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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012


Olá a Todos ! !

Estamos de volta com nossas
Campanhas de Adoção de Cães e Gatos

Sábado, 28 de Janeiro de 2012.
Largo do machado – RJ 
das 10h às 18h

Teremos lindos cachorrinhos e gatinhos, Adultos e Filhotes,
Que esperam, ansiosos, POR VOCÊ ! ! !

E, se você não pode adotar, 
PODE AJUDAR.

Ajude os animais carentes com:
Doação de ração para cães e gatos, adulto e filhotes, seca e úmida
Doação de medicamentos (antibióticos,
anti-pulgas, vermífugos...)
Doação de caminhas, coleiras...

Faça circular nosso pedido entre seus amigos, coloque nossos cartazes de divulgação em Pet Shop’s, academias, 
clubes, igrejas...


Seja solidário.









domingo, 22 de janeiro de 2012

Refresque seu cãozinho com receita de sorvete de frango

Você não é a única que acha que tomar sorvete é uma das maneiras mais refrescantes de driblar o calor. Seu cachorro também pede por algo saboroso para encarar o verão. Por isso, antes de oferecer guloseimas que podem trazer complicações ao seu pet, melhor manter o pote de água dele sempre cheio e preparar uma sobremesa que vai aliviar o incômodo das altas temperaturas.




Alguns animais mastigam pedaços de gelo, mas outros não são atraídos já que os cubos são inodoros. Por isso, o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani, ensina umtruque: caldo de galinha congelado. “É uma forma de refrescar o animal com uma fonte de proteína indicada porque não traz perigo de diarreia ou ganho de peso”, conta. A receita é simples.

Modo de preparo:
Cozinhe meio quilo de carcaça ou pedaços de frango por 20 minutos na panela de pressão, com uma colher de chá rasa de sal, dois talos de salsão, meia cebola e um litro de água. Retire a gordura superficial com uma colher e coloque em forminhas de gelo. Espere congelar e sirva.

Dessa forma, você livra seu cão de possíveis complicações ao dar alimentos comuns. “Os sorvetes são feitos a base de leite e podem dar diarreia além de ser uma fonte calórica, favorecendo o ganho de peso”, explica Quinzani. O ideal é “evitar qualquer tipo de alimento condimentado, gorduroso e dar preferência sempre à ração”, indica.

Além da sobremesa, Marcelo dá dicas de como não deixar seu cachorro com a língua para fora nos dias quentes. “É preciso deixá-lo com pelo tosado, fazer banhos semanais com água em temperatura ambiente e depois secar com secador frio, deixar água fresca e abundante à vontade, manter o animal em ambiente sombreado e se for o caso com ventilador ou ar condicionado, evitar passeios nos horários mais quentes do dia”, conta.

Vale lembrar que se você tem um gato em casa, o truque do caldo de galinha também pode ser usado, mas além de não gostar muito de alimentos gelados, eles mantêm o calor corporal dormindo durante o dia.



Nossa dica: Não recomendamos o uso de cebola em alimentos para cães e gatos.


sábado, 21 de janeiro de 2012

Calor excessivo pode levar cães à morte

Se você anda incomodado com o calor lá fora, imagine o seu amigo de quatro patas com toda aquela camada de pelos? “Os cachorros não transpiram pela pele como os humanos”, explica o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani. “Eles perdem calor pela respiração e transpiram pelos coxins plantares (localizados na sola das patas) e pelas narinas. Como essa área é muito pequena em relação à extensão do corpo, ela é insuficiente para manter a temperatura corpórea próxima da temperatura normal”, explica o diretor clinico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani.


cachorro derretendo de calor Calor excessivo pode levar cães à morte



Segundo o médico veterinário, quando o cão é exposto a altas temperaturas, ou a estresses e atividades intensas em dias muito quentes, sua temperatura interna pode ultrapassar os 40ºC e é aí que o cachorro pode apresentar hipertermia, quadro que pode provocar convulsões, diarréia,vômitos e levar à morte.

Os sintomas da hipertermia são: respiração ofegante, hipersalivação, temperatura acima de 40°C, mucosas avermelhadas, taquicardia, arritmias cardíacas, vômitos, muitas vezes com sangue, diarréias também com sangue, manchas e hematomas dispersos pelo corpo, alterações mentais, convulsões, tremores musculares, dificuldade de locomoção e falta de coordenação motora, diminuição ou ausência da produção de urina, coma e parada cardiorrespiratória. “A hipertermia é uma condição gravíssima que requer tratamento médico imediato. Uma vez que os sinais clínicos desse quadro são identificados, existe um tempo extremamente curto para ser revertido, diz Quinzani.

Independente da raça, todos os cães estão predisposto a essa patologia se submetidos a condições ambientais desfavoráveis de calor e umidade. Porém, cães com focinhos curtos como bull dog, boxer, pug, lhasa apso, shi tsu, boston terrier entre outros, estão mais suscetíveis ao problema. “Anatomicamente já são desfavorecidos de um aparelho ‘refrigerador’ adequado”, explica o veterinário.


Emergência: saiba como proceder

Aos primeiros sinais clínicos de hipertermia o animal deve ser retirado imediatamente do ambiente quente, colocado sob refrigeração ou ventilação adequada. “Molhar o animal com um borrifador e toalhas frias também auxilia no processo de refrigeração. Porém, não se deve submergir o animal em água fria, pois isso leva a vasoconstrição periférica dificultando ainda mais a dispersão de calor. É preciso também procurar imediatamente um médico veterinário”, diz Quinzani.

Confira as dicas preventivas:

1. Evite passeios e esforços físicos em dias quentes e úmidos.

2. Não deixe o animal preso dentro do carro, mesmo com vidros abertos.

3. Não deixe o animal em ambientes fechados ou sem acesso à sombra e água fresca.

4. Não dê banhos com água quente e secadores quentes no verão.

5. Não submeta o animal a situações de estresse psicológico que o deixe ofegante por medo ou insegurança.

6. Evite esforços ou condições desfavoráveis para animais obesos ou que tenham anatomicamente alguma dificuldade respiratória.

7. Evite a contenção forçada do animal e uso de focinheira em ambientes quentes e fechados.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Crimes contra animais: a consagração da impunidade


Crimes contra animais: a consagração da impunidade

Por Marli Moraes em 19/01/2012


  

Atos bárbaros contra os bichos sempre ocorreram desde o primeiro contato nosso com os que chegaram aqui há milênios e sempre ocorrerão porque vemos nas espécies não-humanas apenas objetos com as mais variadas serventias..

Muitas barbaridades foram cometidas em nome de qualquer coisa, sejam nos rituais religiosos, nos circos, nas arenas de touradas, nas caçadas reais, nos matadouros, nos criadouros, nas universidades e laboratórios onde sádicos torturam e matam em nome da ciência e a maioria dessas crueldades tem carimbo oficial, reconhecidas por leis e outras desculpas e se tornam convenientemente aceitáveis pela sociedade por serem legalizadas, ou seja, oficializam a matança; o que não nos impede de combatê-las, de mostrarmos o lado obscuro e cruel dessas atividades.

É uma luta desigual, mas não desistiremos.

A diferença é que em certas situações, essa agressividade pode e deve ser contida pela punição proporcional ao ato, que de modo nenhum pode e deve ser considerado de menor potencial ofensivo, expressão debochada sobre os gritos de dor de um bicho sendo torturado

Em outra ponta encontramos os crimes individualizados, no varejo, atualmente muito divulgados pela imprensa que localizou nas redes sociais da internet os Movimentos de Defesa dos Animais; viu aí o termômetro de uma parcela da sociedade até bem pouco tempo excluída do processo político e por isso desdenhada até mesmo por essa mesma imprensa, que hoje dá visibilidade à nossa Causa. Nos últimos meses os canais de TV passaram a exibir vídeos chocantes, cenas de filme de terror que alertaram a sociedade sobre uma realidade que nós conhecemos há muito tempo.


Casos de crueldades se repetem e nada acontece porque temos uma legislação molenga bem ao gosto do brasileiro: em cima do muro, tentando não desagradar as duas partes; só que, no caso dos animais não estamos satisfeitos, queremos mudanças e radicais, não aceitaremos maquiagem na Lei 9605/32, ou qualquer artigo.

Descoisificar o animal não-humano é nosso propósito, dar a ele o estado legítimo de direito como um ser vivo provido das mesmas emoções que as nossas, merecedor portanto, de respeito e reconhecimento Jurídico.

Queremos, não estamos pedindo, estamos sugerindo e exigindo uma legislação onde o crime contra uma vítima sempre indefesa e inocente seja punido com um equivalente ao ato, seja o cometido por adultos ou um “dimenor”; o que importa é o potencial de periculosidade enrustido na mente de quem tortura um ser vivo e segundo as estatísticas do FBI, 85% dos “serial killer” treinaram em seus animais de estimação; se a Lei 9605, em si, oferta a liberdade por sua própria fragilidade, isso significa colocar nas ruas um assassino de humanos como se fosse uma bomba relógio, e a faixa etária não pode ser usada para atenuar a intensidade do ato.

O tempo urge e a cada dia, mais animais sofrem nas mãos de quem deveria estar na cadeia e por isso desejamos ações rápidas, sem as já conhecidas enrolações legislativas, até porque muitos que simplesmente desprezam a Causa irão se aproximar com pele de cordeiro, interessados de última hora.

Uma proposta de iniciativa popular está sendo cogitada; que seja então elaborada com sugestões as mais radicais possíveis, não podemos correr o risco de nossos ideais de Justiça sejam esfacelados pelas inúmeras emendas que serão colocadas no trâmite do Congresso. É aí que entra a maquiagem da bondosa Lei 9605 a que me refiro, não há a menor possibilidade de aceitarmos esmolas.

Com uma lei justa, bem formatada, sem brechas, inteligentemente regulamentada ainda assim precisaremos da trilogia abaixo:

- uma Delegacia Especializada, ou setores determinados em todas as unidades policiais com Policiais voluntários; assim nos livraremos das ironias quando vamos tentar registrar uma ocorrência envolvendo animais;

- uma Promotoria voltada para os crimes contra a fauna não-humana; um processo acusatório bem montado por quem de fato se interessa, dá mais suporte e esperança de que as provas e a verdade não desapareçam dos autos; também com voluntários;

-um Juizado Especial – pouco adiantam as duas etapas acima se o processo cair nas mãos de um Juiz comum que não gosta de bichos e tiver em mãos uma lei idiota.

O que muitos poderão dizer: matam gente… e nada acontece. Então, estabelecemos aí as diferenças: nós, defensores dos animais não somos exatamente acomodados sabemos como exercer em toda sua plenitude a cidadania e não nos conformamos com a impunidade; nenhum de nós vai diante das câmeras de TV perdoar um criminoso, rezar por ele como é comum acontecer, hipocritamente. Ora, se as pessoas perdoam seus algozes, monstros que assassinam seus filhos, como cobrar dos políticos leis mais severas? Esses mesmos políticos estariam na contramão da voz da sociedade boazinha que só vendo.

Nós, não, não perdoamos, queremos Justiça e Justiça séria, não essa palhaçada legal.

Vamos sacudir essa inércia custosa que é o Congresso. Se nossos políticos não se sensibilizam com os milhares de mortes covardes de pessoas de bem, se ainda criam todos os estímulos, incentivando e premiando marginais com regalias mil, até o abominável auxílio-reclusão, conosco eles terão que justificar seus salários e mordomias.

E se você gosta da nossa disposição, admira nossa coragem, compareça em sua cidade no dia 22 de janeiro na manifestação por uma legislação justa para os crimes cometidos contra os animais.

Seja bem vindo a um Movimento nascido nas bases, nas raízes populares, um clamor que vem de longe e e agora toma corpo com a inclusão digital o que nos permite uma ampla a troca de informações.

Dedico esse dia aos milhares que choraram pelas injustiças e se foram carregando em seus corações a tristeza da impunidade. Suas lágrimas não foram em vão, estamos aqui, um exército de voluntários armados com muita paixão e uma determinação inabalável. Um exército onde cada um é seu próprio líder.

Aos que chegam agora estou certa de que continuarão essa luta.




“Sou extremista porque quem é moderado na proclamação da verdade, proclama somente a metade da verdade e deixa a outra metade velada por medo do que o mundo dirá.” (Gibran)

*Marli Moraes, carioca da gema, é dona de casa, presidente da Resgato, sociedade civil sem fins lucrativos e ativista pelos direitos dos animais.



No Rio de Janeiro a manifestação será nesse próximo Domingo dia 22, às 10hs, de frente ao Copacabana Palace.

Saúde diz que morte de gato por raiva em São Paulo é caso isolado






O Ministério da Saúde informou hoje (17) que a morte de um gato pelo vírus da raiva, registrada em dezembro do ano passado em São Paulo, está sendo tratada como um caso isolado. O estado não notificava contaminações pela doença desde 1997.

Ainda segundo a pasta, a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo já realizou a chamada vacinação de bloqueio em cães e gatos, recomendada quando são registrados casos isolados, na tentativa de evitar que o vírus se espalhe para outras regiões.

Em 2010, a vacinação contra a raiva foi suspensa em todo o país em razão de efeitos adversos provocados pela vacina, que chegou a causar a morte de alguns animais. No ano passado, a maioria dos estados não realizou a imunização porque exames laboratoriais que deveriam assegurar a segurança da vacina não ficaram prontos a tempo.

O ministério informou que a vacinação contra a raiva será retomada este ano em todo o país e que o estado de São Paulo já recebeu, este mês, doses para a realização de campanha.

A transmissão da raiva se dá pela penetração do vírus contido na saliva do animal infectado, principalmente por mordidas, arranhões e lambidas de mucosas. O período de incubação é extremamente variável – desde dias até anos. A média é de 45 dias para o homem e de dez dias a 2 meses para cães. Em crianças, existe tendência para um período de incubação menor que no indivíduo adulto.









Fonte:http://www.jb.com.br

Confirmada morte de uma gata por raiva em São Paulo

Depois de 30 anos sem casos de raivas em animais domésticos em São Paulo, o município confirmou a morte de uma gata por causa da doença. O felino pertencia a uma moradora de Moema, bairro de classe média alta na Zona Sul de São Paulo. O animal morreu em outubro do ano passado. A Secretaria Municipal da Saúde só foi comunicadas agora por conta da dificuldade em se esclarecer a causa da morte. Confira os detalhes com Patrícia Rizzo.