sábado, 13 de agosto de 2011


Debby Lagranha apoia campanha de adoção e se diverte com cães carentes

A atriz, Natália Soutto e Josie Pessoa, que estará no elenco de 'Fina Estampa', visitaram uma feira de adoção de animais no Rio.
Debby Lagranha foi à feira de adoção Adote um Peludo, no Largo do Machado, na Zona Sul do Rio, neste sábado, 13. A atriz, que estuda veterinária e é apaixonada por animais, fez questão de demonstrar seu apoio à campanha e encheu os animais de carinho. Além dela, Natália Soutto e Josie Pessoa, que estará no elenco de "Fina Estampa", também compareceram.

Onofre Veras /-Ag news

Debby Lagranha e Natália Soutto

  

Onofre Veras/-Ag news

Josie Pessoa, Debby Lagranha e Natalia Soutto encheram os bichinhos de carinho

Oração de um Cão pedindo por adoção










Oração de um Cão pedindo por adoção

                                                     Cora Maria




Ajuda-nos Senhor

Fazemos parte da vossa Divina Criação
Neste nosso mundo cão, não basta apenas ter piedade
Precisamos de solidariedade
Precisamos de ação.
Além de um pedaço de um chão,
Um alojamento nos corações

Ajuda-nos Senhor...
É tão difícil a madrugada gelada
A chuva, a enxurrada
O sol escaldante
E a fome humilhante...

Ajuda-nos Senhor....
É tão difícil ser enxotado a todo instante
Nesta terra, como todos,
Também somos viajantes

É tão pouco o que te pedimos...
Um cobertor que mesmo em trapinhos,
Possa aquecer nosso corpinho.
Uma família,
Um carinho
Uma água bem fresquinha,
Uma panelinha com um pouco de comidinha

Um afago nem que seja de vez em quando
O pouco que vier, vale tanto...

Proteja-nos Senhor.
Das surras que não merecemos,
As vezes tão pouco entendemos...
Proteja-nos da violência
Da impaciência...
E ajuda-nos a entender quando nossos atos for de desobediência

Ajuda-nos Senhor
Nos só podemos retribuir esta graça, doando nosso amor
Lambendo o rosto do nosso protetor

Ajuda-nos Senhor
Tocando os corações, incentivando-os para adoções
Somos muitos, somos milhares.
Somos pretos, somos brancos, malhados, idosos,
cansados, desiludidos e traumatizados

Somos abandonados das ruas
Aglomerados nas instituições
Suplicando por uma adoção....

Ajuda-nos Senhor
Não basta ter piedade
Precisamos de ação
Precisamos de solidariedade
Ajuda-nos Senhor a restituir a nossa dignidade.

E no término desta minha oração
Eu deixo um uivo sentido
Que espalhando no universo se faça ouvido
Ecoando na alma do homem bom
Possamos ter um espaço em seu coração

Ajuda-nos Senhor!
Au..Au...

AUMÉM




sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O comércio de cães de raça




Fábrica de Filhotes:
Abusando dos Cães para Esquentar o Comércio de Filhotes

   


Aqueles filhotes de cães e gatos, fofíssimos, que ficam nas pet shops à venda, são difíceis de resistir, não é mesmo? Mas uma rápida olhada em como essas lojas obtém os animais revelam um sistema na qual o preço que o consumidor paga pelo "cãozinho na vitrine" é pouco perto do sofrimento dos animais. 

Aquele adorável filhote, provavelmente veio de uma "fábrica de filhotes", um lugar onde não se há controle algum sobre a reprodução dos animais. Não é difícil de encontrar um lugar assim: pode ser um vizinho que tem uma cadela "linda" e quer acasalá-la para "ganhar dinheiro". 

Resultado: filhotes que não têm nenhum controle genético, podem carregar alguma doença hereditária e a cadela mãe que não tem descanso: é colocada para acasalar todo cio, ou seja, duas vezes por ano. Algumas até permanecem trancafiadas. 

Muitos sequer levam os animais ao veterinário. A maioria dos animais (filhotes e adultos) não é socializada. O resultado disso é que muitos filhotes acabam sendo abandonados depois de semanas ou meses, pois os donos ficam frustrados com o animal que adquiriram, aumentando ainda mais a população animal das ruas, tornando-os expostos aos maus-tratos, à fome, ao frio.

Gaiolas, Sujeira e Negligência
Nas fábricas de filhotes os animais ficam em pequenas gaiolas feitas de madeira e arame, cabines de pick-ups ou simplesmente amarrados a uma corda. Como já foi dito acima, as cadelas acasalam duas vezes ao ano e geralmente são sacrificadas quando não conseguem mais ter filhotes. As cadelas e suas crias geralmente sofrem de má nutrição, não têm sequer um abrigo e não têm atendimento veterinário nenhum. 

Os filhotes são separados da mãe e vendidos, sendo então colocados em gaiolas e levados às pet shops. Essas viagens podem ser de centenas de quilômetros em pick-ups, trailers, caminhões e/ou aviões, sem comida, água, ventilação, abrigo e espaço para se exercitar. Muitos filhotes chegam a ficar superaquecidos e morrer de calor. Mesmo que uma pet shop jure de pés juntos que não pega os animais de fábricas de filhotes, há grandes chances de que compre de pessoas que têm ligação com essas fábricas, vendendo seus filhotes.

Os filhotes que sobrevivem às condições anti-higiênicas das fábricas de filhotes e ao péssimo transporte até as pet shops raramente conhecem o contato humano que tanto é necessário para se tornarem bons animais de estimação. Por não gastar dinheiro com alimentação adequada, abrigo e cuidados veterinários, as fábricas de filhotes têm um lucro altíssimo.

As condições não melhoram muito quando os filhotes chegam às pet shops. Cães que são mantidos em pequenas gaiolas sem exercícios, amor e contato humano tendem a desenvolver comportamentos indesejáveis e podem latir excessivamente ou se tornar destrutivos e anti-sociais. Diferentemente de sociedades protetoras, as pet shops não se preocupam com o futuro dos filhotes. A falta de leis nesse sentido permitem que as pet shops continuem a vender animais doentes, embora a polícia algumas vezes consegue fechar essas lojas quando se descobre que os animais sofrem de abusos e maus-tratos.

Fábricas e "corretores" fazem grandes negócios
Em algumas dessas fábricas os cães não têm uma cama para dormir e nem proteção contra o frio ou contra o calor. Alguns possuem feridas que não foram medicadas, infecções na orelha e abscessos nas patas. O confinamento e a solidão, algumas vezes, deixam as cadelas loucas.

Existem milhares de "criadores" e de negociadores pelo país, o que gera um movimento grande de dinheiro.

A angústia das raças puras

Algumas pessoas compram cães de determinadas raças por impulso e na maioria das vezes as pessoas sequer lêem a respeito da raça ou estão prontos para o compromisso e as responsabilidades de se ter um animal de estimação. Filmes como 101 Dálmatas e Beethoven, programas de TV como Frasier e comerciais como o do Taco Bell causaram um boom de popularidade de certas raças e, ainda, a maioria dos donos sabem quais são os cuidados necessários da raça que ele comprou.

"Toda vez que Hollywood faz um filme de cachorro, aquela raça se dá mal". Quando aumenta a procura por determinada raça, as fábricas de filhote entram em ação e produzem centenas de filhotes daquela raça. Mas, quando o Jack Russell Terrier não é nada parecido com o "Eddie" de Frasier ou o São Bernardo não age como o "Beethoven", os abrigos e CCZs lotam de cães dessas raças, que foram abandonados por seus donos.

A solução para isso seria os verdadeiros criadores castrarem os filhotes que seriam vendidos como pet, ou seja, como animais de estimação. Aqueles filhotes com qualidade para reprodução e exposição não seriam castrados mas, se vendidos, a responsabilidade de sua criação seria do criador, e não do dono. Os compradores, também, não devem comprar de pet shops, mas sim, de criadores sérios. O preço é mais caro, mas, como diria o ditado: o barato sai caro. Nas fábricas de filhotes, os cães são criados para quantidade, e não qualidade, então doenças genéticas e problemas de comportamento que passam de geração para geração são bem mais comuns nesse tipo de criação. Essa situação resulta em contas de veterinário altíssimas para as pessoas que compram esses cães, além de a probabilidade de se ter cães com desvios de comportamento e anti-sociais ser maior. Os treinadores afirmam que nessas fábricas não há a menor consideração a respeito do temperamento do animal. E, no final, as pessoas ou abandonam os animais por não corresponderem ao que queriam ou, simplesmente, os sacrificam.

Inspeções inadequadas

As fábricas de filhotes raramente são monitoradas pelo governo e não existem leis que a proíbam. Cabe a nós mudar essa situação, pelo bem dos animais, não comprando filhotes de pet shops.

Procurando por um companheiro canino
Com milhares de cães e gatos abandonados (incluindo os de raça) morrendo anualmente nos CCZs, simplesmente não existe razão para que os animais se reproduzam e seus filhotes sejam vendidos pelas pet shops. Sem as pet shops, as fábricas de filhotes tendem a desaparecer e o sofrimento dos cães irá acabar. O melhor lugar para se encontram um amigo animal é em um abrigo, em feiras de adoção ou no CCZ da sua cidade.






Fonte: PETA – Helping Animals: www.helpinganimals.com

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

domingo, 7 de agosto de 2011

Minha vida com Boris – uma história de luta pelos seus direitos





Dra. Thays Martinez estará no dia 08/08/2011 no Jornal de Serviço às 10:00 hrs na Rádio Jovem Pan AM




Com uma narrativa envolvente, a biografia Minha vida com Boris – A comovente história do cão que mudou a vida de sua dona e do Brasil detalha o relato de um triunfo da cidadania. No vibrante resgate das memórias, Thays aborda também a profunda amizade com Boris – uma conexão baseada em confiança e cumplicidade que deixa como legado uma comovente história de afeto para além da vida. A obra traz ainda o relato de aspectos que permeiam o dia a dia de pessoas com deficiência visual – a escolha de roupa e maquiagem, a locomoção, as relações interpessoais, a vida no ambiente corporativo, as conquistas profissionais, o aprimoramento pessoal, a faculdade e pós-graduação e a convivência com cães-guia – Boris e Diesel – de personalidades diferentes. Aspectos que, compartilhados com os leitores, transformam-se em um diálogo rico sobre como enfrentar os desafios do dia a dia com posturas inovadoras, bem-humoradas, flexíveis a mudanças e, principalmente, motivadas pela coragem de sempre buscar a superação. Um diálogo inspirador para pessoas com deficiência ou não.
Nos 10 anos em que estiveram juntos, a advogada Thays Martinez e o cão-guia Boris não só converteram a convivência cotidiana em amizade como foram protagonistas de um capítulo importante da defesa da cidadania e inclusão social no Brasil. Em maio de 2000, recém-chegada dos Estados Unidos, a dupla saiu de casa para trabalhar e… para fazer história. Nesse dia, teve início uma disputa que durou seis anos com a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) – que os impediu de entrar nas instalações, alegando que não era permitido a entrada de animais no local. A luta de Thays e Boris em defesa dos direitos das pessoas com deficiência visual inspirou duas leis que hoje garantem o acesso de cão-guia em espaços públicos e privados – Estadual e Federal, em 2001 e 2005, respectivamente – e deu origem a uma bela história de amizade e parceria, ricamente descrita no livro “Minha vida com Boris – A comovente história do cão que mudou a vida de sua dona e do Brasil”.
A obra, publicada pela Globo Livros, contará com uma sessão de autógrafos em 16 de agosto, a partir das 18h30, na Livraria Cultura (Avenida Paulista, 2073 . Conjunto Nacional). Na ocasião, será lançado também o audiolivro da obra.
leia uns trechinhos do livro:


Página 45
(…) “Lembro-me de uma vez em que estava sozinha com o Boris, seguindo uma rota prede­finida pelos instrutores, que nos acompanhavam à distância e de bicicleta, interferindo apenas em casos extremos. No dia anterior havia chovido muito e, em determinado trecho, o Boris resolveu empacar. Eu o mandava seguir e nada. Ele teimava em pegar um atalho, e eu insistia para que ele seguisse em frente. Ele queria, a qualquer custo, me fazer subir em um montinho de terra e grama que ficava próximo da rua. Eu, que já estava escolada com as coisas que ele aprontava, fui bem enérgica. Mas ele nada de seguir adiante. Daí, o Boris resolveu me levar para o outro lado. Quando me dei conta, estava dentro do jardim de uma casa. Foi então que chegou Moisés, que havia acompanhado a cena de longe, para es­clarecer que ali havia uma grande poça de água. Enquanto todos os outros cães passaram pela água, Boris a evitou e ainda me deu uma alternativa. Até hoje acho maravilhoso lembrar o quanto Boris já era um cachorro cuidadoso.”


Página 53
(…) “Naquela manhã de maio o clima ameno combinava perfeitamente com a satisfação que eu sentia por estar retornando ao trabalho com muito mais liberdade. Boris também estava tranquilo e feliz. O que não poderíamos imaginar é que estávamos saindo de casa para fazer história.Quando o primeiro funcionário do Metrô informou que eu não poderia entrar com o Boris, achei quase natural, mas quando ouvi um quarto funcionário dizer que o Jurídico havia mandado o recado que eu não poderia mesmo entrar com o cão, eu simples­mente não queria acreditar.”

Famosa propaganda da Nissan "Ponêis Malditos" corre risco de ser suspensa








O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) confirmou que vai investigar o comercial “Pôneis Malditos”, da marca Nissan. Mais de 30 reclamações de todo o país chegaram ao conhecimento do órgão depois que a musiquinha alcançou telespectadores e internautas. 

O motivo? A campanha associa as figuras “fofinhas” dos pôneis à palavra malditos. O processo pode lavar cerca de 30 dias. Mas, ainda hoje uma medida liminar pode retirar o anúncio do ar. 

A propaganda já é um dos vídeos mais vistos na internet e conseguiu, na semana passaa, o primeiro lugar nos “Trend Topics” (termos mais citados) do Twitter. O hit “Pônei maldito, pônei maldito” mostrou que vai demorar para sair da cabeça do internauta. 

A diferença entre o anúncio da TV e da internet, porém, aparece apenas no final. Um pônei de olhos bem vermelhos e nada fofinho ameaça você caso feche o vídeo antes que ele termine. 

Portanto, vale a pena não cair na maldição do pônei maldito, que tem até site, e ficar mais alguns segundos ouvindo a música.





     




Fonte: http://www.portalfamososbr.com

sábado, 6 de agosto de 2011

Como os animais ajudam as crianças?


Pessoal, nem precisamos comentar a importância e o respeito que o Hospital Israelita Albert Einstein tem.

Recebemos essa matéria linda e não poderíamos deixar de compartilhar essa maravilha com vocês.



Hospital Israelita Albert Einstein



Animação mostra como os animais de estimação ajudam no desenvolvimento psicossocial das crianças e podem significar mais do que um simples amigo para brincadeiras.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Alerta: cuidados com os animais em pet shops


Pessoal, isso é MUITO sério.


Fujam dos Pet Shop's cujas áreas de banho 
são fechadas ou longe dos olhos.

NUNCA deixe seu animal sozinho. 

Não mande o funcionário pegar ou 
levar na sua casa. 

Acompanhe SEMPRE 
seu melhor amigo !






Na foto, o cão Giginho





Esta é a foto do cão que morreu enforcado em um pet shop no Ipiranga, zona sul de São Paulo. O tutor fala: “Giginho foi encontrado há seis meses abandonado na rua, durante uma chuva. Meu pai o levou para casa para trazer paz à minha mãe, que tinha acabado de perder duas cachorrinhas.”

Não podemos mais tolerar que pet shops irresponsáveis, por intermédio de seus funcionários, firam e matem nossos animais. Vamos iniciar uma campanha, exigindo o seguinte:

- certificados dos tosadores e banhistas pendurados na parede do pet shop;

- recibo do banho, e/ou da tosa;

Em caso de maus-tratos ou morte do animal, vá à delegacia. Se o delegado se recusar a abrir um BO, peça a ele uma DECLARAÇÃO que você esteve na delegacia e que ele, se recusou a fazer o BO. Geralmente, com isso, eles fazem o BO.

Em caso de morte do animal, é necessário a necropsia do corpinho. A USP faz.

Em qualquer caso, encaminhar cópia de tudo para o Conselho Regional de Medicina Veterinária, pois todo pet shop deve ter um veterinário responsável.

A melhor forma de processar o pet shop, é invocando o Código de Defesa do Consumidor. Além das punições criminais cabíveis, o tutor tem direito a uma indenização.

E, por favor, leve o animal quando puder ficar com ele durante o banho! Não o deixe sozinho no pet shop


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Crime de maus-tratos aos animais pode ter pena mais rígida em SP




Tramitam na ALESP (Assembleia Legislativa de São Paulo) dois projetos de leis que pretendem impor penas mais rígidas para aqueles que maltratam os animais. As propostas foram apensadas e devem ser analisadas pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

A proposta mais antiga, de iniciativa do deputado Fernando Capez (PSDB), o Projeto de Lei 845/2010 prevê que toda ação ou omissão que caracterize maus-tratos, ferimentos ou mutilação, seja nos animais silvestres ou domesticados, tais como: tirar a liberdade de movimentos; manter animais em lugares insalubres; sujeitar, em especial os cães, à prestação comercial de serviço de guarda, segurança ou vigilância patrimonial privada; bem como abandoná-los ou encarcerá-los, estão enquadrados no pagamento de multas.

O projeto inova ao estabelecer que para a lei ser aplicada dependerá de instauração de processo administrativo que tem início por meio de comunicação prestada por organizações não-governamentais ou representação do Ministério Público e da Defensoria Pública. A denúncia para os casos de maus-tratos deve estar fundamentada, caracterizando a ação ilegal e identificando o autor da infração. Ao denunciante, a lei garante o sigilo da identidade.

As penalidades fixadas vão de advertência a multa de 1 mil Ufesp. Se houver reincidência, a multa pode chegar a 3 mil Ufesp, cumulada com a cassação de licença estadual para funcionamento do estabelecimento infrator e apreensão do animal.

O projeto 845/2010 já recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça e agora foi apensado ao PL 470/2011.

Comercialização irregular e abandono

Já o Projeto de Lei 470/2011, de autoria do deputado Feliciano Filho (PV) prevê a aplicação de multa de 100 Ufesp’s para aquele que soltar ou abandonar animais em vias e logradouros públicos e privados.

De acordo com o texto, fica proibida a comercialização de cães e gatos em vias e logradouros públicos; a comercialização de cães e gatos não esterilizados cirurgicamente, exceto entre criadores oficiais; a distribuição de animais vivos a título de brinde ou sorteio; a comercialização de animais silvestres sem a devida autorização do IBAMA; a utilização e exposição de qualquer animal em situações que caracterizem humilhação, constrangimento, estresse, violência ou prática que vá contra a sua dignidade e bem-estar, sob qualquer alegação.

Além de ser proibido pelo texto manter animais destinados à venda em locais inadequados ao seu porte, que lhes impeça a movimentação adequada, que não proporcionem todo o necessário para o seu bem estar, bem como animais debilitados e doentes. A penalidade para esses crimes é o pagamento de 200 Ufesp’s por animal.


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Os Chackras dos Animais










O que são Chakras?

Todos os animais, assim como os humanos, apresentam um campo eletromagnético que circunda seu corpo físico e que chamamos aura. Pessoas sensitivas e/ou intuitivas podem sentir ou ver estes campos, e nos pontos onde são mais intensos, manifestam-se como vórtices de luz, chamados chakras.

Chacras são pontos de manifestação energética do corpo sutil, pontos de encontro dos meridianos ou canais condutores de energia, mais próximos da superfície do corpo. Através dos chakras ocorrem trocas energéticas entre o corpo sutil e o corpo físico.

Acupuntura, yoga, reiki, cromoterapia, imposição de mãos, alguns sistemas florais e homeopatia FAO são algumas das terapias que se utilizam dos chakras para reequilibrar a ENERGIA VITAL ou CHI ou PRANA, promovendo a cura integral e holística do indivíduo. Segundo a medicina vibracional, os sinais de desequilíbrio surgem primeiramente nestes campos energéticos antes de manifestarem-se no corpo físico.








QUAIS SÃO OS CHAKRAS DOS ANIMAIS?





São sete chakras maiores localizados centralmente e ao longo do corpo do animal, com localização similar a dos humanos; aproximadamente 21 chakras menores e 6 chakras botão (bud chakras). Os chakras maiores estão alinhados ao sistema endrócrino (as glândulas) e influenciam as áreas do corpo nas quais estão locados. Existem relatos de um oitavo chakra, inexistente nos humanos e que falaremos a seguir.


CHAKRA BASE ou RAIZ : é o primeiro Chakra, sua cor é o vermelho. Localiza-se na base da coluna, próximo à inserção da cauda. Também está associado ao ânus. Este chakra supre as glândulas adrenais e esta associado à SOBREVIVÊNCIA. O instinto de comunicação como ronronar, latir, uivar, grunhir, relinchar, piar, etc, provém deste chakra. É o responsável pelo bom ânimo, a estabilidade, instinto de preservação, força física. Liga o indivíduo a mãe terra.




CHAKRA SACRAL : é o segundo chakra, sua cor é o laranja. Localiza-se na área baixa do abdome (hipocôndrio) e topo da pélvis. Relaciona-se aos órgãos sexuais e sistema urinário. Distúrbios reprodutivos. As glândulas são as gônadas (ovários e testículos). Segurança, emoção, desejo sexual. Sentido do paladar.




CHAKRA ABDOMINAL CENTRAL ou UMBILICAL ou PLEXO SOLAR: é o terceiro chakra, sua cor é o amarelo. Localiza-se na área central do abdome e costas. Está relacionado aos órgãos da digestão, o fígado; a glândula é o pâncreas. Rege a força, a energia, o propósito e a origem do indivíduo. Sofre influências do estado emocional do animal.




CHAKRA DO CORAÇÃO: é o quarto chakra, sua cor é o verde. Localiza-se na área central do tórax. Relaciona-se ao coração, pulmões, fôlego e timo (exerce papel vital no sistema imune). É o chakra do amor e da compaixão. Emoção, equilíbrio, partilha. Toque, sensibilidade.




CHAKRA DA GARGANTA: é o quinto chakra, sua cor é o azul celeste. Localiza-se na garganta e relaciona-se à comunicação, vocalização, audição e às glândulas tireóide e paratireóide. É o chakra da criatividade, expressão e da comunicação.


CHAKRA DA FRONTE OU DO TERCEIRO OLHO: é o sexto chakra, sua cor é o azul índico. Localiza-se entre os olhos, ligeiramente acima do ápice do plano nasal . Governa a recepção sensorial do meio externo e sua transmissão ao cérebro. Relaciona-se às sensações e a intuição. Hipófise; controla o relógio biológico; reconhecimento do self.



CHAKRA DA COROA: é o sétimo chakra, sua cor é o violeta. Localiza-se no topo da cabeça, entre as orelhas. Controla cada aspecto do corpo e da mente animal. É o chakra da conexão com o cosmos e a criação. Quando desequilibrado pode causar depressão, deslocamento e isolamento. É o chakra por onde absorve-se a energia cósmica. .

Supre a glândula Pineal, o sistema nervoso central, o sistema cranio-sacral, a medula, pele e cabelos.
O sentido é o do pensamento. As palavras chave são serenidade, espiritualidade, paz, equilíbrio, libertação e sabedoria.



CHAKRA BRACHIAL ou CHAKRA DA CHAVE: é o oitavo chakra, sua cor é o preto. Descrito por Margrit Coates, terapeuta especializada em imposição de mãos (healing hands). Localiza-se na área dos ombros, de cada lado do corpo. Segundo ela, é o mais potente de todos os chakras e é o canal de acesso aos outros chakras maiores, por onde se pode energizar todos os outros. Apresenta importante papel no vínculo animal-humano. Anatomicamente relaciona-se com o plexo braquial, rede que enerva cabeça, pescoço, tórax e membros anteriores.




Dos chakras maiores, os únicos que permanecem abertos do nascimento à morte do animal são o da RAIZ, o SOLAR e o da COROA que estão abertos desde o nascimento e por toda a vida do animal. Os demais chakras maiores podem ou não vir a abrir-se e isto vai depender da estimulação de cada um deles. Os chakras menores e os bud chakras não têm cores tão intensas e definidas como os maiores, mas apresentam-se como anéis de luz, com várias cores mescladas de centelhas brancas. Os chakras dos ouvidos, por exemplo, são descritos como de coloração amarelo pálido alternando com azul brilhante quando despertos ou estimulados.

Os “bud chakras” distribuem-se entre os coxins plantares (4) e nas aberturas dos ouvidos (2). Os dos coxins conectam o animal com a energia da terra, são extremamente sensíveis às vibrações energéticas e quando percebem pontos de “energia boa”, deitam-se sobre estes locais para absorver boas energias através dos chakras solar e da raiz.


A estimulação dos chakras pode ser feita com a imposição das mãos, com a utilização da cromoterapia (incidência de luz colorida ou pedras de cores correspondentes), com a pressão dos dedos, utilizando-se florais específicos para cada chakra ou simplesmente com a mentalização focada em cada um deles. Todas estas técnicas requerem um conhecimento mínimo, que pode ser adquirido pelos tutores com alguma leitura e prática. Experiente, sinta a vibração em cada um destes locais, toque o seu cão, massageie-o, experiencie!


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Concurso transforma alunos da rede pública em Veterinários Mirins


Concurso será realizado com alunos do 5º ano das 53 escolas municipais de São José dos Pinhais
A Prefeitura de São José dos Pinhais lançou nesta semana o concurso Veterinário Mirim, aberto a alunos do 5º ano das 53 escolas municipais da cidade. Serão três categorias (desenho, frase e redação), cada uma delas com tema proposto a ser desenvolvido pelos alunos. Os finalistas terão seus trabalhos publicados em livro.

Servidores da Secretaria de Meio Ambiente estão visitando as escolas municipais para divulgar o concurso e o seu regulamento. Segundo a secretária de Meio Ambiente, Edilaine Vieira, o concurso reforça as atividades educativas já desenvolvidas pelo Programa de Controle Ético da População Canina e Felina de São José dos Pinhais. “Agora é o momento das crianças colocarem em prática todo o conteúdo que aprenderam, neste primeiro semestre, sobre o conceito de Guarda Responsável”.

Dariane Catapan, coordenadora do programa, explica que o desenho deve transmitir a mensagem de “Bem Estar Animal – Um ambiente legal para o meu animal”. Já a redação é sobre “Zoonozes – Cuidar do meu animal não é um dever é um prazer” e a frase deve destacar o tema “Guarda Responsável – sou um proprietário responsável, pois ...”. Os alunos têm até o dia 8 de agosto para encaminhar os trabalhos.

Uma comissão julgadora, composta por servidores municipais (das secretarias de Meio Ambiente, Comunicação, Saúde e Educação) irá analisar os melhores trabalhos, levando em consideração a originalidade e a criatividade em relação ao tema proposto. Cada membro da comissão julgadora atribuirá uma nota de 5 a 10 para cada trabalho.

Os alunos autores dos melhores trabalhos serão intitulados “Veterinários Mirins” e terão seus trabalhos publicados em um livro. Além disso, ganharão uma visita ao Hospital Veterinário da Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC/PR, certificado e camiseta. A premiação será entregue durante evento a ser realizado no dia 9 de setembro – Dia do Veterinário.

“O livro reunirá ainda informações sobre o Programa de Controle Ético da População Canina e Felina, dicas de como cuidar do seu animal e depoimentos, como o do proprietário do primeiro cachorro castrado através do programa”, revela a secretária.

Na próxima segunda-feira (1º), durante sessão pública com representantes de cada escola, será realizado o sorteio para a distribuição das categorias. No total serão premiados 102 trabalhos. Cada uma das turmas de 5º ano da rede pública de ensino terá um aluno finalista. Os professores dos alunos autores dos melhores trabalhos também receberão certificado e camiseta.

Sobre o Programa - O Programa Municipal de Controle Ético da População Canina e Felina de São José dos Pinhais foi criado em 2010, com o objetivo de realizar censo animal, cadastro e implantação de microchips em cães e gatos, castração gratuita e conscientização da população através dos conceitos da guarda responsável. Em paralelo a todas essas atividades, o Programa Municipal ainda previa atividades para as crianças desenvolverem atitudes de solidariedade e responsabilidade em relação aos animais. Dentre as etapas educativas já desenvolvidas está a capacitação de professores, inserção do livro: “Zoonoses, Bem-estar animal e Guarda Responsável”, de autoria de professores da Universidade Federal do Paraná, apresentação da peça teatral “O Cachorro do Menino” para todos os alunos do 5º ano e exibição de um vídeo institucional em forma de desenho animado, contendo quatro episódios, todos estrelados pelo mascote “Pelucho”. Vale ressaltar que a escolha do mascote aconteceu através de concurso realizado com alunos dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) do município.

Após o concurso Veterinário Mirim, a Secretaria de Meio Ambiente entregará a todos os alunos do 5º ano da rede pública de ensino de São José dos Pinhais um exemplar do livro “A Cidade e Seus Bichos”, também de autoria de professores da UFPR.

Serviço
Concurso Veterinário Mirim de SJP
Participantes: Alunos do 5º ano das escolas municipais
Categorias: Desenho, frase e redação
Data final de entrega dos trabalhos: 08 de agosto – até às 17h30
Local: Secretaria de Meio Ambiente – Divisão de Guarda Responsável
Data da premiação: 09 de setembro (Dia do Veterinário)


Fotos: Silvio Ramos