quinta-feira, 14 de julho de 2011

Notícias de Terê - Campanhas de Adoção - 16 e 17 e julho

Felizes, Felizes, Felizes

Acabamos de chegar de Teresópolis.

Muitas Novidades.

Mudança para Albuquerque praticamente concluída (mandou muito bem Dr Bruno, Carlos e demais voluntários).

Doamos mais dois cães hoje enquanto estávamos lá, ou seja, 
MENOS DOIS NO GALPÃO.

Contagem ao final do dia: 78 cães abrigados nos galpões: 61 em Albuquerque e 17 em Meudom.

Ainda temos alguns hospedados com o Sr. Ernani, alguns com o Sr Nélson (dois Pit's machos e um Rott), João Grandão e Damah em lares temporários e dois internados em 
clínica veterinária.

Sábado e Domingo estaremos com alguns Peludinhos em dois 
eventos de Adoção aqui no Rio:

Sábado - 16.07.2011  
das 10.00h às 17.00h

Praça Cardeal Arcoverde
junto à estação do Metrô 
Copacabana



Domingo - 17.07.2011
das 10.00h às 14.00h

Pet Meyer - Rua Dias da Cruz, 470  Méier.



quarta-feira, 13 de julho de 2011

Cão teria sido 'esquecido' em casa de Campo Grande há um mês, diz ONG


Animal estaria sobrevivendo graças a água e comida dadas por vizinhos.Moradores do bairro acionaram ONG de defesa dos animais.


Um cão teria sido 'esquecido' em uma casa de Campo Grande há pelo menos um mês e estaria sobrevivendo graças a água e a comida que moradores do bairro dão a ele através das grades do portão, segundo a organização não governamental (ONG) de defesa do animais Abrigo dos Bichos.

A presidente da ONG, Maria Lúcia Metello, recebeu a denúncia dos moradores, foi até o local e constatou a situação de abandono do cachorro, acionando em seguida a Polícia Civil.

Uma mulher que mora perto de onde o cão está, não quis se identificar, mas falou sobre a situação do animal. “Há mais de um mês esse cachorro está lá. É, completamente, assim, a gente não vê pessoas indo no local. Um ambiente sujo. Ele, aparentemente, está doente. As unhas grandes, o que pode ser leishmaniose. E muito magro. Qualquer coisa que você passe, você jogue pra ele, ele come” comenta.

Na casa, o portão está fechado, tem até um carro na garagem, mas ninguém no local. “Eu acho uma falta de responsabilidade. Porque se a pessoa aceita criar um animal, ela tem de dar condições” completa a moradora.


Cão teria sido 'esquecido' em casa de Campo Grande há um mês, diz ONG (Foto: Reprodução/TV Morena)Cão 'esquecido' em casa estaria até doente, suspeitam vizinhos (Foto: Reprodução/TV Morena)











A presidente das ONG disse que abandonar um animal é crime. Quem faz isso pode ser multado e até cumprir de três meses a um ano de prisão. A lei é federal, e não é só o abandono que é considerado crime não, maltratar um animal também.

“Pode-se arrombar a residência com a presença da delegada de polícia, obviamente, e depois registrar um B.O. e trazer um chaveiro para fechar o domicílio”, comenta a presidente do Abrigo dos Bichos sobre as medidas para socorrer o animal.

O delegado Fernando Villa de Paula, da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Proteção ao Turista (Decat), disse nesta manhã em entrevista ao MSTV 1ª edição, que em uma primeira investigação deste caso fica latente os maus tratos ao animal.

“Estamos conversando, procurando saber que são os proprietários, pra saber as circunstancias que esse animal chegou lá, para que a gente possa tomar as medidas cabíveis para o caso", explicou o delegado.

"A gente tem muito o apoio da sociedade no sentido de querer adotar esses animais que se encontram nessas situações fragilizadas. O que a gente tem que analisar muito bem, é se realmente ele estava sendo submetido a maus tratos. Caso constatado, isso é possível através da autorização judicial”, comentou Fernando Villa.

Enquanto a Polícia investiga o caso, o animal continua preso na casa.

Eu tenho turma



Recebido em 19 de junho de 2011
 
Quando me sinto cansado demais, quando tenho muito o que fazer, quando fico tenso, quando o dia e a semana exigem e parece que o tempo não será suficiente para tudo, nesses momentos fraquejo e tenho vontade de chorar. Hoje foi um dia assim. Pelo menos em dois momentos quase chorei, mas me contive, porque frescura tem hora, né? Mas o fato é que esta sexta-feira, que nem diria um saudoso e sensível ex-aluno, esta sexta-feira veio de gangue pra cima de mim.
 
Logo cedo me irritei profundamente com a crônica do David Coimbra em ZH. Intitulada "Eu não tenho turma", ele dispara sua cólera retórica contra petistas, ecologistas, budistas meditadores, veganos, feministas e defensores dos animais, todos perfilados sob o mesmo adjetivo: malas. Seguindo a verve de cronista esperto, ele dispara contra alguns religiosos, liberais, saudosistas da ditadura, racistas, integrantes do movimento negro, antitabagistas, o pessoal da Massa Crítica e linguistas e intelectuais que discutem preconceito linguístico. David Coimbra se mostra irritado com os malas organizados que enchem o saco dele. E dispara: "Eu não tenho turma, eu não quero ter turma, com exceção das pessoas de quem gosto, que não formam uma associação, que não são ONG (malas!), nem movimento de coisa nenhuma".
 
Pois num dia que se iniciou me irritando com o texto do David Coimbra e que me deu vontade de chorar durante seu desenrolar em razão da loucura da vida, esse dia terminou há pouco e eu sorri porque sou um mala. Tive vontade de sorrir, sobretudo, porque tenho amigos malas que acreditam no poder que têm de transformar o mundo, por mais clichê que isso possa soar para os espertos que não gostam dos malas que se agrupam em torno de causas comuns.
 
É madrugada de sábado. Moro no Rio Grande do Sul, o estado mais meridional do Brasil onde o frio não é retórica. Mais do que chamariz para turistas encasacados, o frio sulino fere a carne e a dignidade de quem vive nas ruas. O povo das ruas, que muitos chamam de mendigos, desocupados, bêbados, viciados ou vagabundos, são pessoas que em algum momento da vida perderam o vínculo com a formalidade do mundo. A família, o teto, o trabalho, a capacidade produtiva, os afetos, o orgulho, as posses, tudo ficou para trás, e a rua, sedutora e perigosa, se tornou abrigo desse contigente. A rua, dizem, é de todos, e ela recebe quem se esquiva da vida pretérita ou quem teve seu futuro subtraído.
 
É madrugada de sábado em Porto Alegre e pela primeira vez em muitos intermináveis anos o seu Valdir terá um teto. Em Viamão, município vizinho desta Porto Alegre gelada, seu Valdir e sua cadela, a Princesa, se encontram abrigados numa casa. Deve estar meio escuro, pois a correria e a excitação causadas pela bondade impediram que os benfeitores se lembrassem de solicitar à CEEE que a eletricidade fosse restabelecida na casa humilde, mas tudo bem. O escuro não deve assustar quem sobreviveu no hiato da vida mimetizada sob a curva de um viaduto cinza.
 
É madrugada. Na sexta-feira que se encerrou há pouco, fiquei irritado com o David Coimbra e a exaustão me deu vontade de chorar, mas em poucos minutos deitarei sorrindo porque tenho amigos malas que formam um grupo e compartilham crenças. Entre esses malas, há aqueles que salvam animais. A Thiane, por exemplo, é muito mala, essa guria. Vocês não imaginam quantos animais ela já salvou e conduziu a uma casa onde fossem bem tratados. Dezenas de malas doam dinheiro para a Thiane, compram as rifas da Thiane, comparecem aos bazares organizados por ela com o único propósito de ajudar gatos. Cada vez que eu faço uma doação para ela, sei que a causa desta mala dá mais um passo. Confio cegamente nessa mala e seguirei contribuindo com suas loucuras. Há outros malas que conheço e que abrigam em suas casas animais enxovalhados por seres humanos. Eu mesmo sou um mala. O Rufus e seus três irmãos foram resgatados de dentro de um saco amarrado jogado num mato. A morte era certa, mas a Candice resgatou a prole e cuidou dos gatinhos até eles completarem dois meses. Um deles é o Rufus, que há mais de dois anos mia todo dia quando pressente minha chegada. Outra mala é a Cleide, que resgatou a Yolanda na beira de um esgoto na Região Metropolitana. Quando a trouxe para casa, ela tinha medo das pessoas, do vento, de espirro. Com o tempo, a vilania dos chutes e pedradas restou no passado e ela foi se chegando, se aninhando. Hoje, a linda gata plúmbea lambe minha barba antes de deitar ao meu lado e esfrega a cabeça na mão das visitas.
 
Mas a mala suprema da semana e de todos os dias é a Katarina, amiga exuberante que transborda afeto e indignação. Essa mala tem uma turma de malas que compartilham sentimentos. A Katarina, mala como sempre, descobriu seu Valdir e sua Princesa na rua. A força do seu olhar insubordinado detectou que a dignidade podia ser devolvida para este cidadão que vive na rua mas não é da rua. Ela descobriu que seu Valdir teria direito a benefícios sociais e foi atrás deles. Ela acenou e os amigos malas atenderam. Uns deram dinheiro, outros, móveis e roupas. Foram dias e dias de mobilização, e o resultado é que o seu Valdir se encontra, nesta madrugada gelada, abrigado sob um teto que pode chamar de seu.
 
Nesta madrugada gelada que sucede um dia tenso de uma semana louca que me deu vontade de chorar, vou para a cama sorrindo porque a Thiane é uma mala, a Candice é uma mala, a Cleide é uma mala. Deito sorrindo porque tenho amigos malas. Deito emocionado porque a Katarina é uma mala imensa. A bondade e o amor não são clichê, nem cafonice, muito menos retórica na vida da exuberante Katarina. E essa malice contagia.
 
David Coimbra, eu amo meus amigos malas. Eu me inspiro nos militantes malas. Eu respeito as ONGs malas. Eu financio malas que cuidam de bichos escorraçados. Eu defendo malas negros, gays, deficientes, travestis, ambientalistas. Eu me somo aos malas que ampararam seu Valdir e sua cadela. Eu tenho uma amiga chamada Katarina que tem o coração do tamanho de uma Kombi anos 70 e, de tão mala que é, de tão obstinada, de tão desbragadamente mala, conseguiu dar dignidade a um homem que precisava apenas de um aceno para recompor sua vida.
 
David Coimbra, mais do que amigos, eu tenho uma turma de malas. E isso me dá um baita orgulho.


 
Vitor Necchi- Coordenador do Curso de Jornalismo da PUC-RS

terça-feira, 12 de julho de 2011

Exposição a animais não aumenta riscos de alergias em crianças


Em alguns casos, o contato pode até reduzir a tendência alérgica



Um novo estudo publicado na revista Clinical & Experimental Allergy revela que ter cachorro ou gato dentro de casa não aumenta as chances de desenvolvimento de alergias em crianças. 

A associação é um dos principais geradores de dúvidas para pais a respeito de ter ou não um pet. 

A pesquisa contou com 565 participantes, que foram acompanhados desde o momento do nascimento até completarem 18 anos. Durante o intervalo, foram coletadas informações sobre a relação da criança com bicho de estimação e amostras de sangue que evidenciavam a quantidade de anticorpos combatentes dos alérgenos de cães e gatos. 

Os resultados mostram que o período mais importante de exposição a animais se dá até o primeiro ano de vida do indivíduo. Assim, garotos que conviveram com cães dentro de casa até essa idade demonstraram metade dos riscos de se tornarem sensíveis ao animal do que aqueles que não conviveram.

O mesmo aconteceu em relação aos gatos: homens e mulheres que tiveram contato com o felino até completar um ano de idade mostraram cerca de 50% menos chances de se tornarem sensibilizados aos alérgenos do animal do que aqueles que não tiveram contato.

Pets estimulam as crianças
Mais do que companheiros, os animais de estimação têm um importante papel no desenvolvimento infantil. Segundo a coordenadora pedagógica Celina de Melo, de São Paulo, alunos com pet em casa tendem a ser mais sociáveis e disciplinados. Juntamente com a veterinária Jaqueline Correa, a pedagoga apresenta uma lista de vantagens que a adoção de um animal pode trazer à criança:

1 Disciplina: se a criança é dona do animal, precisa ficar claro que ela é responsável por ele. Os adultos devem oferecer supervisão e apoio às tarefas de acordo com a faixa etária da criança, mas ela precisa se envolver com o dia a dia, lavando o pratinho de comida e servindo a ração, por exemplo, nos horários certos.

2 Higiene: os cachorros são os melhores professores desse assunto. Se o dia do banho passa, os pelos começam a embaraçar - quando compridos - e o mau cheiro toma conta. A situação pode servir de exemplo e ser lembrada nas ocasiões em que a criança der trabalho para encarar o chuveiro.

3 Tolerância: os bichinhos também se cansam e precisam de repouso após um período de brincadeiras. Entender que é hora de dar uma pausa ajuda a criança a compreender limites, sem se frustrar a cada vez que eles aparecerem.

4 Exageros: se não forem expostos a regras, os bichinhos também podem perturbar, exigindo atenção em tempo superior ao que é possível dedicar. A criança precisa entender que há horários para o passeio e para as brincadeiras com o animal. Mas que, fora disso, a casa tem uma rotina que precisa ser respeitada.

Hotéis para cães cobram diária de pousadas 3 estrelas

O tratamento é de um hotel-fazenda, mas no bolso equivale a uma pousada de três estrelas, dependendo do porte do animal e do tempo de hospedagem. Nestas férias de julho, o R7 foi saber quanto custa a diária de um hotel para cães e viu que é equivalente ao valor de uma hospedagemem dez pousadas “de gente” das principais cidades do Circuito das Águas Paulista (Águas de Lindoia, Serra Negra e Monte Alegre).


Mas por que é tão caro? “Quartos” individuais, recreação integral, alimentação, roupa e até piscina são oferecidos pelos hotéis de cachorros. Mas o que mais pesa na hora de deixar o seu bichinho é a certeza que o animal ficará em “boas mãos”.
Apesar da possibilidade de ganhar mais “amiguinhos”, Alexandre Rossi, o Dr. Pet, afirma que o sucesso da hospedagem está relacionado tanto à escolha do hotelzinho quanto ao comprometimento do dono.

- O ideal é que o dono leve o animal dias antes de hospedá-lo, para ver se ele se adapta. É legal também que ele passe o dia com o cão para ver como o bicho se sente no local [...] É muito mais bacana o pet brincar com outros cães do que ficar preso em uma baia. Porém, é preciso que o cliente verifique se há supervisão, porque as brigas são constantes.

O hotel Cãominhando, em São Paulo, já conta com 90 animais hospedados nas duas unidades, em pleno começo de férias. As regras de hospedagem incluem uma avaliação psicológica para verificar o nível de agressividade do animal.

Os mais sociáveis ficam soltos na casa de 600 m², onde funciona uma creche, segundo a veterinária responsável pela clínica, Vanessa Rodrigues Requejo.

- Nós selecionamos o animal conforme o peso. Os menores ficam na creche, e os maiores vão para a unidade maior, na Granja Viana (em Cotia). Assim os cães maiores não correm o risco de atropelar os pequenos, e os brinquedos são mais resistentes.

Olho na balança
O porte do animal influencia também no valor da hospedagem. Na Cãominhada, os valores variam de R$ 45 (para animais de pequeno porte, até 10 kg), R$ 55 (médio porte, até 20 kg) a R$ 65 (acima de 21 kg). Para períodos superiores a dez dias, a clínica oferece descontos progressivos.

O pagamento é feito à vista no dinheiro ou cheque. A clínica não aceita machos não castrados e fêmeas no cio.

O Cãopestre Park e Hotel é uma opção para quem deseja que o seu bichinho de estimação tenha um contato com a natureza. Localizado em Itapecerica da Serra (Grande São Paulo), o parque oferece solarium para recreação dos animais, com cinco passeios diárias nos campos.

Logo ao dar entrada, o cachorro é “apresentado” a um outro animal do mesmo porte do sexo oposto. Segundo o veterinário Luis Crespo de Codes, a tática serve para interagir o “hóspede” com outro animal para que não sinta tanto a ausência do dono.

- Algumas vezes, nos primeiros dias o cachorro fica mais desconfiado e precisa de um cuidado específico. Se tiver outro animal como companhia, do mesmo porte e castrado, pode perder o medo do local desconhecido.

O porte do animal não influencia no valor da diária, mas sim a quantidade de dias de hospedagem. Até nove dias, o valor é de R$ 60 (por dia); entre 10 e 19 dias, passa a ser de R$ 55; de 20 a 29 dias, é de R$ 50; e acima de 30 dias, o valor pode ser negociado conforme a opção de pagamento.

Brincadeiras
Recreação o dia inteiro é a grande atração da clínica Nosso Lar, na capital do Rio de Janeiro. Gerenciada pelo adestrador André de Amorim, a ordem é “divertir o animal até ele se cansar”. Para isso, a clínica, que também funciona como um SPA, possui piscina, onde são oferecidas sessões de fisioterapia.

- Cão cansado é cão feliz. Temos sete áreas de recreação para ele brincar, e só na hora da alimentação os animais ficam separados [...] Nossa metodologia consiste em oferecer o máximo de brincadeiras para suprir a carência do dono.

A clínica trabalha com períodos mais longos de hospedagens, em que o pacote de 30 dias sai por R$ 750, e o de 15 dias custa R$ 450.

Fonte: R7
Autor: Giselli Souza
Link: http://entretenimento.r7.com/bichos/noticias/hoteis-para-caes-cobram-diaria-de-pousadas-3-estrelas-20110707.html?question=0
Imagem: Ilustração/Divulgação http://blogs.jovempan.uol.com.br

OBS:
Nós, do Patas e Patas, indicamos o Canil Monte Olivete (http://www.canil.org/monteoliveti/
)

O local é lindo, as instalações são perfeitas, o tratamento é especial e o investimento é bem em conta.



segunda-feira, 11 de julho de 2011

Para começar bem a semana


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This is so beautiful, what a great mom she is!  This photographer caught this special moment, a privilege to see that.



 

domingo, 10 de julho de 2011

Hoje Também tem...





O Tony, o cão do cartaz vai estar no Jardim de Alah.




Conheçam um pouco da luta pela sobrevivência desse cão...


Assim ficou Teresópolis

  


Os animais foram resgatados em lugares inimagináveis



Os resgates eram feitos de todas as formas possíveis



Os animais estavam exaustos, sujos e famintos.
Alguns com machucados leves, outros mais graves, como foi o caso do Tony. Ele foi resgatado com um ferimento muito grande na cabeça, com muitos bichos e bem debilitado.



O cão Tony (ou Guerreiiro, ou Cabeça) foi resgatado pela Maria Clara, Mel e Flavia Trindade.



                                Flavia Trindade                                                                       Maria Clara Garcez e Mel Daemon


Foi cuidado, alimentado e ficou bom





Seu ferimento cicatrizou, agora tony precisa só de um Lar.














Protestar adianta

De: SAC Institucional <sacinstitucional@marisa.com.br>
Assunto: É HORA DE UNIRMOS FORÇA NOVAMENTE! ABAIXO MARISA... 

Lojas MARISA Vende Cachecol de Pele como sendo 100% Poliester
Para: "andrea neves" <nevesac4@yahoo.com.br>
Data: Quinta-feira, 7 de Julho de 2011, 16:20

Prezada xxxxxxxxx!
A Marisa informa que a análise do cachecol importado, objeto de denúncia com relação à sua composição e procedência, confirmou que o material é de origem animal. O laudo técnico emitido pelo SENAI concluiu que o produto é pele animal (coelho), diferente do que foi comprado e do que constava na etiqueta.
A diretoria da Marisa  determinou o recolhimento do produto de todas as suas lojas. A Marisa informa, ainda, que já contatou seu fornecedor solicitando esclarecimentos a respeito do ocorrido, já que jamais foi intenção da empresa comercializar qualquer produto dessa natureza.
A empresa conta com procedimentos competitivos e alinhados com os padrões de mercado para controle de qualidade e procedência de seus produtos. Como parte do processo de melhoria contínua, a Marisa está revisando o processo de controle da composição dos produtos que são negociados pela empresa, a fim de tornar estes procedimentos mais eficientes.
As clientes que adquiriram a peça e se sentiram de qualquer modo lesadas ou ofendidas em sua moral e princípios poderão se dirigir a qualquer uma de nossas lojas com a peça, independente do seu estado, para devolução do valor.
A Marisa ressalta ainda que repudia qualquer tipo de aplicação e utilização de pele animal em suas peças.

Marisa.com.brSac Institucional
Marisa Lojas S/A
sacinstitucional@marisa.com.br
www.marisa.com.br

sábado, 9 de julho de 2011

Porque hoje tem...

Campanha de Adoção

com a participação dos cães de Teresópolis


Largo do Machado - RJ - das 10.00h às 18.00h

Levem suas doações para os animais desabrigados:
  • panos e cobertores
  • ração seca e úmida (latinhas)

Gorgulho tem parafusos e porcas em suas patas





Regularmente ao falarmos sobre parafusos e porcas nos veem a cabeça assuntos relacionados à engenharia e à mecânica. Entretanto uma espécie de gorgulho utiliza essas peças na composição de sua estrutura óssea a mais de 100 milhões de anos.


A descoberta resultou de um estudo desenvolvido por biólogos do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (ANKA). Durante o processo os pesquisadores analisaram amostras, do Museu do Estado da História Natural de Karlsruhe, através de tomografias computadorizadas realizadas no Instituto de Synchrotron Radiation.

Os exames mostraram que o inseto não possuía apêndices articuladas como a maioria dos animais de sua classe. O besouro estudado apresentava uma estrutura pontiaguda que se converte em um formato espiral em direção à perna e possui uma região semelhante a uma rosca que funciona como quadril. Essas partes em conjunto permitem uma rotação dos membros posteriores em até 130 graus para trás e 90 graus para frente. Os gorgulhos ainda podem obter ângulos maiores para baixo, que servem como apoio na movimentação entre galhos e folhas.

Após a descoberta os cientistas responsáveis pelo estudo analisaram mais de 15 espécies de gorgulhos e notaram a presença das mesmas articulações em todos os besouros. Os pesquisadores alertam que está característica estrutural não faz parte da anatomia de todas as espécies de gorgulhos, pois são conhecidas mais de 50.000 no mundo.

Foto: Reprodução/Mark Brown, Wired UK
Fonte: http://www.jornalciencia.com

quinta-feira, 7 de julho de 2011

No Blog da Cora Rónai - Campo de Santana - 7.7.2011

De volta ao Campo


Voltei ao Campo de Santana, dia desses, para conversar com o presidente da Fundação Parques e Jardins, David Lessa. A Fundação fica numa casa instalada dentro do Campo, tem vista para o verde e é um ponto de observação ideal para ver pivetes assaltando transeuntes e moradores de rua tomando banho no lago. Desde a semana passada, passou a ser também um bom ponto para se ver a PM fazendo a ronda em garbosos cavalos, e duplas de guardas municipais em bicicleta. Já é um com começo.

Lessa, que está no cargo há cerca de dois meses, não é estranho à FPJ: era seu diretor de arborização antes de assumir a presidência. Claro que não perdi a oportunidade de perguntar-lhe por que as podas das árvores do Rio são praticamente assassinatos. Sei que há tempos elas são cometidas pela Comlurb, mas continuo sem entender o que a Companhia de Limpeza Urbana tem a ver com árvores.

Lessa me explicou que a transferência de função da FPJ para a Comlurb aconteceu por uma complicada questão de falta e de excesso de contingente, e que ele mesmo, em tese, não é contra. Apenas acha que, já que a Comlurb poda as árvores, deve aprender a fazê-lo. Para isso, criou workshops (com o perdão da palavra) em que funcionários da FPJ ensinam, aos colegas da Comlurb, como proceder a podas menos calamitosas.

* * *

A questão da viabilização do Campo de Santana como espaço público seguro é coisa mais complicada. A limpeza, a eventual poda das árvores e o corte de grama são atribuições da Comlurb. A caça aos traficantes é com a Polícia Civil. A vigilância contínua cabe à Polícia Militar e à Guarda Municipal. A remoção dos moradores de rua fica por conta da Secretaria de Assistência Social. Os gatos abandonados deveriam ser cuidados pela Secretaria de Proteção e Defesa dos Animais, a Sepda, que tem, inclusive, um posto dentro do próprio parque. Acrescente-se a tudo isso um detalhe pequeno, mas fundamental: o Campo de Santana é tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural, o Inepac, a quem deve ser dirigida toda e qualquer proposta de alteração, por mínima que seja.

É por culpa do Inepac que os mais de 400 gatos lá existentes não têm onde se abrigar das chuvas e do frio. O Inepac acredita que, se não pensar nos gatos, eles deixarão de existir, como num passe de mágica; assim, não permite que as casinhas construídas para eles sejam espalhadas ao longo dos muros. As casinhas são verdes, pequenas e não incomodam ninguém, sequer visualmente, mas como Glaziou não previu casinhas de gato em meados do século XIX, quando projetou o Campo, o Inepac deu o contra, assim como deu o contra a um sistema alternativo de manilhas sobrepostas, nas quais os bichinhos também encontrariam abrigo.

Aqui se poderia começar um debate sobre o instituto do tombamento e suas virtudes e defeitos sob a ótica da gestão urbana, mas vou deixar isso para os especialistas na matéria – dos quais, imagino, o Inepac deva estar cheio. Lembro apenas que os pobres gatos não foram para o Campo de Santana de moto próprio, não têm como sair de lá sem que alguém tome providências, e que, até alguém tomar providências, ainda vai chover muito e fazer muito frio por lá.

* * *

"A situação do Campo de Santana se deteriorou muito ao longo dos últimos cinco anos”, diz David Lessa. “Em 2006 a Secretaria de Segurança Pública foi para a Central do Brasil. Com o aumento da segurança na área, toda a população que vive na rua ou da rua, e que então se juntava na Praça Procópio Ferreira, atravessou a avenida e veio para cá. Não estou falando apenas de prostitutas ou de pivetes, mas também de gente como a que vende balas para os motoristas no sinal. Essas pessoas compram no atacado, e depois reembalam tudo em pacotes menores. Para onde vão as embalagens descartadas? No caso do Campo de Santana, vão direto para o lago, como se pode ver a qualquer momento, e como mostrou a foto publicada pelo Globo semana passada. Há uma turma grande de embaladores logo ao lado da entrada da Presidente Vargas. Os guardas que temos nos portões são insuficientes para contê-los e nem estão preparados para isso. Às vezes até conseguem que saiam de lá, mas não adianta nada, porque eles apenas vão para outro canto do campo, e voltam logo depois. Com a população de rua não é muito diferente. Essa suja o parque, quebra os bancos para fazer fogueira, toma banho nos lagos... Há poucos dias a Secretaria de Assistência Social mandou uns agentes para cá. Saíram daqui dois ônibus cheios de pessoas. Pois a maioria já está de volta.”

* * *

David Lessa acredita que uma solução permanente para o Campo de Santana passa pela criação de um comitê gestor, com representantes de todos os envolvidos com o seu cuidado. Assim se poderiam articular ações conjuntas e eficientes, e assim, quem sabe, o carioca de bem poderia ganhar o seu lindo jardim de volta.

* * *

O gatinho da foto cismou de vir comigo da outra vez em que fui ao Campo. Fez bem. Chegou em casa com uma infecção séria e 41 graus de febre. Teria morrido em um dia ou dois. Hoje está curado e cresce a olhos vistos. Chama-se Fonseca, mas atende também por Marechal.


(O Globo, Segundo Caderno, 7.7.2011)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Artista faz joias com pelo de gato

Flora Davis enrola bolinhas com o cabelo que cai do seu bichinho, monta colares e os vende na internet

    


    



            Foto: Flora Davis



A artista estadunidense Flora Davis tem um gato chamado Gaia, da raça Ragamuffin. Quando viu que o bichinho soltava muito pelo todos os dias, ela resolveu por acaso fazer uma bolinha enrolando todos aqueles pelos. Logo depois, surgiu a inspiração de criar joias com essas bolinhas. Agora, você pode comprá-las na internet. 

“Senti o pelo tão macio em minhas mãos, que não pude jogá-lo fora. Quando eu olhei o cabelo tão bonito, comecei a formar uma bola e, depois, num impulso, joguei pra ele. Ele adorou!”, contou Flora em entrevista a Wired. Em pouco tempo, o apartamento da artista já estava cheio de bolinhas de pelo.

Segundo ela, as bolas tinham uma aparência que lembrava grandes pérolas brancas, o que serviu de fato de inspiração para criar joias a partir delas. “É uma forma de mostrar meu amor por este gato especial”, disse. Um colar cheio delas, como na foto acima, leva em média de dois a três meses para ficar pronto. 

No site Etsy, você pode ter a sua própria bolinha de Gaia, com valores que variam aproximadamente de R$ 150 a R$ 350. Confira mais fotos abaixo:

 
       
       Foto: Flora Davis
 
       
       Foto: Flora Davis


       
       Foto: Flora Davis