quarta-feira, 20 de março de 2013

Quando chega o momento do adeus


Para algumas culturas e religiões pode ser mais fácil entender o momento da despedida do que para outras, mas a verdade é que por mais que acreditemos que todos os seres vivos tem seu começo e seu fim, a saudade sempre bate e a tristeza no momento da partida é inconsolável.


A dor de perder um animal de estimação é como a de perder um familiar.


Com nossos animais de estimação, essa dor é ainda pior. Perder um peludinho é como se perdêssemos um familiar. E na verdade é. Um gato ou cachorro em condições normais vive em média 15 a 18 anos. Para nós, este período de vida pode representar um tempo relativamente curto, mas 15 a 18 anos convivendo com um animalzinho, dividindo seus momentos, participando de suas brincadeiras, cuidando de suas necessidade e recebendo tanto amor e carinho, é um longo tempo e nunca estamos preparados para aceitar quando é a hora da despedida.

Parece que instintivamente, nossos peludinhos sabem quando está chegando sua hora e parecem procurar se esconder e se isolarem de nós. Param de comer, ficam quietinhos, o brilho de suas vidinhas parece estar apagando e é quando nosso coração mais se aperta. Alguns animaizinhos chegam inclusive a tentar fugir quando percebem que estão perto de sua morte.

Só quem já perdeu seu pet sabe a dor que é se despedir, e em muitos casos o momento se torna ainda mais dramático quando se deparam com o cruel dilema: sacrificar, ou não?



Animais perto de seu fim podem procurar por esconderijo ou isolamento.


O ato de sacrificar o pet é chamado eutanásia e só pode e deve ser realizado por médicos veterinários com total consentimento da família e tutores do pet. Somente o veterinário, conhecendo a situação do animal e sabendo das condições de seu estado de saúde é quem pode sugerir a eutanásia.

Conhecemos casos de tutores que chegaram a levar o animal para ser sacrificando alegando que o mesmo estava velho e não o queria mais em casa. Ao ser examinado, o animal apresentava excelentes condições de saúde, podendo viver mais um ou dois anos com paciência e cuidados adequados. Qualquer tutor que procure meios como esses para “se livrar” do animal, ou qualquer profissional que aceite sacrificar um animal sem necessidade, está sendo anti-ético e não tem o menor respeito pela vida do animal. Portanto, é necessário esclarecer que a eutanásia é um recurso de última instância e só pode ser utilizado quando todas e quaisquer providências já foram tomadas na tentativa de salvar a vida do animal.


A eutanásia pode ser sugerida pelos veterinários em animais com doenças sem cura em estado terminal. Cabe apenas aos tutores optar por realizá-la ou não.


Entendendo o que é a eutanásia

A eutanásia (do grego eu= bem, bom; thánatos=morte), popularmente conhecida como sacrifício, é o ato realizado por médicos veterinários capacitados para proporcionar ao animal com doença incurável em fase terminal, uma morte sem dor e sofrimento. O processo é realizado de forma rápida (15 a 30 minutos) onde o animal é submetido a um sono profundo por meio de anestésicos e seus sinais vitais caem lentamente até a parada cardiorespiratória, sem dor ou sofrimento. O método atual é realizado via intravenosa, ou seja, o medicamento é injetado na corrente sanguínea do animal.

Na maioria dos países, a eutanásia não é permitida em humanos por ser considerada como suicídio. No Brasil, apenas animais em condições necessárias podem ser submetidos ao procedimento. Alguns dizem que não sacrificar um animal em estado terminal que está sofrendo é um ato de egoísmo. Outros afirmam que sacrificar o animal é uma forma de rejeitá-lo durante seu sofrimento. Apesar das controversas, o recurso é bem aceito e utilizado. A decisão do tutor pode levar muito em consideração os esclarecimentos dados pelo veterinário sobre o processo, e a certificação de que é uma forma indolor de o animal tão amado se livrar de seu sofrimento e agonia.

Mas, como superar a dor da despedida? Algumas pessoas optam por adquirir outro animalzinho de estimação quando percebem que o seu já está caminhando para a velhice. Pode ser uma boa ideia se o animal que já está na residência não apresenta doenças. Caso o animalzinho já esteja doente ou muito fraco, a presença de outro animal para dividir a atenção poderá piorar seu estado. Outras pessoas preferem manter apenas um e cuidar até seu fim e após a morte de um, pensar em seu sucessor. A dor é maior nesses casos, uma vez que o vazio e a solidão pela falta do animal no local são mais profundos, mas a presença de um novo animalzinho pode ser um bom consolo.

Não existem fórmulas ou segredo para tornar o momento mais tranquilo ou menos doloroso, a questão é aprendermos a lidar com as saudades e saber que demos uma vida digna e feliz ao nosso tão amado peludo. Portanto, aproveite, brinque e curta seu animalzinho de estimação, ele merece seu amor e carinho e te fará muito feliz durante seus anos de vida. Além disso, diversas pesquisas já comprovaram que animais amados vivem mais e sofrem menos no momento do adeus.



Estatísticas mostram que o tempo de vida dos animais dobrou desde os últimos 20 anos.


Eles estão vivendo mais

É comprovado que na década de 80, quando os animais não tinham tanta qualidade de vida, se alimentavam com a mesma comida dos humanos e ficavam expostos nas ruas, a expectativa de um cão era de 9 anos e de um gato de 10. Uma década depois, com o início da humanização dos animais, esses números cresceram 12 e 14 anos, respectivamente. Atualmente, graças aos investimentos na área pet, recursos mais acessíveis, esclarecimentos e aperfeiçoamento dos conhecimentos sobre animais, cães podem chegar aos 18 anos e os gatos aos 20. Um número bastante motivador para todos nós que amamos animais!


Claro que precisamos considerar que com a longevidade, vem os problemas. Doenças características da velhice, problemas nos ossos, fraqueza, necessidade de alimentação especial, consultas mais frequentes ao veterinário, menor resistência imunológica gerando contração de doenças e recuperação mais lenta, despesas com medicamentos e tratamentos, entre outros. Mas, para quem realmente ama seu pet, estes fatores não importam desde que o peludo esteja feliz, sem sofrimento e ao nosso lado.






http://blogs.jovempan.uol.com.br


domingo, 24 de fevereiro de 2013

Clarinha - Belíssima Gatinha Para Adoção - Rio de Janeiro

ADOTADA!


Belezura de menina...
Meiga, charmosa e muito alegre.
3 meses de pura doçura.




Contatos:
patasparaadocao@gmail.com
Tel (21) 7131-4586

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Pimenta - Linda Cadela Para Adoção - Rio de Janeiro



ADOTADA!


Pimenta

Linda cadela, dócil e muito brincalhona.

Convive bem com outros animais e com outras pessoas.

1 ano.

Castrada, vacinada e vermifugada.






Contatos:
patasparaadocao@gmail.com
Tel (21) 7131-4586


Penélope - Linda Cadela Para Adoção - Rio de Janeiro


Penélope 

Linda cadela, dócil e muito brincalhona.

Convive bem com outros animais e com outras pessoas.

Castrada, vacinada e vermifugada.



Contatos:
patasparaadocao@gmail.com
Tel (21) 7131-4586

Flora - Lindíssima Gata Para Adoção - Rio de Janeiro



ADOTADA!

Flora

Lindíssima gata branca .

Muito mansa, carinhosa e tranquila.
Jovem, menos de 1 ano.

Castrada e vacinada.








Contatos: patasparaadocao@gmail.com
Tel (21) 7131-4586

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Sara - Belíssima Gata Para Adoção - Rio de Janeiro



Sara
Belíssima gata! Pelagem exótica, semi-longa
Mansa, carinhosa e sociável.
Castrada, vacinada e vermifugada.

Contatos:
patasparaadocao@gmail.com
Tel (21) 7131-4586





Hórus - Lindíssimo Gato Para Adoção - Rio de Janeiro


Hórus

Belíssimo Gato!
Elegante e educado.
Manso e carinhoso.
Castrado, vermifugado e vacinado.

Contatos:
patasparaadocao@gmail.com
Tel (21) 7131-4586





Félix - Lindo Gatão Para Adoção - Rio de Janeiro

Lindíssimo Gatão!
Manso, carinhoso, gosta de conversar e de chamego.
Castrado, vacinado e vermifugado.

Contatos:
patasparaadocao@gmail.com
Tel (21) 7131-4586






Anabel - Tigrada Para Adoção - Rio de Janeiro



Anabel 

Linda Gata!

Dócil, mansa e tranquila.

Castrada, vacinada e vermifugada.





Contatos:

patasparaadocao@gmail.com

Tel (21) 7131-4586


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Homenagem Póstuma - Margarida e Pastorinha



Nossas duas velhinhas...

Margarida partiu semana passada e Pastorinha hoje.

Margarida tinha 19 anos, faria 20 em julho, Pastorinha tinha idade estimada em muuitos anos também.






Duas queridas, 
mais duas que nos esperam na Ponte Arco-Íris.


domingo, 2 de dezembro de 2012

Cãozinho é resgatado no meio do Oceano Atlântico


1 resgate no oceano Cãozinho é resgatado no meio do Oceano Atlântico
2 Resgate no oceano Cãozinho é resgatado no meio do Oceano Atlântico

Charlie Head fazia a travessia pelo mar a remo, de Cornwall para Londres, no Reino Unido, quando viu o fofinho equilibrando-se em pedras, no meio do Oceano Atlântico.

Ele remou até o bichinho e o resgatou. Tudo foi filmado graças a uma câmera que ele tinha no capacete (o vídeo está abaixo!).

O cãozinho shih-tzu, que ganhou o nome de Bambam, estava aterrorizado. E não é para menos, como ele foi parar lá? E como nadou na água gelada? É frio, gente!

— Em 10 minutos a rocha teria sido coberta com água.

No começo do resgate, o cão estava com medo, mas depois, percebeu que Charlie queria ajudá-lo.

Por ter um chip, o dono dele já foi identificado, e enquanto não conseguem contato, Bambam está bem cuidado em um santuário inglês para animais. E Charlie vai seguir sua jornada pelo Atlântico.

— Foi ótimo ajudar o pequeno cão, espero que a boa ação me traga um pouco de sorte e ajude a completar o resto dos desafios.

Boa sorte, tio Charlie, torcemos por você!


Emocione-se com o resgate no vídeo:



Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/patas-ao-alto/

sábado, 1 de dezembro de 2012

Cão perdido faz policial virar o homem mais desejado da Suécia




Policial que achou cão Cão perdido faz policial virar o homem mais desejado da Suécia

A gente sempre soube disso. Humano macho com criança ou cachorro vira chamariz de mulherada.

O policial Henrik Ruonala, da Suécia, achou o Yorkshire no subúrbio de Estocolmo, recolheu e postou uma foto no Facebook carregando o bicho.

O cão achou seu dono. Mas o lucro dele foi bem além disso.

O cara virou o mais paquerado na Suécia. 25 mil visualizaram a foto, 2 mil compartilharam e e 1.700 mulheres escreveram para ele.

Entre os comentários estão convites para jantar, para encontros, elogios aos dois animais, até que uma mais ousada finaliza:

—É guerra agora senhoras, o homem de uniforme é meu.


Fonte:http://noticias.r7.com/blogs/patas-ao-alto

Cachorra akita salva a vida de dona engasgada


akita salva a vida da dona Cachorra akita salva a vida de dona engasgada


Sheba percebeu que a dona estava engasgada e a salvou, no Reino Unido.

Aysha Perry comeu frango e algo ficou preso na garganta. Percebendo o sufoco da dona, a akita Sheba pulou nas costas dela, e a comida saiu.

— Doeu um pouco, pois é um cão enorme, mas não posso reclamar. Estava em casa sozinha, achei que ia morrer.

A dona conta ainda que, depois que o susto passou, Sheba a lambeu, para se certificar de que estava tudo bem.

Akitas japoneses são conhecidos por seu protecionismo. Mães no Japão, nos tempos antigos, deixavam esses cães cuidando de suas crianças.

Trata-se do mesmo cão do filme Sempre ao seu lado, aquele do cachorro que acompanha o dono todo dia no trabalho e que todo mundo morre de chorar. Perdeu? Então é a dica para seu final de semana.

Fonte:http://noticias.r7.com/blogs/patas-ao-alto

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Os gatos conquistaram a sociedade superando as crendices


Sara -Para Adoção

Os gatos sempre foram alvo de muitas crendices: -“Se você ver um gato preto numa sexta-feira 13 é melhor fazer o sinal da cruz para evitar má sorte”. “Cruzar com gato preto na rua dá azar”. ”Quem pisa no rabo de um gato não casa no ano, só nos anos seguintes”.

A superstição teve origem na Idade Média, quando se acreditava que estes felinos, devido a seus hábitos noturnos, se tornaram amigos inseparáveis da mística figura da feiticeira, surgindo a lenda que eles possuiam sete vidas.

Apesar dos esforços empregado para acabar com eles, dificilmente diminuíam em número. Isso porque, já naquela época, havia muitos de seus defensores, pessoas que escondiam e criavam gatos secretamente.

No século XV, o papa Inocêncio VIII (1432-1492) chegou a incluir o pequeno animal na lista de perseguidos pela inquisição, campanha assassina da Igreja Católica contra supostas heresias e bruxarias. Assim, os inquisidores afirmavam que só tendo mesmo parte com misticismo e afins, um animal sobreviveria, mesmo sendo tão caçado. Surgindo, assim, o termo que o gato tem sete vidas. Dizem que a escolha do “sete”, é pelo fato deste ser um número cabalístico: o sétimo dia foi o do descanso de Deus após a criação do universo, são sete os pecados capitais, as notas musicais e as cores do arco-íris. Na França, a perseguição aos gatos durou até 1630, quando foi proibida pelo rei Luiz XIII (1601-1643).

Os gatos, na realidade, são dotados de particularidades anatômicas e fisiológicas privilegiadas. É esse senso que permite que esses animais girem rapidamente no ar quando estão caindo de cabeça, reposicionando-se, e fazendo as adaptações necessárias para assegurar a “aterrisagem”

O gato esteve sempre unido à história do homem com um carisma totalmente diferente ao do cão. Sempre foi vítima de inverdades, inclusive que, para pessoas alérgicas, basta um contato com ele para ter péssimos efeitos.

Durante muitos anos foi dito que ter gatos em casa nos primeiros anos de vida aumenta as chances de crianças serem alérgicas, mas um estudo mostra exatamente o contrário, afirma o principal autor do relatório, Dennis Ownby, da Faculdade de medicina de Geórgia, em Augusta. Altos níveis de alergênios de gato em casa reduzem o risco de asma ao mudar a resposta imunológica aos felinos. Quanto mais uma pessoa se expõe a alergênios, como partículas de pó ou pólen, mais desenvolverá anticorpos e maior probabilidade terá de sofrer alergias ou contrair asma.

De acordo com um estudo publicado na revista Pediatrics, sobre a população dos Estados Unidos, mais de 500 mil crianças com menos de 6 anos de idade não teriam a doença se os fatores de risco domésticos fossem eliminados.

Os pesquisadores analisaram 400 crianças durante sete anos e descobriram que aquelas que estiveram expostas a dois ou mais animais de estimação tiveram a metade das chances de se tornarem alérgicas.

Reações alérgicas são causadas quando um anticorpo chamado imunoglobulina-E se associa a uma célula sanguínea chamada célula-mestre. Ao se ligar ao anticorpo, a célula-mestre libera substâncias químicas que causam as inflamações.

Há pelo menos mais quatro estudos recentes sugerindo que o convívio nos primeiros anos de vida com cães e gatos possa permitir que o corpo construa defesas contra os agentes capazes de produzir alergia

Segundo o cientista, Dennis Ownby, a saliva, as fezes e a urina dos cães e gatos transferem muitas bactérias do tipo gram-negativo e isso pode mudar a forma como o sistema imunológico da criança reage a essas bactérias, ajudando a protegê-la contra as alergias.

Para Ownby, os resultados do estudo estão de acordo com o que os médicos chamam de “hipótese da higiene”. A tese é que o sistema imunológico de pessoas que crescem em um ambiente limpo demais, sem contaminantes ambientais, pode reagir em excesso quando se depara com substâncias que provocam alergia.

Os pesquisadores da Universidade da Virgínia são otimistas sobre as descobertas do estudo porque consideram que permitirão entender melhor a relação entre a asma e a exposição aos alergênios, o que, por sua vez, poderá colaborar no desenvolvimento de novos tratamentos dessa enfermidade.

O Brasil ocupa o quinto lugar no ranking de países com maior prevalência de doenças alérgicas, perdendo para o Reino Unido, a Austrália, a Nova Zelândia e os EUA. Uma das hipóteses para explicar esse aumento seria a do excesso de higiene.

Segundo Luisa Karla de Paula Arruda, professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, é preciso analisar a pesquisa. Ela diz que ainda não é possível afirmar se o efeito protetor das alergias é realmente originado das endotoxinas encontradas nos animais. O animal pode, em tese, proteger a maioria dos indivíduos, mas não posso dizer que isso vá acontecer para o indivíduo A ou B. Na maioria dos casos, é provável que a exposição tenha efeito protetor, mas essa proteção não é de 100%. Uma parte pode se sensibilizar.

Para a pediatra Maria Regina Guillaumon, desde que não interfira no desenvolvimento e no crescimento das crianças, a presença de um animal de estimação é benéfica. Segundo o veterinário Renato Miracca, 36, o estudo deve provocar muitos questionamentos. “Às vezes o animal é retirado sumariamente de casa, mas a reação alérgica pode estar sendo causada por outros fatores, como o cigarro e a poeira do ambiente”, orienta.

Durante a gestação, muitas proprietárias de gatos ficam com dúvidas sobre a segurança no convívio com esses animais. Embora a transmissão da toxoplasmose seja atribuída ao gato ela é transmitida mais frequentemente por outros meios. Cuidados simples permitem a convivência entre gatos e gestantes sem prejuízos.

Existe ainda o mito de que a toxoplasmose é a “doença do gato”, e esse pensamento equivocado é comum mesmo entre muitos médicos.

Os gatos podem transmitir a doença, mas para isso ocorrer eles devem estar infectados. Isso ocorre ao comer roedores, passarinhos e outros animais contaminados. O parasita então é passado nas fezes do gato na forma de oocisto, que é microscópio e pode ser ingerido pelo ser humano em algumas situações:

- Após limpar a caixa de fezes do gato;

- Comer alguma coisa que entrou em contato com fezes de gato infectado com toxoplasma.

O gato que fica dentro de casa, sem o hábito de caçar, raramente poderá estar infectado com a toxoplasmose. Um exame simples de sangue no felino é suficiente para eliminar as dúvidas.

Algumas dicas para evitar a contaminação:

- Lavar as mãos após o contato com carne crua;

- Lavar pias, tábuas de carne e outros utensílios;

- A carne deve ser cozida para o consumo;

- Lavar bem as frutas e verduras;

- Limpar diariamente a caixa sanitária do gato, pois assim as fezes são removidas antes que os “ovos” possam se tornar contaminantes. As mulheres grávidas devem evitar essa tarefa, ou utilizar luvas e depois lavar bem as mãos;

- Não alimentar os gatos com carne crua, vísceras ou ossos e não permitir que saiam de casa para que evitem o hábito da caça;

- Combater vetores, como insetos, por exemplo.

Quanto a questão da convivência de bebês e gatos especificamente, não há problema algum se algumas regras forem seguidas. Primeiramente, os animais devem estar com a vacinação em dia. Tanto a Polivalente quanto a Anti-rábica.

Não existe uma indicação de raças específicas para convivência com crianças. Existe o bom senso. A raça persa seria a mais indicada por ser quase que de “pelúcia” de tão mansos. Mas também existem outros felinos que podem conviver com crianças, desde que muito bem escolhidos pelos pais desde filhotes.

A companhia de um gato traz muitos benefícios psicológicos, e um deles é aliviar o estresse. Poder cuidar de um animal, ter um gatinho para abraçar faz você se sentir bem, e reduz o nível de estresse, pois influencia positivamente o seu humor.

Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Os gatos também têm de ir à escola

Pipoca - Para Adoção

A primeira aula é para o dono. Sem precipitações, deixe que o animal se habitue à casa, a si e ao restante da família, bem como a outros animais que possua. Dê-lhe tempo. Mais tarde, mãos-a-obra. Basicamente, não se deve educar um gato. Vai contra a sua natureza. Mas há certas regras básicas que lhes deve transmitir. Os gatos, como os cães, só aprendem experimentando, e é nessa altura que a lição tem lugar. Se ele faz algo bem, deve acariciá-lo. Fazer-lhe festas.

Se tiver à mão uma guloseima, ainda melhor. Se ele faz algo errado, aí, tem de o castigar na hora. Não vale a pena fazê-lo depois. Tem de ser logo após a arte feita. Se a punição surgir mais tarde ele vai associar a bronca a uma coisa diferente, não conseguindo estabelecer a relação causa-efeito pretendida. Nunca lhe bata com folhas de jornal. Aliás, não se deve bater, agressão física além de não resolver e não educar, irá traumatizar seu felino.

O gato também não pode perceber que é o dono quem o está a castigar, mas tem de entender que o que fez tem consequências de que não gosta. Por exemplo, se ele arranhar o sofá, faça um barulho alto, o assuste com o barulho, porque eles detestam ser surpreendidos. Bata palmas ou até pulverize água nele. Use uma lata com moedas. São dos melhores métodos de castigo. Além de que são ações que ele não associa à sua pessoa, mas a algo estranho, desconhecido.

Se o animal entender que está sendo castigado pelo dono, não só o vai evitar no futuro como é provável que repita a arte. Outro método, caso não tenha nada adequado para o assustar, é empurrar-lhe a cabeça com gentileza. Ao mesmo tempo, diga um não de forma firme. Ele começará a perceber. Treine-o desde pequeno, e não se esqueça de que quando são pequeninos têm comportamentos aos quais, na altura, achamos muita graça, mas que, mais tarde, deixaremos de achar.

Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede

domingo, 25 de novembro de 2012

Cães voltam a andar graças a transplante de células-tronco


Cães que há pelo menos um ano estavam com as patas traseiras paralisadas recuperaram parte dos movimentos depois que tiveram células-tronco transplantadas diretamente para suas medulas espinhais


Até pouco tempo atrás, Jasper não conseguia mover as patas traseiras devido a uma lesão na medula espinhal. Ele conseguiu recuperar os movimentos após o transplante 
(May e Peter Hay)


Jasper, 10 anos, é um pequeno cachorro da raça dachshund que vive com um casal na cidade de Cambridge, Inglaterra. Há anos com as patas traseiras paralisadas devido a uma lesão na medula espinhal, o cãozinho recuperou os movimentos após um transplante de células-tronco nasais no tecido da medula danificado. Jasper faz parte de um grupo de cachorros que participou do primeiro teste que conseguiu recuperar uma lesão "real" de medula em um animal — e não uma lesão causada em laboratório. Os resultados foram publicados na edição deste mês da revista científica Brain.

As células transplantadas foram obtidas do bulbo olfativo (um par de pequenas estruturas situadas na parte mais posterior do cérebro que recebem informações de moléculas de odor captadas por receptores no nariz) dos próprios animais.

Realizado a partir de uma parceria do Centro de Medicina Regenerativa do Conselho de Pesquisa Médica do Reino Unido, e da Escola de Veterinária da Universidade de Cambridge, o estudo transplantou para as áreas danificadas da medula um tipo de célula nasal já conhecida por sua capacidade de restaurar partes de células nervosas. "Havia a hipótese segundo a qual essa célula-tronco (do bulbo olfativo) poderia servir como um eficaz conduíte para regenerar axônios nas zonas de transição entre tecidos avariados e intactos da medula espinhal", escreve o professor James Guest, do Departamento de Cirurgia Neurológica da Escola de Medicina Miller, da Universidade de Miami, nos Estados Unidos, em um comentário sobre a pesquisa, também publicado na Brain.

O pequeno Jasper fez parte de um grupo de 34 cães, todos com algum tipo de paralisia há pelo menos um ano, causada por danos severos à medula espinhal – nenhum deles conseguia mexer as patas traseiras. Metade da amostra, entre os quais Jasper, recebeu o transplante das células, removidas do bulbo olfativos e depois cultivadas em laboratório. Nos meses subsequentes, eles tiveram os avanços de coordenação motora monitorados em esteiras com o suporte de arreios.

O vídeo abaixo mostra Jasper antes do transplante de células e seis meses depois:


Cautela — De acordo com a Universidade de Cambridge, os cachorros que foram submetidos ao transplante apresentaram avanços consideráveis em relação ao grupo de controle. Eles conseguiram mover as patas antes inutilizadas e passaram a coordenar os movimentos com os membros anteriores.

Um dos autores do artigo publicado na Brain, Robin Franklin, da Universidade de Cambridge, afirmou que "os resultados são extremamente empolgantes porque revelam pela primeira vez que implantar esse tipo de célula numa medula espinhal severamente danificada pode trazer uma melhora significativa."

Em relação à aplicação humana, ele avalia que a técnica pode recuperar "pelo menos um pouco do movimento" prejudicado. "Estamos ainda longe de afirmar que podemos recuperar todas as funções perdidas. É mais provável que esse procedimento possa um dia ser usado como parte de uma combinação de tratamentos, ao lado de medicações e fisioterapias. Nós estamos confiantes que, no futuro, a técnica possa recuperar ao menos parte dos movimentos em humanos."

Para a professora Mayana Zatz, do departamento de Genética e Biologia Evolutiva da Universidade de São Paulo (USP) e colunista do site de VEJA, a pesquisa traz resultados otimistas, mas é preciso cautela porque, como os próprios autores do estudo reconhecem, as novas conexões nervosas só tiveram alcance em regiões próximas do traumatismo na medula espinhal. "A pesquisa mostra um caminho, mas é preciso cautela." 

Os pesquisadores ressalvam, por exemplo, que pessoas que sofrem com lesões na medula espinhal avaliam que a recuperação de funções sexuais e fisiológicas como mais importantes do que a mobilidade. Nesse sentido, nenhum resultado significativo na recuperação do controle do intestino e da bexiga foi observado no estudo.

Fonte:http://veja.abril.com.br

Estudo sugere que gatos do Egito antigo deixaram descendentes



Uma equipe de pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados Unidos, descobriu que felinos mumificados no Egito antigo deixaram descendentes na população moderna de gatos do país. O resultado surgiu a partir de uma análise de DNA feita com múmias desses animais. O estudo foi publicado no Journal of Archaeological Science e foi coordenado por Leslie Lyons, que participou do grupo responsável por clonar um gato doméstico pela primeira vez em 2002. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.


Os antigos egípcios ofereciam pequenas múmias felinas como presente à Bastet ou Bast, sua deusa com cabeça de gato. Para isso, grandes criadouros de bichanos foram surgindo, onde os animais eram sacrificados, ressecados com natrão (mistura de sais comuns do Egito) e recobertos com óleos e resinas aquecidos. O processo antigo dificultou o estudo atual, pois não preservou o DNA dos animais.

O grupo conseguiu extrair, porém, material genético de três múmias felinas a partir de ossos das patas e da mandíbula. A análise das sequências genéticas provou que os gatos do Egito moderno ainda carregam linhagens de DNA mitocondrial dos ancestrais que viveram há 2 mil anos. Além disso, com as descobertas, Lyons sugere que o povo dos faraós foi o primeiro a produzir raças domésticas de gatos.

Fonte: http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia

sábado, 24 de novembro de 2012

Gato se esconde na mala e viaja para a Disney junto com a dona



A americana Ethel Maze, residente de Circleville, Ohio, nos Estados Unidos, foi curtir as férias na Disney, na Flórida e acabou levando um susto. Ao chegar ao hotel, a mulher se surpreendeu quando encontrou seu gato de estimação dentro da mala.


Ethel contou que não havia percebido que o gato havia se escondido dentro de sua mala. O bichano passou pelo aeroporto de Port Columbus e Orlando e só foi descoberto quando a dona chegou ao hotel, 10 horas depois.

“As autoridades do aeroporto ainda não sabem como o animal passou pela Agência de Segurança do Transporte dos Eua (TSA) em Port Columbus, já que os equipamentos de scanners são muito sensíveis”, disse a porta-voz da TSA, Sari Koshetz.

Fonte:http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Como encontrar o arranhador ideal para o gato



Para não errar na hora de escolher um arranhador para o seu bichano, observe as preferências e necessidades dele. No começo, disponibilize mais de um tipo para o felino e veja qual ele gosta mais. Teste arranhadores de vários materiais: madeira, corda, carpete e papelão.

É importante saber que alguns felinos curtem mais arranhar superfícies verticais do que horizontais, enquanto outros preferem variar. Outra dica importante: quase todos os gatos gostam de arranhar objetos bem firmes. Portanto, escolha arranhadores grandes ou que possam ser fixados em algum lugar da casa.

Quando você encontrar o modelo que mais agrada o bichano, substitua aos poucos os tipos que ele não usa por aqueles que mais curte. Lembrando que, os arranhadores são um ótima pedida para evitar que o gato arranhe os móveis da casa.

Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Autor: Alexandre Rossi

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Polícia Ambiental ministra palestra para alunos da rede municipal - Umuarama - PR


Estudantes da Escola Municipal Manoel Bandeira participaram ontem de uma palestra ministrada pelo sargento Clailton, da Polícia Ambiental de Umuarama. Os alunos receberam informações sobre tráfico de animais silvestres e animais ameaçados de extinção. “É muito importante que eles tenham conhecimento dos crimes cometidos contra a fauna silvestre e desenvolvam a consciência ambiental desde já, para que esses danos possam ser minimizados futuramente”, enfatizou o sargento. Segundo ele, a educação ambiental é uma das atribuições do Batalhão de Polícia Militar Ambiental. “Nossa função é instruir, tanto crianças quanto adultos, sobre a legislação ambiental e a importância da preservação da natureza e utilização sustentável de seus recursos, visando uma melhor qualidade de vida para a população”, completou.



Fonte: http://www.ilustrado.com.br