanentemente em estado lastimável.

Há outras que se fazem passar por adotantes e protetores, mas procuram animais (principalmente filhotes pequenos) para fins escusos, como pesquisas pseudo-científicas, treinar pitbulls ou alimentar répteis e aves de rapina.

Saiba como reconhecer um trabalho honesto e decente, que realmente merece ajuda.

1) Procure ajudar ONGs legalmente estabelecidas (não grupos que se dizem ONGs), ou grupos e protetores conhecidos. Se possível, peça referência a amigos que estejam em contato com o meio da proteção, ou busque informações na internet.

2) Desconfie de quem quer ficar no anonimato, e se recusa a prestar maiores informações. Protetor de verdade não se nega a mostrar seu trabalho para quem quer ajudá-lo. Trabalho que tem que ser escondido e ficar na obscuridade é trabalho que não existe.

3) Nunca entregue animais encontrados nas ruas nas mãos de qualquer um. Há pessoas que os usam para inúmeros fins trágicos: treinar pitbulls para rinha, alimentar animais carnívoros, fazer "trabalhos" de magia negra, usar em pesquisas e outras abominações. Desconfie, questione, não se deixe enganar. Você pode estar entregando um animal inocente para a morte.

4) Aliás, protetor de verdade não sai por aí recolhendo animais à torto e à direito. Muito menos fica na internet se candidatando a abrigar animais - ele mesmo os encontra e recebe pedidos de ajuda todos os dias. As ONGS são formadas por um número reduzido de pessoas, e estão sempre endividadas. Nenhuma ONG ou grupo sério de protetores tem uma infraestrutura que lhes permita sair por aí oferecendo seus préstimos. Quem procura animais para abrigar, oferecendo mundos e fundos, geralmente tem outros interesses.

5) A propósito, se você encontrar um animal na rua, e quiser recolhê-lo, leve a um veterinário, castre e anuncie. Não o entregue a
um abrigo ou a um protetor. Dê lar temporário. Não é complicado como se pensa, basta um banheirinho para isolar dos animais que você já tiver em casa. E há dezenas de sites onde se pode anunciar adoções.

6) Prefira sempre ajuda com ração ou medicamentos, nunca com dinheiro. Desconfie de quem passa milhões de apelos desesperados diários, passando sempre a conta bancária para doações, sem nunca prestar contas de nada. Ajude com dinheiro somente os protetores a quem você conhecer e confiar, ou ONGs conhecidas.

7) Procure conhecer pessoalmente o trabalho da ONG ou protetor que você está ajudando. Visite o local, veja se os animais estão sendo alimentados e cuidados, se tem água e comida disponíveis, se os doentes estão sendo medicados. Observe as condições de higiene.
Converse com a pessoa responsável. Veja se lhe parece responsável, se realmente se importa com os animais abrigados.

8) Não dê dinheiro a colecionadores de animais. Um colecionador é aquele que acumula animais sem dar-lhes condições de vida digna. Procure no Google o termo "hoarding" e verá do que estou falando. Essas pessoas, se ajudadas com dinheiro, apenas pegarão mais e mais animais, e os submeterão a um inferno em vida. Se você está realmente penalizado com a situação em que vivem os animais de um colecionador, tire-os de lá. Ou denuncie para um protetor de verdade. Não compactue.

9) Ao doar um animal, não tenha pudores de exigir que ele tenha condições boas de vida. Doe sempre animais castrados, ou mantenha contato com o adotante e cobre dele que o animal seja castrado na idade adequada (caso tenha doado um filhote e sua cidade não ofereça castração precoce). Exija segurança: muros altos e janelas teladas, para que o animal não possa ir para a rua, nem caia de uma janela.

10) Se for possível, procure se filiar a uma ONG ou grupo de proteção animal. Há diversos tipos de filiação, desde se tornar sócio ou apadrinhar algum animal abrigado (com direito a ter sempre notícias e até mesmo visitá-lo) a participar de listas de discussão onde você poderá se manter sempre bem informado.



Ajude, mas com cautela e acima de tudo, com responsabilidade.





Gatos do Rio

terça-feira, 28 de junho de 2011

Gato paralisado recupera com lições de natação


A maior parte dos gatos foge da água a sete pés mas Mog, um gato que ficou com as duas patas da frente paralisadas depois de ser atropelado, em Inglaterra, está a recuperar os movimentos com sessões de hidroterapia.

De acordo com o canal ITN, Mog foi vítima de um atropelamento com fuga em fevereiro deste ano, tendo ficado com as suas patas da frente paralisadas.

Os veterinários disseram a Veronica Ashworth, dona de Mog, que o animal ficaria paralisado devido às lesões dos nervos das patas. Mas um veterinário de Cornwall (Inglaterra), zona onde residem, sugeriu que algumas sessões de hidroterapia podiam ajudar.

Ashworth decidiu então levar o seu gato ao centro de hidroterapia canina de Hawksland, Cornwall. Apesar de “aterrorizado”, Mog acabou por aderir ao tratamento e após 10 sessões já recuperou a força numa das patas.

Em declarações ao Daily Mail, Veronica Ashworth admitiu que “a maior parte dos gatos faz tudo para evitar a água, mas ele parece gostar da natação e leva(a terapia) muito a sério”.










Fonte:http://www.boasnoticias.pt

Camelô cria cadeira de rodas para cão voltar a andar



Para ajudar o mascote, que perdeu os movimentos nas patas, dono inventou objeto


Há quatro anos, o vira-lata Spike foi atropelado por um carro e ficou sem movimentos nas duas patas traseiras. Sem boas perspectivas, um veterinário quis sacrificá-lo, mas o dono, o camelô Orlando Júnior, não deixou.

A construção deu tão certo que atualmente Spike vai trabalhar com Orlando e é sucesso no bairro onde mora, no Rio de Janeiro Fonte: (RJ).

Orlando improvisou um carrinho, parecido com uma cadeira de rodas, para que o cão voltasse a ter um vida normal e pudesse andar.

Quer conhecer o dia a dia deste mascote? Veja o vídeo abaixo!







Fonte: ttp://entretenimento.r7.comhttp://entretenimento.r7.com

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A mata, minha casa

 
ANTES

Artigo de José Renato Nalini.



Este ano de 2011 é importantíssimo para o Brasil. Está em pleno curso um projeto que mutila o Código Florestal. Dentre outros absurdos, praticamente acaba com a reserva legal, o mínimo de mata virgem a ser preservado ou espaço deteriorado a ser regenerado; anistia todos os que desmataram até 2007; faz escancarada opção pela destruição do que resta de mata virgem.

É um evidente retrocesso, incompatível com a promessa do constituinte ao redigir um artigo 225 da Constituição que foi considerado um dos mais belos dispositivos insertos em pactos fundantes em todo o mundo. Retrocesso inadmissível para um Brasil que sediou a Eco-92 e que se prepara – sem o mesmo entusiasmo – para sediar o encontro Eco + 20 no ano que vem.
O movimento orquestrado conseguiu congregar o esquerdismo e o ruralismo de extrema direita, o que é ao menos interessante. Em nome do “progresso”, legitima-se a devastação, como se o país já não tivesse áreas destinadas à agricultura que, hoje ociosas, poderiam servir a incrementar a produtividade, sem necessidade de reduzir ainda mais os fragmentos de mata atlântica ou de outros biomas protegidos ainda restantes. A batalha hoje travada se presta a rememorar o episódio Davi versus Golias.
De um lado, o capital inclemente, a deturpação do ambientalismo, a urgência em prestigiar o dinheiro, em desfavor do ambiente. O milagre seria o convencimento dos parlamentares, para que pensassem no futuro. O que dirão as futuras gerações de uma sociedade que não preservou o patrimônio natural, por elas não construído, mas destruído numa rapidez que não encontra paralelo na história da civilização? Do lado do bem está a Igreja, cuja campanha da fraternidade contempla os maus-tratos perpetrados à natureza.
Deus queira as crianças se motivem a forçar seus pais a refletirem sobre a seriedade deste momento. Elas são puras, ingênuas e enxergam a realidade com olhos que já não temos. Minha geração, inconsciente e irresponsável em relação à natureza, fez os estragos que o planeta nunca antes havia experimentado. À espera do milagre, mandemos a floresta brasileira à próxima degola.
José Renato Nalini, desembargador da Câmara Reservada ao Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de São Paulo.
(As opiniões dos artigos publicados no site Observatório Eco são de responsabilidade de seus autores.)

DEPOIS

  Fonte:  http://www.observatorioeco.com.br



domingo, 26 de junho de 2011

Parabéns pelo dia de HOJE

Hoje é Domingo
Pé de Cachimbo
Cachimbo é de Ouro
Vale um Tesouro
A Gente é Fraquinha
Cai no Buraco
O Buraco é Fundo
Acabou-se o Mundo

Para nós, UM BOM DOMINGOOOOOO ! ! ! !

Infelizmente não encontrei os créditos, mas deixo aqui os nossos agradecimentos ao autor pela sensibilidade, pela beleza, pela técnica, pelo trabalho, por tão belas imagens.

Apreciem sem moderação
















Cão com quatro patas protéticas



O primeiro cão a ser equipado com próteses nas quatros patas está prosperando com a sua mobilidade. Projetadas e montadas por Martin Kaufmann da Orthopets, as próteses têm permitido que Naki'o, que perdeu suas patas, possa mover-se livremente, correr, saltar e até mesmo brincar com outros cães. 

Naki'o foi abandonado ainda filhote quando seus donos tiveram a casa hipotecada em Nebraska (EUA). Durante o inverno, ele pisou em uma poça de gelo no porão da casa e ficou com as patas presas na água congelada. Com queimaduras graves, Naki'o e o resto da ninhada foram transportados para um centro de resgate de animais. O veterinário técnico Christie Tomlinson adotou Naki'o, e arrecadou os fundos necessários para a compra das próteses para suas patas.

As próteses são projetadas para replicar a estrutura óssea e muscular dos membros naturais do cão, e assim permitir que ele faça tudo o que um cão normal seria capaz de fazer.










o Gato





Para abençoar nosso Domingo...


Vem cá, meu gato, aqui no meu regaço;
Guarda essas garras devagar, 
E nos teus belos olhos de ágata e aço 
Deixa-me aos poucos mergulhar.
Quando meus dedos cobrem de carícias 
Tua cabeça e o dócil torso, 
E minha mão se embriaga nas delícias 
De afagar-te o elétrico dorso,
Em sonho a vejo. Seu olhar, profundo 
Como o teu, amável felino, 
Qual dardo dilacera e fere fundo,
E, dos pés a cabeça, um fino 
Ar sutil, um perfume que envenena 
Envolvem-lhe a carne morena.


 Charles Baudelaire



 

sábado, 25 de junho de 2011

90% dos animais silvestres ilegais morrem depois de capturados



silvestre
Cerca de 90% dos animais silvestres morrem logo depois de retirados de seu habitat, conforme dados do IBAMA. 

O órgão faz campanha nas rodovias que ligam Brasília à Região Nordeste para orientar a população sobre a importância de se manter o animal na natureza e coibir o tráfico e comércio ilegal no país.

‘Estamos fazendo a campanha para mostrar que não é interessante comprar animal silvestre em viagens e mantê-lo em casa sem autorização. Isso é crime ambiental’, diz o chefe de fiscalização do Ibama do Distrito Federal, Hugo Brito.

Segundo o técnico, os animais que aparentam comportamento amigável são os preferidos no momento da compra. Micos, papagaios, araras, peixes ornamentais estão entre as principais espécies vendidas ilegalmente.Entretanto, ele explicou que o animal é embriagado para parecer manso. 

‘A pessoa que está comprando é praticamente cúmplice de um crime ambiental. Os danos que isso traz ao ambiente são muito grandes’, afirmou.

Quem for pego com animais silvestres pode receber multa no valor de R$ 500 por item apreendido. No caso de animais silvestres que constam na lista de extinção, a multa sobe para R$ 5 mil.

Brito informou que não é apenas a compra do animal que configura crime ambiental. Adquirir parte dele, como carne de caça ou simplesmente uma pena que enfeita um brinco, também são exemplo do delito.

As penas que o pássaro soltam não são viçosas e bonitas para o artesanato. Essa pena ou foi arrancada de um exemplar vivo ou esse animal foi abatido para que essas penas fossem retiradas.’

Brito apontou outra preocupação conseqüente do comércio e tráfico ilegal de animais silvestres: as doenças que podem surgir a partir de microorganismos presentes no animal, sendo que muitas delas ainda não foram catalogadas. Como exemplo, citou o vírus da hantavirose, que há seis ainda não havia sido diagnosticado em áreas urbanas.

Durante os dias de divulgação da campanha ‘Viagem é o Bicho. Mas sem Bicho’, o agente do Ibama informou que o trabalho será apenas de educação, mas que, passado esse período, serão feitos monitoramentos com aplicação de multas. 

‘Depois de passarmos o conhecimento para o pessoal, a gente tem a obrigação de fazer a autuação daqueles que insistem em comprar e manter o animal em casa.’

*Com informações da Agência Brasil

Bebês que crescem com animais de estimação desenvolvem menos alergias a eles



Segundo uma nova pesquisa, bebês que convivem com cães e gatos são menos propensos a desenvolver alergias aos animais mais tarde na vida.




Os pesquisadores coletaram informações de 566 crianças e seus pais sobre a exposição das criançasaos animais de estimação e seu histórico de alergias. Além disso, quando as crianças completaram 18 anos, eles tomaram amostras desangue e as testaram para certas proteínas do sistema imunológico (conhecidas como anticorpos) que lutam contra alérgenos de cães e gatos.

As crianças que cresceram em lares com gatos tinham cerca de metade da probabilidade (48% mais baixa) de serem alérgicas a eles quando adolescentes. Crescer em torno de um cãozinho reduziu o risco de alergias ao cão por aproximadamente a mesma quantidade para os meninos (50% mais baixo), mas não para meninas; uma descoberta que os pesquisadores não conseguiram compreender.

Os cientistas sugerem que as meninas talvez não desenvolvam a mesma imunidade que os meninos porque interagem de forma diferente com os cães; mas é só um palpite.

A pesquisa mostrou que estar exposto aos animais de estimação após o primeiro ano de vida não parece ter qualquer efeito sobre o risco de alergias, o que indica que o tempo pode ser tudo quando se trata de prevenir alergias.

Embora os cientistas não possam dizer com certeza, suspeitam que a exposição precoce a alérgenos e bactérias relacionadas a animais domésticos fortalece o sistema imunológico. O corpo se habitua aos alérgenos, e ajuda a criança a construir uma imunidade natural.

“A sujeira é boa”, diz a pesquisadora Ganesa Wegienka. “Se o sistema imunológico estiver ocupado com exposições no início, fica longe do perfil imune alérgico”.

Esse não é o primeiro estudo a achar que ter um animal doméstico pode proteger as crianças de alergias, mas é o primeiro a acompanhar as crianças até que elas alcancem 18 anos. Os estudos anteriores tiveram resultados mistos.

Alguns chegaram a ligar a exposição a cães durante a infância a um risco aumentado de alergia, por isso é muito cedo para recomendar um cão ou gato para afastar alergia em seu filho. Pela mesma razão, não se livre de seu animal de estimação quando tiver um filho, achando que o bicho vai provocar alergias.

“No final, provavelmente vamos descobrir que existem períodos de oportunidade, quando a exposição aos alérgenos, para algumas pessoas, vai ter um efeito protetor”, afirma o especialista em alergia e imunologia, David Nash, que não participou do estudo.

Além disso, é possível que outros fatores, além de ter um cão ou gato, influenciem o risco de alergia. Por exemplo, embora os pesquisadores tenham levado em conta o fato de os pais das crianças serem alérgicos ou não, eles não perguntaram por um histórico familiar mais amplo de alergias ou outros problemas de saúde. Pode ser que as crianças geneticamente predispostas a alergias simplesmente sejam menos propensas a crescerem em lares com animais.
 http://hypescience.com/bebes-que-crescem-com-animais-de-estimacao-desenvolvem-menos-alergias-a-eles/
Fonte: Hype Science 

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Gatos "rosados" são achados em fábrica na Grã-Bretanha




Quatro filhotes de gatos com pelo rosado foram encontrados em uma fábrica de concreto no sul da Grã-Bretanha, informou a ONG Cats Protection. Os funcionários da ONG acreditam que a coloração rosada dos gatinhos se deve a algum pigmento colorido usado na produção de concreto.

"Vemos gatos de muitas cores e tamanhos, mas este é um caso inédito para nós", disse Claire Rowe, gerente da Cats Protection. "Começamos a limpá-los, mas achamos que vai demorar um pouco até que recuperem sua coloração original."

Ela adverte que donos de gatos nunca devem colorir seus pelos, já que isso pode ser prejudicial à saúde dos animais. Os filhotes, que parecem ter sido abandonados por sua mãe, já receberam nomes: Pink Panther (Pantera Cor-de-Rosa), Clouseau, Dusty e Cerise.

Eles agora estão sob os cuidados da organização e devem ser colocados à adoção dentro de um mês.




Vemos gatos de muitas cores e tamanhos, mas este é um caso inédito para nós, disse Claire Rowe, gerente da ONG Cats Protection  Foto: Lee Tucker/Cats Protection/BBC BrasilOs filhotes já receberam nomes: Pink Panther (Pantera Cor-de-Rosa), Clouseau, Dusty e Cerise  Foto: Lee Tucker/Cats Protection/BBC BrasilComeçamos a limpá-los, mas achamos que vai demorar um pouco até que recuperem sua coloração original, disse Claire Rowe, gerente da ONG  Foto: Lee Tucker/Cats Protection/BBC Brasil

Os filhotes estavam em uma fábrica de concreto, e uma pigmentação do local deu a eles a coloração rosa
Foto: Lee Tucker/Cats Protection/BBC Brasil

Fonte:
BBC Brasil - BBC BRASIL.com 

Sobrevivendo à perda do Animal Querido


 por Martha Follain




Dói muito.

Você sente verdadeira dor física. 

Um buraco negro, no centro do seu peito, que era ocupado com alegria, amor e felicidade. Agora há um vazio, apenas preenchido com mais vazio. 

Você sofre por dias, e quando pensa que já verteu todas as suas lágrimas, encontra um pratinho dele (a), uma bolinha, “percebe” um movimento no canto do quarto... e as lágrimas rolam de novo. 

Mas um dia, finalmente, você aceita o vazio e seus olhos começam a secar assim como seu coração começa a tornar-se menos dolorido. “Eu nunca, NUNCA vou substituí-lo”,  você declara veementemente, quando amigos, timidamente, tocam no assunto. 

Eu poderia estar falando da dor da perda de um cônjuge, de um filho, etc. – mas falo do sofrimento da perda do animal amado – a dor é a mesma. 

Quem teve um animal e o perdeu, sabe do que estou falando. Estou falando sobre a perda daquele que, talvez, tenha sido a criatura que mais o amou, incondicionalmente, na face da Terra. 

“E daí? Era só um animal. Supere!”. 

Muitos amigos não serão grosseiros externando essa opinião, mas você sente estas palavras não faladas.

Abaixo, uma pequena relação do que você deve ou não deve fazer, para amenizar a dor da perda de seu bichinho:

- Permita-se chorar. Segurar as lágrimas só acumulará toda essa emoção dentro de você, onde ela crescerá, antes de emergir, talvez em um momento inesperado;

- Não tente passar por esse sofrimento sozinho. Se você tem filhos, não pense que o fato é “forte” demais para eles. Sente com as crianças e diga: “Estou triste porque o Pipoca morreu – vocês também estão?”. E deixe a conversa fluir. Você não só se ajudará, como auxiliará suas crianças a desenvolverem ferramentas emocionais para começarem a lidar com o assunto morte;

- Organize um álbum de fotos, uma caixa de memórias (objetos, fotos, etc.), um memorial online, etc. Isso conforta muito;

- Converse com amigos empáticos ou familiares, preferencialmente aqueles que possuem animais de estimação;
- Não pense que nunca mais você amará outro animal;

- Concentre-se naquilo que o faz feliz. Muitas vezes, nesse processo, você se esquece de apreciar completamente a beleza em torno de si. Procure não pensar só em sua tristeza e sua perda;

- Compartilhe seu tempo e amor, com alguém que você ame.Se tiver outros animais, passe um tempo adicional com eles. Eles podem estar sofrendo também a mesma espécie de sentimentos de perda que você, e irão apreciar saber que você não os está abandonando;

- Respeite seu tempo de luto, porém continue apreciando o perfume das flores, um glorioso pôr do sol, ouvindo música, vendo um bom filme, ou lendo um livro. Por mais que você não queira encarar, a vida continua, enquanto o tempo cura suas dolorosas feridas.

Tradução livre do texto em inglês de Franny Syufy - About.com Cats Guide, por Martha Follain




Martha Follain
Formação em Direito, Neurolingüística, Hipnose e Regressão, Terapia Floral de Bach, Aromaterapia, Terapia Floral de Minas, Fitoterapia Brasileira, Cromoterapia,
Cristaloterapia, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Terapia de Integração Craniossacral - para animais humanos e animais não humanos.
Consultora da Phytoterápica.