sábado, 11 de dezembro de 2010

Cães e outros animais podem realmente sentir remorso


Cães e outros animais podem realmente sentir remorso, sugerem estudos
Cientistas costumavam pensar que criaturas só simulavam culpa.




Novas pesquisas, entretanto, começam a mudar esse panorama.


Se você tem um cachorro, especialmente um que tenha molhado seu tapete favorito, você sabe que um animal é capaz de se desculpar. Ele consegue choramingar, se arrastar, enfiar o rabo entre as pernas e parecer absolutamente mortificado – “Não sei o que deu em mim”.

Mas será que ele está realmente pesaroso?

Poderia um animal sentir dores verdadeiras de arrependimento? Cientistas já desdenharam dessa ideia como um tolo antropomorfismo. Eu costumava me identificar com os céticos que descartavam esse tipo de pesar como variações das lágrimas de crocodilo. Os animais pareciam ocupados demais pensando na próxima refeição para afundarem-se em auto-recriminaçã o. Se animais velhos tivessem uma canção, ela seria “My Way”.

Entretanto, enquanto aparecem, cada vez mais, novos relatos – coiotes aparvalhados, macacos arrependidos, tigres que cobrem seus olhos em remorso, chimpanzés que repensam suas escolhas –, mais eu penso se os animais entregam-se à sensação de culpa. Seu cachorro pode não compartilhar da complexa melancolia de Hamlet, mas pode ter algo em comum com Woody Allen.

Os dados mais recentes vêm de imagens neurais de macacos tentando ganhar um prêmio de suco ao adivinhar onde ele estava escondido. Quando os macacos faziam a escolha errada e lhes era mostrado o local correto do prêmio, os neurônios em seus cérebros registravam claramente o que poderia ter acontecido, de acordo com neurobiólogos da Universidade Duke, que recentemente relataram o experimento na revista "Science".

Primeira evidência

“Essa é a primeira evidência de que macacos, assim como pessoas, têm pensamentos do tipo ‘teria, poderia’”, disse Ben Hayden, um dos pesquisadores. Outro dos autores, Michael Platt, apontou que os macacos reagiam a suas perdas trocando suas escolhas subsequentes, exatamente como humanos reagem a uma oportunidade perdida através da troca de estratégia.

“Posso imaginar muito bem que o arrependimento seria altamente vantajoso evolutivamente, contanto que não haja obsessão a respeito dele, como na depressão”, disse Platt. “Um macaco sem arrependimento poderia agir como um psicopata ou um Dom Quixote símio”.

Em experiências anteriores, tanto chimpanzés quanto macacos, que trocaram chaveiros por pepinos, reagiram negativamente assim que viram que outros animais estavam ganhando um prêmio mais gostoso – uvas – pelo mesmo preço. Eles fizeram sons irritados e algumas vezes atiraram os pepinos ou os chaveiros, relatou Sarah Crosnan, psicóloga da Universidade Estadual da Georgia.

“Acho que animais realmente sentem arrependimento, quando definido como o reconhecimento de uma oportunidade perdida”, disse Brosnan. “Na natureza selvagem, essas habilidades podem ajudá-los a reconhecer quando eles devem sair para caçar em diferentes áreas ou buscar um parceiro de ajuda capaz de dividir os prêmios de forma mais justa”.

Ninguém sabe exatamente, é claro, como esse sentimento de remorso afeta um animal no lado emocional. Quando vemos um cachorro se arrastando e nos olhando por baixo, gostamos de deduzir que ele esteja sofrendo como nós mesmos após uma gafe. Todavia, talvez ele esteja apenas nos enviando um útil sinal: eu errei.

Entre ter e saber

“É possível que esse tipo de sinal social em animais possa ter evoluído sem a experiência consciente do arrependimento” , disse Sam Gosling, psicólogo da Universidade do Texas, em Austin. “Mas parece mais plausível que haja algum tipo de experiência consciente, mesmo que não seja do mesmo tipo que eu e você sentimos”.

Marc Bekoff, um ecólogo comportamental da Universidade do Colorado, diz estar convencido de que animais sentem dores emocionais por seus erros e oportunidades perdidas. “Em “Wild Justice”, seu novo livro, escrito numa parceria com a filósofa Jessica Pierce, Bekoff relata milhares de horas de observação de coiotes na vida selvagem, além de cachorros domesticados em liberdade.

Quando um coiote recuava após ser mordido forte demais durante uma brincadeira, o coiote ofensor imediatamente se curvava para reconhecer o erro, disse Bekoff. Se um coiote era evitado por brincar injustamente, ele se arrastava pela área com as orelhas levemente para trás, cabeça baixa e rabo entre as pernas, alternadamente se aproximando e se retirando do grupo de animais. Bekoff disse que os coiotes arrependidos o faziam lembrar-se dos animais não-populares em torno do perímetro de parques de cachorros.

“Esses animais não são tão emocionalmente sofisticados quanto humanos, mas precisam saber o que é certo e o que é errado – pois essa é a única maneira pela qual grupos sociais podem funcionar”, disse. “O arrependimento é essencial, especialmente no mundo selvagem. Humanos são muito misericordiosos com seus animais de estimação, mas se um coiote selvagem fica com uma reputação de trapaceiro, ele é ignorado ou banido, e acaba deixando o grupo”.

Bekiff descobriu que, uma vez que o coiote está sozinho, seu risco de morrer jovem aumenta em quatro vezes.

Se nossos animais de estimação sabem como somos moles, talvez seu arrependimento seja basicamente uma atuação para nos enganar. Mesmo desta forma, gosto de pensar que alguma coisa do pesar é real, e que pesquisadores ainda conseguirão compilar uma lista dos 10 Maiores Arrependimentos de Bichos. Eu gostaria de, pelo menos, ver os pesquisadores abordarem algumas das grandes questões não-respondidas:

Quando você está brincando de “vá buscar” com um cachorro, quanto arrependimento ele sente quando lhe traz a bola de volta? Seria a mesma quantidade de quando ele termina o jogo em posse dela?

Animais vândalos sentem dúvidas morais? Depois de ver tapetes, malas e móveis destruídos por meus bichos, não acho que a evolução tenha favorecido os animais com qualquer senso de direito de propriedade. Todavia, me sinto encorajado pelas histórias de vândalos pesarosos no livro de Eugene Linden sobre comportamentos animais, "The Parrot's Lament”.

Ele fala de um jovem tigre que, após destruir todas as árvores recém-plantadas num zoológico na Califórnia, cobriu seus olhos com as patas quando o funcionário chegou. Há também os chimpanzés fêmeas do zoo de Tulsa, que se aproveitaram de um projeto de renovação para roubar os suprimentos dos pintores, vestir luvas e pintar seus bebês de branco sólido. Quando confrontados pelos funcionários furiosos, as mães correram para longe, retornando mais tarde com presentes de paz e bebês já sem a tinta.

Quão esdrúxula é Síndrome de King Kong? Gorilas machos e fêmeas se tornaram tão apreciadores dos funcionários que cuidam deles, além de demonstrarem abertura sexual – um deles até mesmo tentou arrastar uma funcionária pelo cabelo. Após a recusa inevitável, será que eles temem haver arruinado uma linda amizade? Será que gatos de estimação se arrependem de alguma coisa?



FONTE: O GLOBO

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Ser Protetora




As vezes perco o sono pensando em que momento me tornei "protetora", não sei nem como soube dessa denominação e fiquei pensando o que nos torna diferentes das outras pessoas, o que faz com que nós, mesmo estando a mais de uma quadra de distância já enxerguemos um cão deitado na calçada e o coração já começa a apertar e pensamos: será que está doente, foi atropelado, está machucado? E conforme vamos nos aproximando vamos aquietando o coração quando percebemos que está bem, que tem coleira, que está só descansando e provavelmente dormindo na frente da sua casa ou nos afligimos definitivamente quando percebemos que está realmente mal e se passamos direto nos atormentamos, perdemos o sono quando 95 % das pessoas nem sequer vai enxergar esse animal.



O que é que nos leva a criar um cão desde pequeno, tratá-lo, cuidá-lo, amá-lo e quando enfim achamos um novo lar para ela (mais de 01 anos depois) doamos com o coração apertado, novamente perdemos o sono e quando um tempo depois vemos novamente o bichinho em seu novo lar ela nos ignora completamente e nós...ficamos felizes, pois sabemos que ela está bem, feliz, apaixonada por sua nova família e nós viramos passado (Xuxa) isso é amor incondicional!



Quando nós achamos um cantinho na nossa casa para um cão esquelético, que mal pára em pé, que está entre a vida e a morte e nos propomos a tratá-lo e damos, remédios, vitaminas, comidinha especial e no outro dia você abre o quartinho com o coração na mão achando que ele já pode ter morrido, mas lá está ele e o potinho de comida vazio...e você fica feliz...e no dia seguinte lá está ele já com a cabecinha levantada e rosnando para você...e no outro um pouco melhor você tem que enrolar a mão num pano para dar o remédio porque ele já quer te morder mas você está feliz afinal ele está reagindo e no próximo ele já está em pé a aí você tem que se enrolar inteira num pano pois ele te avança e é melhor desistir de dar o remédio e moer tudo na comida e depois de algum tempo ele já não te avança mais mas continua te detestando e rosnando para você e enfim quando ele já está bem melhor...ao final de duas semanas...e já quase totalmente recuperado.. .seu marido (que nunca deu um potinho de água) entra no quarto e o cão se encanta...segue ele por toda casa...dorme no sofá com ele e aí de você se encostar nele ou no seu marido...E você feliz da vida! ( O Bug, hoje já está a mais e um ano na família nova e é um pinscher, o que explica o temperamento).



E cheguei a conclusão que não somos diferentes de ninguém, que todos nós temos uma missão e o que nos faz diferentes é que nós encontramos a nossa. Essa força que nos levar a fazer renascer a vida que está por um fio, a enxergar o invisível, a amar de forma incondicional é um dom, um dom divino.

E sempre que me desespero, que penso em desistir...imagino como deve ser vazia a vida das pessoas que não sabem qual a sua missão nessa vida. Nós, quando estivermos velhinhas (ou mais velhinhas ainda) pelo menos teremos muitas histórias para contar e teremos a serenidade de saber que não passamos por essa vida em branco!!!!



Silmara




Silmara - Portal Educacional


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Chibbito - Uma vida Feliz com FIV




Chibbito - Uma vida Feliz com FIV



Não adormeçam os vossos gatinhos só porque eles têm FIV, mesmo que tenham sintomas. O FIV - Vírus da Imunodeficiência Felina, não é um bicho papão.


Capítulo I - Tenho um gato em casa

No final do dia 25 de Dezembro de 2003 voltei para casa, depois de ter ido passar o Natal com a minha família.

Abri a janela para arejar a casa, e por acaso olhei para fora. Num telhado junto à janela do andar de baixo estava um gato, que eu nunca tinha visto ali. Pensei que ele se fosse embora, mas no dia seguinte ainda lá estava, e no outro também.
Fiquei preocupada, ele não tinha nem comida nem água. Comecei a pendurar pratinhos com comida e água, e a seguir atirei um saco de desporto aberto, com mantinhas lá dentro, porque estava tanto frio... 

Um dia, alguém abriu a janela do andar de baixo, que estava desocupado, e o gato entrou. Quando tentaram expulsá-lo da casa, e enxotá-lo para a rua, ele subiu as escadas e veio encostar-se à minha porta. Eu abri a porta, e ele entrou.

Não sabia se ele era meigo ou bravo, mas na altura nem me preocupei com isso. Arranjei-lhe um alguidar com areia, umas tacinhas de comida, e deixei-o sossegado no seu cantinho, enquanto telefonava para associações de protecção a animais e pedia que o recebessem.

Todas as associações me pediram para esperar, estavam lotadas. Na altura não sabia, mas agora sei que muita gente aproveita a época de Natal, tal como a de verão, para abandonar os seus animais, e os abrigos enchem-se desses bichinhos tristes e assustados.

Uns dias depois, e sem aviso, o gato levanta-se, vem na minha direcção, e começa a dar-me turrinhas. Fiquei tão contente, não propriamente por ele ser meigo, mas mais por ter confiado em mim! Claro que a partir daí ficou por cá; foi o meu primeiro gato, é o meu Chibbito.


Capítulo II - o Chibbito tem FIV

Durante algum tempo tudo esteve bem. O Chibbito comia, dormia no meu colo, tinha um comportamento perfeitamente normal para gato, a não ser o medo da rua que ainda hoje tem.

Um dia reparei que ele não tinha comido quase nada. Passaram-se mais alguns dias, e continuava a comer muito menos. Levei-o ao veterinário mais próximo, que reparou logo que ele tinha uma enorme gengivite, a boca quase toda inflamada, e alguns dentes em muito mau estado. As dores na boca impediam-no de se alimentar. Foi medicado imediatamente, mas o veterinário pediu-me para retirar sangue ao Chibbito, para fazer um teste do qual eu nunca tinha ouvido falar. Quando vieram os resultados, soubemos que ele era positivo a FIV.

O veterinário fez-me um quadro muito negro daquela doença: disse que era igual à SIDA dos seres humanos, disse que se podia pegar facilmente a outro gato, disse que ele não viveria muito tempo, mas que ia tentar controlar a infecção na boca.

Passou-se um mês, em que fui dia sim, dia não com o Chibbito levar injecções, mais uns quantos medicamentos, mas a infecção não melhorou, pelo contrário. O Chibbito já não parecia o mesmo gatinho. Estava magro, desconfiado, assustado, fugia de mim. O veterinário começou a falar-me em abate.

Lembro-me muito bem da minha aflição na altura, quando não percebia absolutamente nada de doenças de gatos, e só queria que o meu bichinho vivesse e fosse feliz. E tinha um veterinário a dizer-me que era melhor a eutanásia.
No meio do desespero, procurei um hospital veterinário. Não porque achasse que eram melhores (nem me passou tal coisa pela cabeça, afinal eram todos veterinários) , mas porque poderiam interná-lo, e quem sabe dessa maneira ele pudesse sobreviver. E aqui mudou a história.


Capítulo III - o Chibbito tem FIV, mas não há problema!!!!

Imaginem o meu estado quando cheguei com o Chibbito ao hospital: aflita, desanimada, a achar que ele seria imediatamente internado e que o caso dele era mesmo muito grave e urgente.

Expliquei a situação à pessoa que estava no atendimento, que permaneceu muito calma, e não chamou ninguém. Em vez disso pediu-me para esperar na sala, enquanto fazia a ficha do Chibbito. "Temos cá muitos casos desses", disse ela com um ar simpático e condescendente. Eu achei aquilo tudo muito estranho. Esperei algum tempo, até chegar a nossa vez, e lá fomos nós.

Os veterinários abriram-lhe a boca, deram-lhe imediatamente um medicamento injectável, com uma destreza que eu nunca tinha visto. Receitaram vários remédios para ele tomar, incluindo anti-depressivos, que se justificavam perfeitamente no caso dele, mas que eu nem sabia que existiam para animais. Deram-me também um medicamento para estimular o sistema imunitário, que hoje eu reconheço como um medicamento comum para casos destes, mas do qual o outro veterinário também não me tinha falado. Mandaram-no para casa e marcaram uma cirurgia para daí a uns dias, para remover os dentes em mau estado. Nunca me falaram em eutanásia. Disseram-me que ele ia viver tantos anos como outro gato qualquer.

Explicaram-me que poderia ter outros gatos desde que estivessem todos castrados e se dessem bem, porque o contágio do FIV é praticamente impossível nessas condições (vejam o folheto informativo em anexo).

Pouco a pouco o Chibbito foi recuperando, física e psicologicamente. Em alguns meses tornou-se num gatarrão como eu nunca tinha conhecido antes. Desde que foi tratado nunca mais teve nenhum sintoma ou recaída. Tenho mais 3 gatas, todas esterilizadas, com quem ele convive em grande harmonia. Costumo ter bebés para adopção, que recolho da rua, e que o Chibbito adora e lambe de alto a baixo. Não há qualquer perigo de transmissão do FIV por estas lambidelas.

Este é o meu Chibbito, um lindo gato que poderia ter sido eutanasiado há anos se eu não tivesse procurado uma segunda hipótese.

[Chibbito+cópia.jpg]


Conclusão

Infelizmente, nem todos os veterinários estão bem informados e actualizados, tal como acontece em qualquer outra profissão. Em relação ao FIV, em particular, criaram-se preconceitos e confusões que tiram a vida a animais, e que deixam os donos traumatizados e em pânico.

Para qualquer doença grave que aflija pessoas ou animais, deve pedir-se sempre uma segunda opinião. Para a FIV, em particular, não deixem que ninguém vos diga o que me disseram a mim "É FIV, não há nada a fazer". 

Pelo contrário, há muito a fazer. E o primeiro passo é informar as pessoas, para que muitas vidas se salvem. 

Olhem para o Chibbito. Não valeu a pena?



Sara Nobre, Dezembro de 2008


Publicada por PRAVI 






http://geekcats.com

Acne felina e os Florais de Bach

Acne felina e os Florais de Bach 
por Martha Follain

“No momento em que tivermos dado completa liberdade a todos os que nos rodeiam, quando não mais desejarmos atar e limitar, quando não esperarmos mais nada de ninguém, quando pensarmos apenas em dar e nunca tomar, então nesse momento veremos que estamos livres de todas as coisas deste mundo: nossas cadeias se romperão pela primeira vez na vida e, conheceremos a extraordinária alegria da perfeita liberdade.”.  Edward Bach.

Acne felina ou foliculite felina é uma patologia dermatológica, que pode afetar gatos de ambos os sexos, em qualquer idade ou raça.

A acne felina aparece mais no queixo e no lábio inferior, na forma de protuberâncias (pontos pretos)  que, formam-se devido  à obstrução das glândulas sebáceas, resultante de uma super atividade das mesmas. Não se conhece nenhum componente genético que aponte para uma predisposição do animal à acne felina.
A maioria dos gatos tem uma acne suave e, não apresenta sinais clínicos – não há necessidade de tratamento. Mas, há também os casos severos, onde pode haver irritação e inflamação da pele ao redor – a ponta do queixo pode inchar – há necessidade de tratamento tópico e/ou uso de antibióticos, tratamento esse, indicado pelo médico veterinário.
A acne felina pode ser resultado de uma reação alérgica ao plástico (alergia de contato). É recomendado o uso de comedouros e bebedouros de inox, ao invés de vasilhas de plástico. Deve-se ter cuidado com a higiene dos comedouros e bebedouros, após as refeições.
Nos gatos persas, há uma forma severa de acne - é a “dermatite facial idiopática dos persas” ou “cara suja”: a pele e os pelos apresentam uma cera escura, com distribuição simétrica na cara (queixo e ao redor dos olhos)- o médico veterinário deverá ser consultado.

Florais de Bach:
Edward Bach, renomado médico patologista e bacteriologista, atuante por mais de vinte anos em Londres, abandonou sua prática em 1930 para dedicar-se integralmente à pesquisa de seu método de cura pelas flores. Desde sua época de estudante, interessava- se mais pelos pacientes do que por suas doenças, pois sentia que ocupar-se dos sintomas físicos não era o bastante. Considerava os métodos de tratamento da época agressivos e com poucos resultados efetivos.
Todos os remédios usados em seu método são preparados a partir de flores, arbustos ou árvores silvestres. Não são prescritos diretamente segundo o mal estar físico, mas sim, de acordo com o estado mental do paciente. Os remédios de Bach tratam as pessoas e os animais doentes e não as doenças.
As essências agem equilibrando os pensamentos e as emoções de humanos e animais e, em conseqüência seus efeitos tornam-se visíveis no comportamento. As essências agem nas potencialidades latentes, elas acionam o poder de auto cura que há em cada ser.
A Organização Mundial de Saúde reconhece o efeito da terapia floral de Bach desde 1976 como medicina vibracional.
Os florais não são legalmente considerados remédios.
Os benefícios das essências florais de Bach acontecem independentemente da credibilidade ou sugestionabilidade de quem os usa – prova disso é seu uso em veterinária, bebês, pessoas em estado de coma, etc.
A terapia floral é medicina vibracional, energética, mas ainda não foi confirmado que os florais sejam sensíveis ou que percam seu efeito se expostos a ondas eletromagnéticas ( computador, micro - ondas). No entanto, como não há nenhuma conclusão a respeito, é melhor evitar a exposição dos florais aos campos eletromagnéticos.
Não há restrições quanto ao tempo de uso dos Florais de Bach.

Florais de Bach utilizados para ajudar a tratar a acne felina.
-         Crab Apple - Para tratar todos os problemas de pele. Doenças de pele crônicas ou agudas.
-         Rescue - Para tratar qualquer ferimento.
-         Impatiens - Para tratar irritações de pele.
-         Creme de Bach – uso tópico.


Martha Follain – Terapeuta holística – animais e humanos.
CRT 21524

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

http://geekcats.com

Festas - Férias e Bichos




FESTAS - FERIAS E BICHOS

Pessoal quem de uma forma ou outra esta envolvido na proteção, sabe o caos que acontece nos finais de ano.
Se já tem abandono exorbitante durante o ano todo, nos finais do ano o número triplica.

Muitos vão viajar e deixam seus animais. Eles se veem sozinhos saem a procura dos donos, fogem e se perdem.
Outros tem pavor de fogos,também fogem e não 
conseguem mais voltar pra casa.
Fora o próprio abandono.

Cuidados basicos..

"IDENTIFICAÇÃO" 
-   Coleira com telefone nome, endereço e telefone.

-   Comece desde já a dar soluções de florais - calmantes
-   Colocar algodão nos ouvidos dos bichos 
em dias de foguetório.

-   Deixar o animal em lugar seguro, que tenha ventilação, (NUNCA AMARRADO) pois eles se enforcam.


ESPALHEM ESSA CAMPANHA