quinta-feira, 26 de janeiro de 2012


Olá a Todos ! !

Estamos de volta com nossas
Campanhas de Adoção de Cães e Gatos

Sábado, 28 de Janeiro de 2012.
Largo do machado – RJ 
das 10h às 18h

Teremos lindos cachorrinhos e gatinhos, Adultos e Filhotes,
Que esperam, ansiosos, POR VOCÊ ! ! !

E, se você não pode adotar, 
PODE AJUDAR.

Ajude os animais carentes com:
Doação de ração para cães e gatos, adulto e filhotes, seca e úmida
Doação de medicamentos (antibióticos,
anti-pulgas, vermífugos...)
Doação de caminhas, coleiras...

Faça circular nosso pedido entre seus amigos, coloque nossos cartazes de divulgação em Pet Shop’s, academias, 
clubes, igrejas...


Seja solidário.









domingo, 22 de janeiro de 2012

Refresque seu cãozinho com receita de sorvete de frango

Você não é a única que acha que tomar sorvete é uma das maneiras mais refrescantes de driblar o calor. Seu cachorro também pede por algo saboroso para encarar o verão. Por isso, antes de oferecer guloseimas que podem trazer complicações ao seu pet, melhor manter o pote de água dele sempre cheio e preparar uma sobremesa que vai aliviar o incômodo das altas temperaturas.




Alguns animais mastigam pedaços de gelo, mas outros não são atraídos já que os cubos são inodoros. Por isso, o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani, ensina umtruque: caldo de galinha congelado. “É uma forma de refrescar o animal com uma fonte de proteína indicada porque não traz perigo de diarreia ou ganho de peso”, conta. A receita é simples.

Modo de preparo:
Cozinhe meio quilo de carcaça ou pedaços de frango por 20 minutos na panela de pressão, com uma colher de chá rasa de sal, dois talos de salsão, meia cebola e um litro de água. Retire a gordura superficial com uma colher e coloque em forminhas de gelo. Espere congelar e sirva.

Dessa forma, você livra seu cão de possíveis complicações ao dar alimentos comuns. “Os sorvetes são feitos a base de leite e podem dar diarreia além de ser uma fonte calórica, favorecendo o ganho de peso”, explica Quinzani. O ideal é “evitar qualquer tipo de alimento condimentado, gorduroso e dar preferência sempre à ração”, indica.

Além da sobremesa, Marcelo dá dicas de como não deixar seu cachorro com a língua para fora nos dias quentes. “É preciso deixá-lo com pelo tosado, fazer banhos semanais com água em temperatura ambiente e depois secar com secador frio, deixar água fresca e abundante à vontade, manter o animal em ambiente sombreado e se for o caso com ventilador ou ar condicionado, evitar passeios nos horários mais quentes do dia”, conta.

Vale lembrar que se você tem um gato em casa, o truque do caldo de galinha também pode ser usado, mas além de não gostar muito de alimentos gelados, eles mantêm o calor corporal dormindo durante o dia.



Nossa dica: Não recomendamos o uso de cebola em alimentos para cães e gatos.


sábado, 21 de janeiro de 2012

Calor excessivo pode levar cães à morte

Se você anda incomodado com o calor lá fora, imagine o seu amigo de quatro patas com toda aquela camada de pelos? “Os cachorros não transpiram pela pele como os humanos”, explica o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani. “Eles perdem calor pela respiração e transpiram pelos coxins plantares (localizados na sola das patas) e pelas narinas. Como essa área é muito pequena em relação à extensão do corpo, ela é insuficiente para manter a temperatura corpórea próxima da temperatura normal”, explica o diretor clinico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani.


cachorro derretendo de calor Calor excessivo pode levar cães à morte



Segundo o médico veterinário, quando o cão é exposto a altas temperaturas, ou a estresses e atividades intensas em dias muito quentes, sua temperatura interna pode ultrapassar os 40ºC e é aí que o cachorro pode apresentar hipertermia, quadro que pode provocar convulsões, diarréia,vômitos e levar à morte.

Os sintomas da hipertermia são: respiração ofegante, hipersalivação, temperatura acima de 40°C, mucosas avermelhadas, taquicardia, arritmias cardíacas, vômitos, muitas vezes com sangue, diarréias também com sangue, manchas e hematomas dispersos pelo corpo, alterações mentais, convulsões, tremores musculares, dificuldade de locomoção e falta de coordenação motora, diminuição ou ausência da produção de urina, coma e parada cardiorrespiratória. “A hipertermia é uma condição gravíssima que requer tratamento médico imediato. Uma vez que os sinais clínicos desse quadro são identificados, existe um tempo extremamente curto para ser revertido, diz Quinzani.

Independente da raça, todos os cães estão predisposto a essa patologia se submetidos a condições ambientais desfavoráveis de calor e umidade. Porém, cães com focinhos curtos como bull dog, boxer, pug, lhasa apso, shi tsu, boston terrier entre outros, estão mais suscetíveis ao problema. “Anatomicamente já são desfavorecidos de um aparelho ‘refrigerador’ adequado”, explica o veterinário.


Emergência: saiba como proceder

Aos primeiros sinais clínicos de hipertermia o animal deve ser retirado imediatamente do ambiente quente, colocado sob refrigeração ou ventilação adequada. “Molhar o animal com um borrifador e toalhas frias também auxilia no processo de refrigeração. Porém, não se deve submergir o animal em água fria, pois isso leva a vasoconstrição periférica dificultando ainda mais a dispersão de calor. É preciso também procurar imediatamente um médico veterinário”, diz Quinzani.

Confira as dicas preventivas:

1. Evite passeios e esforços físicos em dias quentes e úmidos.

2. Não deixe o animal preso dentro do carro, mesmo com vidros abertos.

3. Não deixe o animal em ambientes fechados ou sem acesso à sombra e água fresca.

4. Não dê banhos com água quente e secadores quentes no verão.

5. Não submeta o animal a situações de estresse psicológico que o deixe ofegante por medo ou insegurança.

6. Evite esforços ou condições desfavoráveis para animais obesos ou que tenham anatomicamente alguma dificuldade respiratória.

7. Evite a contenção forçada do animal e uso de focinheira em ambientes quentes e fechados.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Crimes contra animais: a consagração da impunidade


Crimes contra animais: a consagração da impunidade

Por Marli Moraes em 19/01/2012


  

Atos bárbaros contra os bichos sempre ocorreram desde o primeiro contato nosso com os que chegaram aqui há milênios e sempre ocorrerão porque vemos nas espécies não-humanas apenas objetos com as mais variadas serventias..

Muitas barbaridades foram cometidas em nome de qualquer coisa, sejam nos rituais religiosos, nos circos, nas arenas de touradas, nas caçadas reais, nos matadouros, nos criadouros, nas universidades e laboratórios onde sádicos torturam e matam em nome da ciência e a maioria dessas crueldades tem carimbo oficial, reconhecidas por leis e outras desculpas e se tornam convenientemente aceitáveis pela sociedade por serem legalizadas, ou seja, oficializam a matança; o que não nos impede de combatê-las, de mostrarmos o lado obscuro e cruel dessas atividades.

É uma luta desigual, mas não desistiremos.

A diferença é que em certas situações, essa agressividade pode e deve ser contida pela punição proporcional ao ato, que de modo nenhum pode e deve ser considerado de menor potencial ofensivo, expressão debochada sobre os gritos de dor de um bicho sendo torturado

Em outra ponta encontramos os crimes individualizados, no varejo, atualmente muito divulgados pela imprensa que localizou nas redes sociais da internet os Movimentos de Defesa dos Animais; viu aí o termômetro de uma parcela da sociedade até bem pouco tempo excluída do processo político e por isso desdenhada até mesmo por essa mesma imprensa, que hoje dá visibilidade à nossa Causa. Nos últimos meses os canais de TV passaram a exibir vídeos chocantes, cenas de filme de terror que alertaram a sociedade sobre uma realidade que nós conhecemos há muito tempo.


Casos de crueldades se repetem e nada acontece porque temos uma legislação molenga bem ao gosto do brasileiro: em cima do muro, tentando não desagradar as duas partes; só que, no caso dos animais não estamos satisfeitos, queremos mudanças e radicais, não aceitaremos maquiagem na Lei 9605/32, ou qualquer artigo.

Descoisificar o animal não-humano é nosso propósito, dar a ele o estado legítimo de direito como um ser vivo provido das mesmas emoções que as nossas, merecedor portanto, de respeito e reconhecimento Jurídico.

Queremos, não estamos pedindo, estamos sugerindo e exigindo uma legislação onde o crime contra uma vítima sempre indefesa e inocente seja punido com um equivalente ao ato, seja o cometido por adultos ou um “dimenor”; o que importa é o potencial de periculosidade enrustido na mente de quem tortura um ser vivo e segundo as estatísticas do FBI, 85% dos “serial killer” treinaram em seus animais de estimação; se a Lei 9605, em si, oferta a liberdade por sua própria fragilidade, isso significa colocar nas ruas um assassino de humanos como se fosse uma bomba relógio, e a faixa etária não pode ser usada para atenuar a intensidade do ato.

O tempo urge e a cada dia, mais animais sofrem nas mãos de quem deveria estar na cadeia e por isso desejamos ações rápidas, sem as já conhecidas enrolações legislativas, até porque muitos que simplesmente desprezam a Causa irão se aproximar com pele de cordeiro, interessados de última hora.

Uma proposta de iniciativa popular está sendo cogitada; que seja então elaborada com sugestões as mais radicais possíveis, não podemos correr o risco de nossos ideais de Justiça sejam esfacelados pelas inúmeras emendas que serão colocadas no trâmite do Congresso. É aí que entra a maquiagem da bondosa Lei 9605 a que me refiro, não há a menor possibilidade de aceitarmos esmolas.

Com uma lei justa, bem formatada, sem brechas, inteligentemente regulamentada ainda assim precisaremos da trilogia abaixo:

- uma Delegacia Especializada, ou setores determinados em todas as unidades policiais com Policiais voluntários; assim nos livraremos das ironias quando vamos tentar registrar uma ocorrência envolvendo animais;

- uma Promotoria voltada para os crimes contra a fauna não-humana; um processo acusatório bem montado por quem de fato se interessa, dá mais suporte e esperança de que as provas e a verdade não desapareçam dos autos; também com voluntários;

-um Juizado Especial – pouco adiantam as duas etapas acima se o processo cair nas mãos de um Juiz comum que não gosta de bichos e tiver em mãos uma lei idiota.

O que muitos poderão dizer: matam gente… e nada acontece. Então, estabelecemos aí as diferenças: nós, defensores dos animais não somos exatamente acomodados sabemos como exercer em toda sua plenitude a cidadania e não nos conformamos com a impunidade; nenhum de nós vai diante das câmeras de TV perdoar um criminoso, rezar por ele como é comum acontecer, hipocritamente. Ora, se as pessoas perdoam seus algozes, monstros que assassinam seus filhos, como cobrar dos políticos leis mais severas? Esses mesmos políticos estariam na contramão da voz da sociedade boazinha que só vendo.

Nós, não, não perdoamos, queremos Justiça e Justiça séria, não essa palhaçada legal.

Vamos sacudir essa inércia custosa que é o Congresso. Se nossos políticos não se sensibilizam com os milhares de mortes covardes de pessoas de bem, se ainda criam todos os estímulos, incentivando e premiando marginais com regalias mil, até o abominável auxílio-reclusão, conosco eles terão que justificar seus salários e mordomias.

E se você gosta da nossa disposição, admira nossa coragem, compareça em sua cidade no dia 22 de janeiro na manifestação por uma legislação justa para os crimes cometidos contra os animais.

Seja bem vindo a um Movimento nascido nas bases, nas raízes populares, um clamor que vem de longe e e agora toma corpo com a inclusão digital o que nos permite uma ampla a troca de informações.

Dedico esse dia aos milhares que choraram pelas injustiças e se foram carregando em seus corações a tristeza da impunidade. Suas lágrimas não foram em vão, estamos aqui, um exército de voluntários armados com muita paixão e uma determinação inabalável. Um exército onde cada um é seu próprio líder.

Aos que chegam agora estou certa de que continuarão essa luta.




“Sou extremista porque quem é moderado na proclamação da verdade, proclama somente a metade da verdade e deixa a outra metade velada por medo do que o mundo dirá.” (Gibran)

*Marli Moraes, carioca da gema, é dona de casa, presidente da Resgato, sociedade civil sem fins lucrativos e ativista pelos direitos dos animais.



No Rio de Janeiro a manifestação será nesse próximo Domingo dia 22, às 10hs, de frente ao Copacabana Palace.

Saúde diz que morte de gato por raiva em São Paulo é caso isolado






O Ministério da Saúde informou hoje (17) que a morte de um gato pelo vírus da raiva, registrada em dezembro do ano passado em São Paulo, está sendo tratada como um caso isolado. O estado não notificava contaminações pela doença desde 1997.

Ainda segundo a pasta, a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo já realizou a chamada vacinação de bloqueio em cães e gatos, recomendada quando são registrados casos isolados, na tentativa de evitar que o vírus se espalhe para outras regiões.

Em 2010, a vacinação contra a raiva foi suspensa em todo o país em razão de efeitos adversos provocados pela vacina, que chegou a causar a morte de alguns animais. No ano passado, a maioria dos estados não realizou a imunização porque exames laboratoriais que deveriam assegurar a segurança da vacina não ficaram prontos a tempo.

O ministério informou que a vacinação contra a raiva será retomada este ano em todo o país e que o estado de São Paulo já recebeu, este mês, doses para a realização de campanha.

A transmissão da raiva se dá pela penetração do vírus contido na saliva do animal infectado, principalmente por mordidas, arranhões e lambidas de mucosas. O período de incubação é extremamente variável – desde dias até anos. A média é de 45 dias para o homem e de dez dias a 2 meses para cães. Em crianças, existe tendência para um período de incubação menor que no indivíduo adulto.









Fonte:http://www.jb.com.br

Confirmada morte de uma gata por raiva em São Paulo

Depois de 30 anos sem casos de raivas em animais domésticos em São Paulo, o município confirmou a morte de uma gata por causa da doença. O felino pertencia a uma moradora de Moema, bairro de classe média alta na Zona Sul de São Paulo. O animal morreu em outubro do ano passado. A Secretaria Municipal da Saúde só foi comunicadas agora por conta da dificuldade em se esclarecer a causa da morte. Confira os detalhes com Patrícia Rizzo.




sábado, 31 de dezembro de 2011

A todos que nos acompanham nessa luta por melhor qualidade de vida para nossos amigos de patas.

A todos que ajudam, torcem, repassam, oram.

Aos nossos Adotantes

A você.


Prepare o seu cão para a noite de passagem de ano




Quando amanhã soarem as 12 badaladas, em muitos locais será lançado fogo-de-artifício para dar as boas-vindas ao novo ano. Há também quem bata as tampas do tacho para afuguentar os maus espíritos. Barulhos mais do que suficientes para assustarem até o mais corajoso dos cães. Para evitar que algo de mal aconteça ao seu amigo de quatro patas, a associação ANIMAL deixa-lhe aqui alguns conselhos:


OS PERIGOS DOS FOGOS:

Fugas – os animais perdem-se, podem ser atropelados, provocar acidentes, etc.;

Mortes - enforcando-se na própria coleira quando não conseguem rompê-la para fugir, atirando-se de janelas; atravessando portas de vidro, batendo com a cabeça nas paredes, grades, etc.;

Graves ferimentos - quando são atingidos por foguetes, ou sem saberem abocanhando um rojão achando que é um brinquedo;

Traumas - com mudanças de temperamento, nomeadamente para pânico e/ou agressividade;

Ataques - investidas contra outros animais e contra humanos, mesmo que estes sejam seus conhecidos;

Mutilações - no desespero para fugir podem mutilar-se ao tentar atravessar grades e portões;

Convulsões (ataques epiléticos);

Afogamento em piscinas, tanques e poços;

Quedas de andares ou de alturas superiores;

Aprisionamentos indesejados em locais de difícil acesso;

Paradas cardiorespiratórias.


RECOMENDAÇÕES:

- Acomodar os animais dentro de casa, onde se possam sentir em segurança, com iluminação suave e se possível um rádio ligado com música;

- Fechar portas e janelas para evitar fugas e suicídios;

- Dar alimentos leves, pois os distúrbios digestivos provocados pelo pânico podem matar (torção de estômago, por exemplo, especialmente em animais de porte grande);

- Cobertores pesados estendidos nas janelas ajudam a abafar o som, bem como cobertores no chão ou um edredom sobre o animal;

- Não deixar muitos cães juntos, pois, excitados pelo barulho, podem lutar até a morte. Tente deixá-los em quartos/divisões separados, para evitar que na altura dos fogos se mordam uns aos outros por desespero;

- Algumas horas antes da meia-noite leve os animais para perto da televisão ou de um rádio e aumente aos poucos o volume, de forma a que se distraia e se vá habituando ao som alto. Assim não ficará tão assustado com o barulho intenso e inesperado dos fogos;

- Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos; podem ser colocados alguns minutos antes e tirados logo após os fogos

- Por favor não tome a iniciativa de sedar um animal. Nunca deve recorrer a calmantes e/ou sedativos sem que estes estejam devidamente prescritos pelo médico veterinário assistente.

- Todos os animais se assustam facilmente nas épocas festivas com o barulho dos foguetes. O pânico desorienta-os, e fá-los correr desorientados e sem destino.

Tente evitar as situações acima descritas garantindo aos animais condições mínimas de segurança, evitando ambientes conturbados e barulhentos (desde antes da meia-noite – umas três horas antes seria o ideal), passe-lhes paz e tranquilidade, dando-lhes a sensação de que tudo está bem e sob controle.



 








sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Vacinar ainda é a melhor e MAIS BARATA forma de prevenção.

Uma vacina para as doenças caninas custa em torno de R$ 50,00. Uma vacina contra raiva custa em torno de R$ 25,00.

Uma consulta quando o seu cão começa a ter diarréia e suspeita de cinomose vai custar em torno de R$ 80,00.

Apenas raciocinando em termos de DINHEIRO: 

O QUE É MAIS BARATO ?

O mesmo vale para os gatos e as doenças dos gatos.



Felino confirmado laboratorialmente para Raiva, domiciliado no Município de São Paulo

Um Felino do Bairro de Moema foi confirmado laboratorialmente positivo para Raiva, 

Histórico

Em 04/10/2011, a proprietária de uma casa que abriga animais encaminhou, ao Serviço de Patologia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, um gato que morreu no dia 03/10/2011, para a investigação da causa da morte.

Esgotadas as patologias pesquisadas, o material foi encaminhado para o Laboratório de Diagnótisco de Raiva da referida Faculdade, com resultado de IMUNOFLUORESCÊNCIA POSITIVA PARA VÍRUS RÁBICO, provável variante de morcego (laudo definitivo em andamento).

Há 28 anos não se registram casos de raiva em cães e gatos na Capital (em 1983 ocorreu o último caso de raiva em cão por variante canina).

Investigação:

O Município de São Paulo desencadeou a busca ativa dos casos que tiveram contato com o animal morto. 

De 02 a 05/12/2011, foram contabilizados 22 felinos, 5 cães e 15 pessoas, sendo: três moradores (incluindo a proprietária, seu esposo e a filha), uma sobrinha e seus dois filhos frequentadores da casa, sete amigos da filha e dois vigilantes particulares do bairro. Não foram identificados casos sintomáticos, entretanto, há notícias de outras mortes em felinos na mesma moradia.

De acordo com a proprietária, um felino fugiu em 03/12. Vizinhos relataram a presença de morcegos na região, que é muito arborizada.

17.12 - Campanha de Adoção - Última do Ano


Ultima Campanha de 2011.

   Retornaremos em janeiro de 2012

Desejamos a todos um Verdadeiro Natal
       E um Ano Novo de Renovação.
      
natal cão e gato.jpg

   
 Que em cada coração possa renascer a
Paz e a Esperança de um mundo melhor.





Sábado, dia 17.12
Largo do Machado - RJ.


feira 17.12.jpg

Campanha de Adoção
de cães e  gatos

das 10h às 18h
Venham conhecer nossos peludinhos



Tragam suas  DOAÇÕES

·      Toalhas, lençóis, colchas usadas
·      Medicamentos ( principalmente vermífugos,
capstar, prednisona, doxiciclina, amoxicilina)
·      Ração seca e pastosa para cães e gatos, adultos e filhotes
·      Comedouros, coleiras, caminhas
·      Coleiras, caminhas, potes, mesmo usados.


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Para Reflexão











“ A cultura antropocêntrica ensina a tratar os animais como coisas. Permite que pessoas andem a cavalo, explorem vacas, comprem bichos de estimação...

Mesmo em nações ditas civilizadas e no seio de religiões que apregoam a compaixão, usar e abusar dos animais não é socialmente considerado violento ou imoral.

Que cegueira é essa, que levou a raça humana a tamanha truculência?

Como nós, os animais têm medo, ficam angustiados e sofrem quando sentem dor. 

Mais ainda: são plenamente capazes de sentir amor, saudade, ternura, alegria, tristeza, solidão, gratidão, solidariedade, frustração, compaixão... 

Tais semelhanças nos aproximam mais do que nos separaria o fato de os animais não raciocinarem. Sentir é tão importante quanto pensar: eis a grande lição da vida! “

Por um mundo melhor, pelas pessoas, pelos animais e pelo planeta.



quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O que pensar antes de comprar ou adotar um animal de estimação?





Adotar um animalzinho é uma responsabilidade enorme que você assume, então pense muito bem antes de tomar essa atitude. Um animal não é um objeto que você pode enjoar e jogar fora, é uma vida que você vai ter que cuidar com todo carinho, e que com certeza também vai te trazer muitos benefícios!



Adquirir a tutela de um animal é um grande compromisso, mas muitas vezes as pessoas compram ou adotam animais por impulso, sem nem lembrar que o animal pode viver por anos e anos. “Achar bonitinho” não é o único ponto que se deve considerar para levar um animal para casa!


Cachorro e menino (foto: sonya etchison - Fotolia)
Cachorro e menino (foto: sonya etchison - Fotolia)


Vejamos o que mais você deve rever antes de adotar um novo animalzinho:

  • Observe se você tem um bom espaço para o animal e tempo o suficiente para se dedicar à ele. Os animais precisam sempre de atenção, para que se mantenham saudáveis.

O ideal é que o lugar que ele vai ficar seja de pelo menos 3mx3m. Quanto ao tempo, o ideal é que se dedique no mínimo 2 horas por dia para brincar com ele.

  • Você terá disposição de cuidar do seu animal por todo o tempo que ele viver, mesmo sabendo que, como qualquer ser vivo, ele pode vir à ter problemas de saúde?

Alguns animais podem viver por 20 anos ou mais e nesse tempo, eles podem ter qualquer tipo de problema. É preciso que você esteja sempre disposto à levá-los ao veterinário, principalmente se notar algo diferente no comportamento dele.

  • Se você já tem animais em casa, precisa pensar na compatibilidade entre eles e o novo animal, para que nenhum deles precise viver trancado depois.

Pode parecer que não, mas isso afeta muito a saúde mental dos animais, podendo até fazê-los adoecer.

  • Caso você tenha alguma emergência ou simplesmente quando for viajar, tem alguém que se comprometa a cuidar do seu animal por você? Ou então conhece algum hotelzinho de confiança, com boas referências?
  • Converse com todos os moradores da sua casa, e só adote se todos estiverem de acordo com a adoção. Isso evitará possíveis futuros conflitos, e o mais importante: evitará que você precise se desfazer do animal mais tarde.
  • Caso você more sozinho(a), avalie o seu estilo de vida antes de adotar. Se você trabalha ou estuda o dia inteiro ou mora em apartamento, por exemplo, não é indicado que você adote um cachorro.

Pesquise quais animais seriam interessantes de adotar, para que ele tenha um bom desenvolvimento e uma boa qualidade de vida.

  • Não adote apenas por caridade, adote apenas se você realmente quiser adotar. Muitas pessoas que fazem esse ato apenas por dó do animal, acabam se desfazendo dele depois. Os animais também se apegam aos donos, e a separação pode deixá-los doentes.

Caso veja que existe algum animal precisando de um novo dono, procure saber de alguma instituição que possa ajudar.

  • Se existirem crianças pequenas na casa, evite acidentes adotando cães de no mínimo, 6 meses de vida. Nessa idade, geralmente o animal já consegue fugir sozinho de alguma brincadeira ou situação que possa machucá-lo.

O ideal é que se espere a criança completar no mínimo 6 anos para começar a ter contato direto com animais. Antes dessa idade, a criança pode machucar o animal ou vice-versa, devido à falta de noção da força que ambos têm.

  • Como citado anteriormente, alguns animais podem até passar dos 20 anos de idade. Sendo assim, você vai ter que investir sempre em boa ração, vacinas, dar banhos, levar ao veterinário periodicamente, dar um bom abrigo, dar atenção e carinho ao seu animal até o último dia de vida dele.

Adotar um animalzinho é uma responsabilidade enorme que você assume, então pense muito bem antes de tomar essa atitude.

Um animal não é um objeto que você pode enjoar e jogar fora, é uma vida que você vai ter que cuidar com todo carinho, e que com certeza também vai te trazer muitos benefícios!

IMPORTANTE: Se seu animalzinho tiver que ficar acorrentado ou preso a maior parte do dia, não adote!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011


Sábado, dia 10.12
Largo do Machado - RJ.



Campanha de Adoção
   de cães e  gatos

       das 10h às 18h
Venham conhecer nossos peludinhos

Tragam suas  DOAÇÕES

  
  • Toalhas, panos, caminhas
  • Medicamentos ( principalmente vermífugos,capstar, prednisona, doxiciclina)
  • Ração seca e pastosa para cães e gatos, adultos e filhote
  • Comedouros, coleiras, 


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Bem estar animal não é sinônimo de caridade


O animal representa a natureza primitiva e instintiva de que todos nós somos constituídos. O animal é parte da natureza e, como tal, não é bom nem ruim, obedece apenas ao seu instinto, que é também o fundamento da natureza humana e, se não for integrado à sua personalidade, pode ser extremamente perigoso. A necessidade de implantarmos, uma nova mentalidade capaz de permitir uma relação de respeito com os animais e a natureza em geral, permitirá também, o desenvolvimento de atitudes éticas na sociedade.


menino cachorro abraco pose petrede Bem estar animal não é sinônimo de caridade


O grande desafio dos centros urbanos que visam a melhoria da qualidade de vida enfocando a ética, é conseguir implantar e fortalecer a idéia, de que o bem estar animal não pode mais ser considerado como um ato de caridade e sim como uma obrigação legal.

A população de pequenos animais, que vivem e sobrevivem , em relação direta com as condições do meio ocupado pelo homem, não podem continuar sendo abandonados. Esta situação requer a urgência de unir esforços da comunidade, para que se obtenha o controle de natalidade, enfatizando a necessidade de sensibilização da população sobre a posse e responsabilidade de animais de estimação.

O abandono de um animal é um ato cruel e degradante, demonstração clara, de falta de caráter e incapacidade para assumir compromissos, e caracteriza-se num crime.

Incentivando as pequenas iniciativas individuais e apoiando as entidades sérias, obteremos um resultado surpreendente, promovendo muitas adoções e a possibilanto a continuidade do imprescindível trabalho de conscientização. Precisamos agir assim, dando sempre continuidade as boas iniciativas, estimulando a idéia que a proteção dos animais se faz através da Boa Ação, e não apenas com Doação.

O engajamento das escolas, na luta em defesa dos direitos dos animais e preservação da natureza , tem um papel relevante para que as crianças passem a trazer consigo um compromisso ético para com o meio em que vivem, combatendo as atitudes do comportamento violento e criando uma sociedade melhor, onde viverão seus filhos e netos.

O respeito ao direito dos animais, assim como as riquezas naturais, precisam também passarem a ser encarados como potenciais turísticos, pois demonstra que existe na cidade um alto grau de civilidade.

A defesa do direito dos animais se faz estimulando a cidadania, o desejo de fortalecer a responsabilidade social, e não apenas como um ato filantrópico. Precisamos combater a causa e não ficar se preocupando apenas em controlar as consequências.

Esta nas mãos de cada um, que se dispõe a ajudar os animais a possibilidade de encontrar a solução, se souber compartilhar suas idéias, promovendo a posse responsável e a castração. Na causa animal não existe vencer, mas sim convencer seus semelhantes a serem mais sensíveis e unidos em prol dos animais.

Vininha F. Carvalho

Jornalista, administradora de empresas, economista e ambientalista, atuando como defensora do direito dos animais.
http://www.animalivre.com.br







Fonte:http://blogs.jovempan.uol.com.br