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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Final feliz para os cães que vivem no campus da Praia Vermelha da UFF 5



Final feliz para os cães que vivem no campus da Praia Vermelha da UFF





Moradores do Ingá, funcionários da UFF e protetores independentes dos animais comemoraram a volta dos cães ao campus da Praia Vermelha. Foto: Nathália Felix
Moradores do Ingá, funcionários da UFF e protetores independentes dos animais comemoraram a volta dos cães ao campus da Praia Vermelha. Foto: Nathália Felix




Após muita discussão sobre a permanência ou não da bicharada na universidade, Centro de Controle de Zoonoses liberou a volta dos mesmos nos corredores da instituição, no Ingá


Após uma longa discussão entre reitoria e alunos sobre a volta dos cães para o campus da Praia Vermelha da Universidade Federal Fluminense (UFF), no Ingá, os animais, que vivem há mais de 10 anos no local, vão poder ficar.
Os cachorros que foram retirados das dependências da universidade pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Niterói em agosto, retornaram para o pátio da instituição e ganharam até casinhas no prédio do curso de engenharia. Um pedido eletrônico e manual organizado pelos moradores do bairro, protetores independentes dos animais e estudantes da universidade, que desejavam o retorno dos cães à universidade, foi entregue à direção, que resolveu, então, reabrigar os cães.

Para a líder do movimento, a empresária Adriana Lima, de 42 anos, a volta dos animais é uma conquista.
“Conversamos com os representantes da Faculdade de Medicina Veterinária da UFF e eles nos garantiram que, a partir de agora, todos os cães vão ter medalhas penduradas no pescoço com o símbolo da Vet-UFF e serão mascotes da instituição. Muitos deles nasceram no campus da universidade e merecem estas homenagens e reconhecimento”, diz Adriana, que neste tempo adotou os cães “Amarelinho” e “Negão”, “despejados” da universidade.

A volta dos cães para o pátio do campus da Praia Vermelha alegrou não só os protetores de animais.

“Os cachorros trazem a nossa segurança e também são dóceis e trazem alegria”, afirma a estudante de Geografia da UFF, Larissa Benkendorf de Oliveira, de 23 anos.

A também aluna do curso de Geografia, Thaina Netto, de 24 anos, faz coro.

“No turno da noite os cachorros garantem nossa segurança. Já vi casos de assalto interrompido pelos latidos deles. Mas também quero que fiquem porque eles são muito carinhosos”, lembra.


Fonte:http://jornal.ofluminense.com.br/editorias/cidades/final-feliz-para-os-caes-que-vivem-no-campus-da-praia-vermelha-da-uff