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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

TERESOPOLIS

TERESOPOLIS

 Pessoal 

Amanhã Tony, Rosely, Jackeline (VET), Patricia (VET), Priscila (nossa super-mega-ultra estagiária), alguns voluntários e eu estamos partindo para ajudar Bebete nos resgates. 

Quem quiser mandar ajuda é só falar.

Necessidade mais urgente: potes, panos, coleiras, antibióticos e antiinflamatórios. Ração. pastinha A/D ou Recovery. 

QUEM TEM CONVÊNIA (ANTIBIÓTICO DE DOSE ÚNICA) PARA DOAR?????

À noite ou domingo, pela manhã daremos notícias.


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

As CHUVAS no Rio de Janeiro e os ANIMAIS

Como deve ser do conhecimento de todos, um grande temporal cai e vai continuar caindo, por mais alguns dias, na Região Serrana do Rio de Janeiro.

Itaipava e Teresópolis são sede de três protetores.

Itaipava: GAPPA
Teresópolis: Abrigo da Serra e Bebete Filpi

Todos sofreram grandes danos, todos perderam animais.

A tragédia é semelhante para todos: muros arrastados, canis destruídos, animais mortos e feridos, alguns em estado bem grave.

O acesso é difícil.

A mídia só informa os problemas enfrentados pelos humanos.

Somente hoje mostraram uma senhora sendo resgatada com o cãozinho no colo e o animal sendo arrastado pela correnteza.

Segue os dados que consegui coletar dos Protetores da Região:

GAPPA – Itaipava

O Lar Provisório que possuímos no Vale do Cuiabá foi invadido pelas águas e muita lama, o que, infelizmente, resultou na perda de muitos animais que ali se recuperavam ou aguardavam adoção. E pior, ficará sem poder ser utilizado por muito tempo, tão grandes foram os estragos.
Postamos no YouTube um video mostrando um pouco da situação na ponte que dá acesso à nossa casa, pouco depois das águas baixarem. 

Carlos Eduardo da Cunha Pereira
Coordenador de Atividades
GAPA-MA
www.gapaitaipava. org.br


Abrigo da Serra
Os canis foram destruídos pela chuva e pelo vento, e muitos animais ficaram gravemente machucados...alguns estão com cortes muito profundos e estão gritando de dor... Provavelmente estão com traumatismo. 

Eliane T. M. Leão (tel: 21-9533.2956)
BaNco do Brasil
Ag. 0741-2
Conta Corrente: 39911-6

Cristiane Gonçalves da Silva - Veterinária responsável - Clínica Meu Xodó (tel: 21- 2644.4253)
Banco do Brasil
Ag. 0741-2
Conta Corrente: 33437-5


Bebete Filpi
Mais de 500 animais, entre cães, gatos e outros animais... o muro do canil está caindo, e o rio passa ao lado. Se este muro cair, mais cães irão morrer.

Maria Elizabete L. Filpi 
Banco Itaú 341 
Agência 7037 
C/C 01416-9 
CPF: 402.923.807-63 
. 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Pet de presente?


Pense muito antes de presentear alguém com um bichinho; ele pode acabar abandonado




09_pet_de_presenteConverse muito com seus filhos antes de optar por dar um pet de presente
Crédito: Wsilver
É encantador observar a reação de uma criança quando ela encontra um pequeno filhotinho sob a árvore de Natal. Mas a felicidade pode durar pouco. O tempo suficiente para abrir outro presente, ou até a criança descobrir que tem que dar água, alimentar, limpar o cocô, passear e dar atenção ao cachorrinho, gatinho, hamster, ou qualquer outro animal de estimação.

Por isso, pense três vezes antes de decidir presentear alguém com um pet. Dar um bicho de estimação de presente só é recomendado se o presenteado deixar claro que quer ter um bichinho. Não dê o animalzinho só porque você acha bonitinho e imagina que a pessoa vai adorar a lembrancinha. Lembre-se que pets não são descartáveis, não têm um botão de liga/desliga, e não podem ser simplesmente deixados de lado, como um brinquedo que saiu de moda e perdeu toda sua graça.

Eles precisam de ração, água limpa, veterinário, medicamentos, brinquedinhos, entre outras tantas despesas inesperadas, já que podem ficar doentes. Fora passeios, atenção e muito carinho.

Comprar ou adotar um bichinho requer planejamento e muita conversa, principalmente com as crianças. É necessário explicar sobre as despesas, a responsabilidade, e o carinho que o animal precisa. Também vale ressaltar que um bicho não é um brinquedo. E até perguntar se a criança doaria parte de sua mesada para ajudar nas despesas com o pet.

Tudo isso porque de dezembro a fevereiro, abrigos e ONGs registram um aumento significativo no número de pets abandonados nas ruas. O abandono é resultado principalmente de presentes indesejados e viagens no período das férias, Natal, Ano Novo e carnaval.


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Gata de 39 anos pode ser a mais velha do mundo

Lucy ficou surda devido a idade avançada, mas ainda adora caçar ratos no jardim de casa

Lucy continua ativa, apesar de seus quase 40 anos - Reprodução/ MetroLucy continua ativa, apesar de seus quase 40 anos
Crédito: Reprodução/ Metro


O caso parece praticamente impossível, mas nada impede de ser mesmo real. A gata Lucy, do País de Gales, está concorrendo ao posto de maisvelha do mundo. Sua idade? Incríveis 39 anos! De acordo com o jornalDaily Mail, apesar das quase quatro décadas de vida a bichana permanece muito ativa e adora perseguir ratinhos no jardim de casa.

Em entrevista à publicação, Bill Thomas, atual dono do animal, disse que herdou a gata da avó de sua esposa, Maria Lewis, em 1999, quando a senhora faleceu. A descoberta da idade de Lucy, no entanto, veio à tona apenas quando a irmã de Maria veio visitar o britânico e sua mulher, e acabou reconhecendo a gatinha.

“A tia-avó de minha esposa conseguiu se lembrar de Lucy ainda filhote, na época em que Maria tinha uma lanchonete, em 1972”, contou Bill. “Sabíamos que a gatinha era idosa, mas não fazíamos ideia de quanto”.

Segundo especialistas, a idade de Lucy equivale a 172 anos humanos, lembrando que o tempo médio de vida de um gato é de 15 anos. Apesar do caso parecer impressionante, o atual dono do posto de felino doméstico mais velho do mundo é Creme Puff, que faleceu aos 38 anos, no Texas, EUA. Diante do feito, nada mais é impossível!

ACUPUNTURA VETERINÁRIA


foto: Meire Martinez


A acupuntura é o recurso terapêutico da Medicina Tradicional Chinesa mais conhecido no ocidente.

O tratamento baseia-se na teoria dinâmica do fluxo de energia, a qual postula que o Qi ou energia vital flui de forma contínua pelo corpo por caminhos e rotas específicas, conhecidas comoMeridianos.

Tal fluxo é restabelecido pela estimulação de pontos espalhados por estes meridianos com o uso de Agulhas, Moxa, Estímulos Elétricos, Laser, entre outros.

No contexto ocidental, a acupuntura mostrou ser benéfica para o tratamento de diversas patologias, dentre as quais podemos citar na veterinária:

• Osteoartrites;
• Displasia coxo-femural;
• Doenças da coluna;
• Seqüelas de cinomose;
• Paresia ou paralisia secundária a injúrias medulares;
• Recuperação pós-cirúrgicas; entre outras.

Vale a pena enfatizar que esta terapia funciona como qualquer outra, não podendo reverter danos teciduais já estabelecidos.

“A acupuntura deve ser vista como uma medicina Complementar, e não Alternativa”.

Bases Científicas

• Pontos de Acupuntura:

- Epitélio mais delgado (modificação das fibras de colágeno da derme);

- Áreas que contém altas quantidades de terminações nervosas, capilares, vênulas e vasos linfáticos;

- Baixa resistência à condução elétrica.

Mecanismo de Ação

• Transmissão do estímulo da agulha por um mecanismo semelhante ao da dor;


• Fibras que carreiam informações não dolorosas ? sinapse na medula com interneurônios ? “fecham” os portões para a dor ascendente.

“O uso da Acupuntura nas clínicas e hospitais não deve ser visto como um custo adicional e sim, como uma maneira de se tentar diminuir o custo com medicamentos e internação”.

“Esta terapia é complementar à Medicina Ocidental, e auxilia, portanto no processo de cura além de melhorar a qualidade de vida do animal”.

Dra. Patricia Rabello
Especialista em Acupuntura Veterinária

Fonte: www.greepet.vet.br

OBESIDADE EM ANIMAIS DOMÉSTICOS E OS FLORAIS DE BACH


foto: Guto Martins

“ A resignação, que nos converte em meros passageiros desatentos na jornada da vida, abre-nos as portas a influências adversas incalculáveis e que nunca teriam oportunidade de entrar se vivêssemos o cotidiano com espírito de alegria e de aventura. Qualquer que seja a nossa condição, a de trabalhador numa cidade populosa ou a de pastor solitário nas colinas, esforcemo-nos em converter a monotonia em interesse, o dever aborrecido em uma alegre oportunidade para uma nova experiência e a vida cotidiana num intenso estudo da humanidade e das leis fundamentais do Universo .” - Edward Bach.

A obesidade não é apenas um problema humano.

Os animais domésticos estão ficando cada vez mais gordos. Cerca de 40 % dos cães levados às clínicas veterinárias, sofrem de obesidade.
Obesidade, por definição , é um acúmulo excessivo de gordura no corpo.
Os animais podem sofrer de obesidade fisiológica – devido a alimentos impróprios para seu consumo e falta de atividades físicas – ou patológica – que são as disfunções hormonais.
A primeira causa da obesidade é a superalimentação - alimentação rica em gorduras e carboidratos – doces, restos de comida, etc. ( causa fisiológica ).
25% dos cães sofrem de disfunções hormonais e 15% têm a obesidade do estresse ( solidão ou carência de atenção).
A obesidade apresenta maior incidência em animais adultos e idosos, sendo mais comum em fêmeas (do que em machos) e em animais castrados.
A obesidade pode levar a outras patologias : diabetes, problemas cardíacos e pulmonares, problemas de coluna, problemas ósseos, etc.
O excesso de peso é uma condição debilitante da saúde e, que deve ser corrigido pela prescrição de ração light pelo médico veterinário e exercício físico, também orientado pelo veterinário (o sedentarismo estimula o ganho de peso ).


Florais de Bach

O Dr. Bach, médico inglês, desenvolveu uma medicina natural para tratar a saúde mental, emocional e espiritual, descobrindo 38 essências florais que são essências preparadas a partir de flores, arbustos e plantas que crescem espontaneamente, cada uma para um estado emocional específico.

Os florais de Bach atuam através do tratamento do indivíduo (humano ou animal) e não da doença ou dos seus sintomas. Os florais tratam os estados de alma negativos, os quais não são “combatidos” pois, isso lhes conservaria a energia. Os estados negativos de alma são inundados por ondas de energias harmoniosas. Segundo o Dr. Bach essas energias negativas, com a vibração das essências, “ se derretem qual neve à luz do sol .”
Os florais de Bach começam a atuar no corpo sutil, vão atravessando as várias camadas até chegar ao corpo físico, mais denso, melhorando a qualidade de vida da pessoa ou animal.

Os florais não são alopatia, nem homeopatia nem fitoterapia. São uma terapia energética, vibracional, podendo ser usada com quaisquer outras terapias, com quaisquer outras medicações.

As descobertas do Dr. Bach representam uma abordagem revolucionária no campo da recuperação da saúde física, mental, emocional e espiritual. Não importa qual seja a doença manifestada no corpo físico ou mental ou emocional ou espiritual – a causa primeira dessa condição pode ser erradicada .

Os remédios do Dr. Bach podem ser aplicados, eficazmente , na maioria das circunstâncias.


Florais indicados para animais que têm tendência a desenvolver obesidade.

Essa lista não é um guia – é , meramente, uma sugestão. Consulte o terapeuta floral:
- agrimony
Para tratar tormento interior. O animal, não demonstra pela aparência ou pelo comportamento, o sofrimento ou a aflição mental ou física. Agrimony ajuda a tratar os vícios – nos animais, comer demais.
- gorse
Trata a desesperança. Desânimo. Para tratar animais obesos.
- rescue
Trata o estresse, o sofrimento e a tensão, relaxando, restituindo a calma e fazendo o animal sentir-se seguro.


Dra. Martha Follain
Colunista do site GREEPET. Formada em Direito. Especialista em Florais de Bach para animais e humanos pelo Instituto Bach. Possui ainda formação em Aromaterapia, Florais de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Terapia de Integração Craniossacral, Psicoterapia Hoística, Neurolingüística, Master Practitioner, Hipnose, Regressão e Reiki. CRT: 21524

Fonte: www.greepet.vet.br

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

SARNA DE OUVIDO E OS FLORAIS DE BACH



foto: Daniel Fernandes

“Podemos erradicar a instabilidade desenvolvendo a autodeterminação, fortalecendo a mente e agindo com firmeza, em vez de estacionarmos na hesitação e na dúvida. Mesmo que possamos cometer erros no começo, sempre é melhor agir do que perder uma oportunidade devido à indecisão.“ - Edward Bach.

Sarna de ouvido ou sarna otodécica é uma parasitose causada por ácaros, os “otodectes cynotis”, que vivem na superfície da pele e acomete cães e gatos.

Estes parasitas causam muita coceira, na região das orelhas, e o surgimento, dentro do ouvido de grande quantidade de cera marrom escura. A cera em excesso é causada pela presença desses ácaros que, são minúsculos parasitas, semelhantes a carrapatos (sarna). Estes parasitas habitam o conduto auditivo externo, bem como a pele em volta deste, podendo até atingir toda a cabeça do animal.

A sarna otodécica é exclusiva e contagiosa entre os animais.

A sarna de ouvido, se não for tratada (pelo veterinário), evolui para uma otite, que é uma infecção dolorosa no ouvido, de origem bacteriana. A sarna otodécica é a causa primária de otite em mais de 50% dos gatos e em torno de 10% nos cães.

Tratamento:
O interior do ouvido deverá ser limpo pelo veterinário que, prescreverá a aplicação de anti-parasitário no ouvido e na região das orelhas.
A sarna de ouvido é diagnosticada e tratada pelo médico veterinário.

Florais de Bach:
Edward Bach, renomado médico patologista e bacteriologista, atuante por mais de 20 anos em Londres, abandonou sua prática em 1930 para dedicar-se integralmente à pesquisa de seu método de cura pelas flores. Desde sua época de estudante, interessava-se mais pelos pacientes do que por suas doenças, pois sentia que ocupar-se dos sintomas físicos não era o bastante. Considerava os métodos de tratamento da época agressivos e com poucos resultados efetivos.

Todos os remédios usados em seu método são preparados a partir de flores, arbustos ou árvores silvestres. Não são prescritos diretamente segundo o mal estar físico mas sim, de acordo com o estado mental do paciente. Os remédios de Bach tratam as pessoas e os animais doentes e não as doenças.
As essências agem equilibrando os pensamentos e as emoções de humanos e animais e, em conseqüência seus efeitos tornam-se visíveis no comportamento. As essências agem nas potencialidades latentes, elas acionam o poder de auto-cura que há em cada ser.

A Organização Mundial de Saúde reconhece o efeito da terapia floral de Bach desde 1976 como medicina vibracional.
Os florais não são legalmente considerados remédios.
Os benefícios das essências florais de Bach acontecem independentemente da credibilidade ou sugestionabilidade de quem os usa – prova disso é seu uso em veterinária, bebês, pessoas em estado de coma, etc..

A terapia floral, é medicina vibracional, energética, mas ainda não foi confirmado que os florais sejam sensíveis ou que percam seu efeito se expostos a ondas eletromagnéticas ( computador, micro-ondas ). No entanto, como não há nenhuma conclusão a respeito, é melhor evitar a exposição dos florais aos campos eletromagnéticos.
Não há restrições quanto ao tempo de uso dos florais de Bach.

Florais de Bach indicados para ajudar a tratar a sarna de ouvido, junto com o tratamento do veterinário. Esta relação não é um guia – é, meramente, uma sugestão.

Consulte o terapeuta floral:

- crab apple
Para tratar animais com parasitas, pulgas, carrapatos, vermes. Ajuda a cicatrizar abcessos e feridas.

- rescue
Para coceira muito intensa. Trata o estresse e a tensão.

- sweet chestnut
Para tratar o animal que se coça a ponto de provocar feridas, devido a problemas de ouvido e/ou pele.

- impatiens
Para tratar irritações de pele, coceira e eczema...

- white chestnut
Para tratar o estresse que advém da coceira constante.


Dra. Martha Follain
Colunista do site GREEPET. Formada em Direito. Especialista em Florais de Bach para animais e humanos pelo Instituto Bach. Possui ainda formação em Aromaterapia, Florais de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Terapia de Integração Craniossacral, Psicoterapia Hoística, Neurolingüística, Master Practitioner, Hipnose, Regressão e Reiki. CRT: 21524


Fonte: www.greepet.vet.br

FRATURAS DENTAIS



foto: classroomclipart


As fraturas dentais podem ocorrer em muitas situações, principalmente nos cães que tem o hábito de roer objetos maciços como pedras, metais, madeiras e outros materiais.

A fratura traz sérios problemas ao dente, quando a polpa é exposta. Neste caso, a intervenção do médico veterinário deve ser rápida para impedir uma pulpite (inflamação da polpa) ou mesmo a necrose (morte tecidual).

Se o seu cão ou gato sofreu algum trauma que causou uma fratura total, em lasca ou fissura no dente existem basicamente dois tipos de tratamento.

foto: DentalVet






Tratamento endodôntico

Também conhecido como tratamento de canal.

Dependendo do diagnóstico da lesão no dente existem diferentes técnicas para este tratamento mas basicamente elas se resumem em radiografar o dente afetado para procurar lesões mais profundas, limpar o canal ou canais do dente afetado, obturação do canal e restauração da coroa do dente.

Caso a coroa do dente tenha sido muito danificada existe a opção de colocação de uma prótese.


Tratamento de exodontia

Também conhecido como extração dentária.

A extração dentária é realizada quando o tratamento de canal é inviável. Nestes casos, a retirada do dente é um processo cirúrgico e exige técnicas adequadas.

Os dentes com mais de uma raiz e os caninos, exigem maiores cuidados pela dificuldade na extração. Portanto, jamais devemos permitir uma extração onde o paciente não tenha sido anestesiado de forma adequada.

Outro fator relevante sobre as extrações dentárias é que elas devem ser completas, ou seja, a raiz ou parte dela não pode permanecer na gengiva. Caso isto ocorra, complicações podem acontecer com a evolução de um processo inflamatório no local. 



Dr. Ricardo Batista, médico veterinário.
Pós graduado em Odontologia Veterinária
Membro diretor da Associação Brasileira de Odontologia Veterinária - ABOV
DentalVet - Odontologia Veterinária

www.dentalvet.com.br

FONTE: www.greepet.vet.br

domingo, 9 de janeiro de 2011

ANIMAIS NUNCA DEVEM FICAR SOLTOS NO AUTOMÓVEL



foto: Psicoportale

Cães adoram uma janelinha, porém as de automóvel em movimento são um sério risco, tanto para os cães quanto para seus donos.

O vento resseca depressa os olhos e mucosas, que passam a não funcionar direito, podendo levá-lo a desenvolver ceratite, conjuntivite ou alguma séria irritação ocular.

O reflexo dos olhos dos cães não é suficiente para impedir que partículas de poeira e sujeira das ruas e estradas entrem em contato com suas mucosas e áreas sensíveis dos olhos, focinho, nariz e boca.

Nossos companheiros nunca devem andar soltos dentro de um automóvel. Por mais bem treinados que sejam, podem ter reações inesperadas, saltando pela janela ou para cima do dono distraindo a atenção; poderão se machucar gravemente ou até mesmo provocar um acidente.

Existem cintos de segurança especiais, de acordo com tamanho e tipo do animal que evitam saltos que poderão distrair os motoristas.

Uma outra maneira segura é a transportadora, especial para quem tem caminhonete ou qualquer outro veículo com bastante espaço, isolará totalmente o cachorro ou gato se estiver bem presa a estrutura do veículo. O tamanho da transportadora tem que ser compatível com o animal.

Lembre-se que o animal deve sempre permanecer no banco traseiro.


Fonte: www.greepet.vet.br

sábado, 8 de janeiro de 2011

Cuidado com as dicas !!

Cuidado com as dicas !!
por Dennis Martin





foto: classroomclipart


Hoje em dia tem-se acesso a uma variedade de informações vindas de uma variedade de locais. Adestramento não é exceção, diariamente se sabe de dicas na media (TV, radio, jornais, e revistas), sites da internet "especializados", e até de desconhecidos na praça.

Sabemos que na internet devemos ter muito cuidado com o que baixamos no nosso computador, pois o risco de pegar um vírus é muito grande.

Por este motivo somos avisados para somente baixar anexos em e-mails, por exemplo, vindos de fontes conhecidos, e confiáveis
Eu acredito que devemos aplicar este mesmo critério, "baixando" apenas dicas de fontes confiáveis e de pessoas que conhecem nosso cão, visando o bem dele.

A tentação é muito grande, de aplicar metodologias de correção comportamental em cães, vistas por exemplo na TV. Cesar Millan (O Encantador de Cães), Victoria Stillwell, e nosso Alexandre Rossi (Dr. Pet) daqui do Brasil, semanalmente mostram formas de tratar problemas comportamentais dos mais variados na telinha. 

Eu não discuto aqui o que fazem, pois sei (e eles também sabem) que cada cão é um ser individual, e antes de colocarem em prática qualquer método, já levaram em consideração o animal, o indivíduo, que esta adiante deles.

As reuniões em praças e parques entre proprietários de cães não raramente são uma fonte para se ouvir "dicas" para resolver isto ou aquilo.

Meu ponto aqui, tanto com estas dicas, como com aquelas que vemos na TV, é que o seu cão pode ser da mesma raça, idade, até da mesma cor do cão que esta sendo usado como exemplo para a solução de um problema, mas é preciso entender que ele não é o mesmo individuo.

O seu cão pode até ser da mesma ninhada, ele continua sendo um cão diferente!


O que pode ser bom para um cão, pode ser péssimo para outro. Lembre-se apenas do seguinte, você pode achar que resolveu um problema, mas será que você não criou outro? As chances de que sim, são muito grandes!

Cuidado com métodos que se baseiam em aversão, biribas, barulhos criados por panelas, garrafinhas com pedrinhas, e até extintores de incêndio. Os danos colaterais podem ser grandes, e muito mais difíceis de corrigir.

A verdade é que muitos cães hoje em dia acabam na rua abandonados, por que alguém utilizou métodos errados com ele. 

Então a dica deste mês visa salvar cães de abusos de metodologias aplicadas de forma errada e irresponsável.

Cuidado com as dicas!!



Dennis Martin - AMBIPDT
Colunista do site GREEPET.
Royal Pet Mania - Escola de Adestramento. Analista Comportamental de Cães, com formação em Educação Canina na Inglaterra. Membro do British Institute of Professional Dog Trainers da Inglaterra. www.dennismartin.com.br



Fonte: www.greepet.vet.br

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Complexo Respiratório Viral Felino

Complexo Respiratório Viral Felino
Por Dra. Martha Follain


foto: freedigitalphotos



O Complexo Respiratório Viral Felino é uma doença que afeta somente os gatos domésticos e felinos selvagens e foi por muito tempo chamada de Rinotraqueíte Viral Felina - no entanto, este nome designa a doença causada somente pelo vírus denominado Herpesvírus Felino Tipo 1.

O termo “Complexo” é mais adequado, já que o Calicivírus Felino, responsável pela Calicivirose, também está incluído como causador desta doença respiratória. O nome “Complexo” é mais correto por serem doenças provocadas por mais de um agente causador, e também, porque os sinais clínicos causados por cada um destes agentes se confundem.

O Herpesvírus é um microorganismo que causa a rinotraqueíte, também conhecida como “a gripe do gato“, já que os sintomas são bem parecidos com os de uma gripe comum. Na Calicivirose os sintomas são parecidos com os da Rinotraqueíte, sendo que as lesões na boca são bem mais graves e podem alcançar também as narinas. Este vírus pode atacar o pulmão, causando edema pulmonar e pneumonia.

Além disso, frequentemente ocorrem infecções bacterianas oportunistas, como por exemplo “clamidiose” responsável por sinais oculares etc. (conjuntivite com pus, aguda ou crônica espirros e tosse, pneumonia, etc.) e que se somam aos demais sintomas, agravando o quadro.

Tanto o Herpesvírus, como o Calicivírus são capazes de causar sintomas como febre, espirros, tosse, secreção nasal (coriza) e ocular, salivação, perda de apetite, conjuntivite, estomatite, lesões na boca, gengivite e pneumonia. Alguns sinais clínicos, como os problemas oculares, podem ocorrer sem que haja qualquer sinal respiratório. E nem todos os sintomas podem estar presentes num mesmo gato doente.

Essas doenças são extremamente contagiosas entre os gatos, sendo mais perigosas para filhotes e para os imunodeprimidos (com a imunidade baixa – filhotes, idosos, gatos doentes com leucemia, etc.), podendo causar a morte destes animais.

Elas são transmitidas através dos espirros dos gatos contaminados, do contato com objetos do bichano doente (pote de água e comida, caminha, lençol, etc.), do contato das mãos contaminadas com o gato doente e que depois entram em contato com o gato saudável, e da mãe com o filhote (placenta, lambedura dos filhotes).

Cerca de 80% dos gatos com Herpesvírus se torna portador assintomático do vírus para sempre, expelindo-o e podendo apresentar sinais clínicos da doença quando o animal é submetido a estresse (viagem do proprietário, mudança, hospedagem, animal de estimação novo na casa, etc.). Já o portador crônico do Calicivírus dissemina o vírus de forma contínua e não precisa de um fator como o estresse para essa disseminação. Nem o Calicivírus nem o Herpesvírus são infectantes para o homem ou o cão, mas a Clamidiose (infecção secundária) é uma zoonose (pode contaminar o ser humano).

Se o seu gato começar a espirrar, tossir, apresentar coriza ou conjuntivite é fundamental que você o leve imediatamente ao veterinário. Somente o médico veterinário poderá diagnosticar o animal, e somente ele poderá diferenciar um quadro alérgico do Complexo Respiratório. Além do que, somente o veterinário poderá dar informações mais detalhadas a respeito da prevenção e evitação da disseminação da doença.

A única medida preventiva contra o Complexo Respiratório, é a vacinação anual, que deve ser orientada e aplicada pelo médico veterinário. Mesmo que o gato não saia, a vacinação é necessária. Consulte o veterinário sobre o esquema de vacinação. É uma doença grave e, pode levar o animal à morte - a mortalidade pode ser alta em gatos jovens ou debilitados.

O tratamento é o mesmo para as duas doenças. O tratamento do Complexo Respiratório é realizado pelo veterinário – porém, como é um vírus, o tratamento combate os sintomas.

Não há tratamentos paliativos – Os Florais de Bach, a Homeopatia, Fitoterapia, etc., podem ajudar no tratamento tradicional, proporcionando mais conforto ao animal, em relação aos sintomas.

Alguns cuidados com o gato com Complexo Respiratório:

- deixe água fresca à disposição;
- mantenha o ambiente desinfetado e ventilado;
- ofereça dieta pastosa, de acordo com a orientação do veterinário;
- mantenha o gato em repouso;
- mantenha o gato aquecido.
- desinfete roupas, bebedouros, comedouros, sapatos, mãos;
- não exponha o bichano à fumaça de cigarro.

Portanto, é uma doença grave, que tem apenas prevenção – é a vacinação.

Esses dados são apenas de caráter informativo. Procure o médico veterinário.



 


Dra. Martha Follain
Colunista do site GREEPET. Formada em Direito. Especialista em Florais de Bach para animais e humanos pelo Instituto Bach. Possui ainda formação em Aromaterapia, Florais de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Terapia de Integração Craniossacral, Psicoterapia Hoística, Neurolingüística, Master Practitioner, Hipnose, Regressão e Reiki. CRT: 21524



Fonte: www.greepet.vet.b