quarta-feira, 6 de julho de 2011

Como cuidar dos filhotes de cachorros

Dicas de como cuidar do seu pequeno amigo, ainda quando novo os filhotinhos de cachorro precisam muito da sua atenção e cuidados.


Filhote de Cachorro (foto: Evelyn Cristina)



A maioria das pessoas adota cãezinhos ainda bem novos… Mas será que todo mundo sabe como cuidar corretamente desses filhotes?

Aqui temos algumas dicas pra não errar com o seu cachorrinho:

A primeira coisa a se fazer, é ter consciência de que é difícil pra um filhote, se separar da mãe. Geralmente à partir dos 45 dias de vida você já pode separá-los, mas ajude-o à superar isso. Deixe um objeto pessoal seu com ele na caminha. Pode ser uma roupa, um sapato velho, qualquer coisa que tenha seu cheiro. Isso o ajuda a não se sentir sozinho, e o acalma. Provavelmente, ainda assim, ele irá chorar durante a noite, mas logo ele se acostuma. Tenha paciência.

Leve o filhotinho ao veterinário regularmente, para que ele possa te orientar sobre quais as vacinas o cãozinho deve tomar, e o intervalo entre elas.

A vacinação é muito importante nos primeiros meses de vida, então faça o possível para deixar todas em dia.

É importante que ele seja vermifugado logo, para que seu crescimento não seja comprometido. O filhote deve ser desverminado com vermífugo líquido com 30 dias de vida, e a desverminação deve ser repetida a cada 30 dias, até ele completar 6 meses. Depois disso, converse com o veterinário pra que ele te oriente sobre os intervalos entre cada desverminação. Geralmente, é recomendado dar algum vermífugo ao cachorro a cada 3 meses.

À partir de 45 dias de vida, você já pode começar a dar banho e ração para seu filhote. Banhos são sempre com sabão de côco ou shampoo neutro. Use sempre água morna, e coloque algodão nos ouvidos, para evitar a entrada de água. Nunca dê banhos com shampoos anti-pulgas antes dos 6 meses, você pode intoxicar seu cão.

Filhotes até os 3 meses devem comer 4 vezes ao dia, e à partir do 4º mês, você pode dar ração 3 vezes ao dia. Mesmo que o filhote rejeite a ração nos primeiros dias, insista. Não tente dar nenhum tipo de comida, uma hora ele vai acabar comendo a ração e se acostumando com isso. Nunca dê ração para cão adulto, essa ração deve ser dada apenas quando o cão completar 1 ano.

Deixe os potes de água e ração próximos à caminha dele, e coloque algumas folhas de jornal um pouco longe, pra fazer as necessidades. DICA: Deixe sempre uma folha de jornal com xixi por baixo das outras limpas, assim ele se acostumará com o cheiro e fará as necessidades sempre no mesmo lugar.

IMPORTANTE: O cão só pode começar a sair de casa quando estiver com as vacinas em dia!

Fonte: bagarai.com.br

terça-feira, 5 de julho de 2011

Campanha de Adoção de Animais - Solidariedade Região Serrana - 10.07.2011



Queridos Leitores

Aos poucos e com a colaboração de todos vamos chegando mais perto da conclusão de nosso trabalho que se iniciou em 15 de janeiro e que estará encerrado quando o último cão e o último gato for adotado.

Dos mais de 1.200 cachorros e 200 gatos resgatados ainda esperam por um lar cerca de 90 cães e 100 gatos.

Pedimos que divulguem nossas Campanhas e nosso trabalho.

A ONG Estimação ainda precisa de ajuda para manter os galpões onde os cães estão abrigados. 

ONG ESTIMAÇÃO
Banco Itau   AG 6103
CC 19918-5
CNPJ 08996430/0001-17 


De cão em cão 
a gente esvazia o Galpão 







  














Deficientes visuais que trabalham na indústria paulista ganham cães guia





O SESI-SP e o Instituto Meus Olhos tem 4 patas, com o apoio da Fundação DorinaNowill, lançam nesta terça-feira (5), na sede da Fiesp, o Projeto Cão-Guia SESI-SP. A iniciativa para transferência de tecnologia social beneficiará deficientes visuais que trabalham na indústria paulista. O projeto contempla a criação, treinamento e doação de cães-guias para industriários com deficiência visual, permitindo mobilidade autônoma e segura a esse público.

Em sua primeira etapa, os 32 filhotes de cães das raças Labrador e Golden, adquiridos pelo SESI-SP, serão entregues a famílias acolhedoras, selecionadas pela entidade, para diferentes vivencias e situações que permitirão equilíbrio comportamental aos futuros cães-guias. No segundo momento, os animais serão encaminhados ao centro de treinamento do Instituto Meus Olhos tem 4 patas para adestramento intensivo e especializado. Nessa etapa, o cachorro será avaliado, permanentemente, por treinadores qualificados. O treinamento terá duração de 6 a 8 meses, dependendo da evolução do animal.

Já no terceiro momento, os cães escolhem seu futuro dono e passam por um período de instrução com seu futuro dono. Os cães-guias serão doados gratuitamente aos industriários com deficiência visual, previamente selecionados pelo SESI-SP. Estima-se que no Brasil tenha 16 milhões de pessoas com deficiência visual, sendo cerca de 2,6 milhões vivendo em São Paulo.

No site do SESI-SP é possível se inscrever para se tornar uma família acolhedora. Dúvidas e informações sobre quem pode adotar, quais as regras para adoção e como deve ser o manejo dos futuros cães-guias podem ser esclarecidas acessando http://www.sesisp.org.br/caoguia/





Pata de sapo pode ajudar a desenvolver novo tipo de 'band-aid'


  • Pata é grudenta, mas se mantém limpa





  • Sapos podem ajudar a desenvolver curativo

    Sapos que vivem em árvores possuem patas grudentas que os ajudam a se manterem presos aos galhos. Apesar disso, seus pés nunca estão sujos, graças a um muco que, embora melequento, também é autolimpante. Por isso, cientistas estão estudando esses animais para desenvolver uma nova forma de curativo para machucados.

    O segredo, segundo os pesquisadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, não é apenas o muco, mas também o desenho da sola dos pés desses animais. Para gerar a substância, os sapos precisam friccionar o pé. E pequenas estruturas em formato hexagonal permitem exatamente isso: partes da pata se mantêm em contato com a superfície, mantendo a produção de muco adesivo constante.

    A pesquisa foi apresentada durante a Conferência Anual da Sociedade de Biologia Experimental, em Glasgow

Problemas de comportamento, podem virar filme ou casos de abandono e morte…


abandonado
Casais obrigados a dormir separados, vizinhos à beira da loucura, bens destruídos e queixas policiais são algumas das consequências dos problemas comportamentais dos cães e que são as principais causas dos abandonos e das eutanásias.

O mais famoso cão com problemas de comportamento chamava-se Marley e é protagonista de um “best-seller” que passou para o cinema num filme que foi campeão de bilheteira nos Estados Unidos.

“Marley e Eu” é o nome do livro e do filme e conta a história de uma família que tinha um cão muito especial: “Arrombava portas, arranhava paredes, babava em cima das visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo o que pudesse”, lê-se na apresentação da obra cinematográfica.

Este cão “neurótico” apaixonou o mundo e os milhões de leitores que conheceram a sua história e aproveitaram a ocasião para partilhar as suas idênticas angústias de donos de cães com problemas comportamentais.

A definição de cão bem comportado muda muito de sociedade para sociedade e, enquanto que uma família considera bem comportado um cão completamente submisso, para outra poderá ser um cão ativo mas que responde a ordens básicas.

Um estudo europeu elegeu as características do cão preferidas dos donos: sociável, adaptável, fácil de ensinar, simpático para os donos, equilibrado nos seus comportamentos, que tenha feito uma socialização primária com a progenitora (até pelo menos aos dois meses).

Quando falha alguma destas características, os cães padecem de algum problema comportamental que precisam de ajuda a resolver.

A culpa dos conflitos – entre humanos e os seus cães – passa, na maioria dos casos, pela comunicação, sobretudo pela comunicação corporal.

Os cães percebem os nossos menores gestos mas interpretam-nos de acordo com o seu código e linguagem, que é distinta da nossa, o abraço, por exemplo, enquanto que para os humanos abraçar um cão é uma demonstração de afeto, para o cão este gesto pode ser até uma agressão.

A solução passa pelo estabelecimento de “uma ponte de diálogo”.

As principais manifestações comportamentais  que levam o dono a procurar um veterinário para a consulta de comportamento são a  ansiedade por separação  (cães que quando ficam sozinhos em casa destroem, uivam, sujam tudo), medos e fobias, comportamentos obsessivo-compulsivos, agressividade dirigida a humanos ou a outros animais.

Os cães que apresentam estas manifestações comportamentais precisam de ajuda técnica e profissional, bem como de um acompanhamento aos donos que estarão certamente perdidos e a necessitar de ajuda.

Muitos casos de ansiedade por separação começam com queixas de vizinhos que não conseguem estar na sua própria casa com o barulho que o cão faz e terminam com o envolvimento da polícia.
Na maioria dos casos, o desfecho para o animal é que poderá ser o mais triste, abandono ou até a eutanásia.

Em todos os casos, procurando ajuda profissional é quase certa a solução, com alguma paciência, vontade e principalmente amor.


domingo, 3 de julho de 2011

Lilika

Compartilhando...

Bom Domingo a Todos.



Queridos amigos, essa do video é a Lilika, está velhinha e resolvi mostrar como ela está hoje. Ela tem 18 anos e sete meses, já está cega, quase não anda, mas pasmem tem todos os dentes rsrs gosta de esticar as pernas de vez em quando como mostra no video. Ela tem crises de dores e vive medicada, o segundo vídeo mostra ela e os outros que tenho aqui em casa, as vezes fico pensando quando era mais nova era igual e hoje luta para dar alguns passos. Ela pede p fazer xixi fora da sua caminha, dá muito trabalho, trabalho que é recompensado pelos dias de alegria que deu a todos nós aqui em casa. As vezes ficava pensando pq as pessoas abandonavam seus animais na velhice, e hj eu vejo que é pq as pessoas não tem paciência em dar comida na boca, água, remédio, limpar vomitos, fora o mal cheiro e etc, mas esquecem que quando filhotes eles também são assim...

Todas as vezes que vejo um cão velhinho abandonado penso na Lilika...por mais  trabalho que ela dá, não adianta falar que não dá, mas é gratificante...quando nova dava alegria, hoje ela não abana o rabinho mais, não nos conhece, mas ela sabe quando estamos perto, só queria que ela partisse sem sofrer e é o que eu peço todos os dias...Espero que gostem, faltam mais campanhas para que a população não jogasse seus velhinhos na rua...
Flávia Cristina Santana Marques de Oliveira






Música para ouvidos peludos


Especialistas afirmam que canções e outros sonidos podem influenciar os animais; há, inclusive, veterinários que usam a musicoterapia como tratamento auxiliar para eles

Camila Turtelli
Agência BOM DIA


O veterinário Luciano Bortotto já avisa: “Cachorros e, principalmente gatos, têm ouvidos muito mais sensíveis do que os nossos”. Por isso, barulhos estridentes, som alto, fogos de artifício, apitos e outros podem incomodar e muito os animais. 

Em alguns casos, como aqueles em que o bicho sofreu algum distúrbio neurólogico, um som muito forte pode chegar a causar uma convulsão no pet, diz Luciano. 

Por isso, diferentes tipos de música podem causar reações variadas nos nossos amigos de quatro patas. E o bacana é que essas reações são consideradas, por uma corrente de especialistas, muito benéficas para a saúde deles. 

A musicoterapia - um processo em que o terapeuta usa a música para tratar os pacientes - é uma das opções que, aos poucos, começam a aparecer entre os tratamentos oferecidos pelas clínicas veterinárias. 

“No caso dos animais não é diferente. Medo, angústia, nervosismo, estresse, solidão, ansiedade e outros fatores indicarão um possível cliente a ser tratado com essa terapia”, conta Emanuela Bastos, musicoterapeuta que trata de cachorros há nove meses e de equinos há cinco anos.

Ela conta que foi tentando entender melhor o relacionamento entre animais e música, que começou a observar o comportamento dos cães e de seus proprietários. 

A partir daí, passou a estudar o uso das notas ritmadas como terapia para animais.

“Se um ser humano pode ser tratado a partir de sua identidade sonoro musical, ou seja, sua relação com este som – sua melodia, harmonia, ritmo, timbre; de onde vem; porquê vem – tendo resultados positivos, vi que isso também poderia ser aplicado aos cães”, relata.

A golden retriever Lola ficou comportada para fazer as fotos; mas não ficou muito quieta para ouvir as músicas, apenas na primeira faixa “Pet Reflections”, ela se acalmou um pouco

Nos pets, Emanuela conta que seu trabalho principal é a promoção da saúde, buscando o bem-estar do animal e também de seus proprietários e cuidadores. 

“Um cão pode ser agressivo a uma campanhia por vários motivos: o tímpano agredido por um som muito alto, ou um trauma de 

agressão física associado. Cabe aos cuidadores e profissionais investigarem”

Aperta o play /Manuela realiza o seu trabalho em uma clínica em Ribeirão Preto. Assim que o animal chega ele é avaliado pelas médicas veterinárias.

Identificado o problema, ele é encaminhado para a musicoterapia. No tratamento, podem ser usados instrumentos musicais, sons ambientes e também uma seleção musical. 

“Não exisite música ruim”, avisa Emanuela. “Existe quem gosta ou não destas. A música, quando escutada com prazer, libera endorfina proporcionando o bem-estar, porém nos animais isto fica mais claro”, diz.

A teraupeta deixa bem claro que não existe uma receita pronta para tratar os animais, porém dá um exemplo de um set list que poderia ser usado em um determinado caso: “Em um cão extremamente agitado e ansioso, por exemplo, começamos com Straus. Quando percebemos que o som encontrou o ritmo da emoção do paciente, então mudamos para algo mais adequado, como Enya, das mais agitas para as mais tranquilas”.

Ela reforça que o “gosto musical” depende muito da vida que o cachorro leva. Um cãozinho que mora com um dono que é fã de rap, poderá ficar mais à vontade escutando Emicida, por exemplo.


Só para gatos
Já está no quarto volume o CD “Music for Cats and Friends” (MMC Media). São músicas feitas especialmente para acalmar os felinos. O grupo que produz esse trabalho faz a pesquisa desde 1999. 

Ele afirma que os resultados positivos dessas canções foram comprovados por estudos relacionados à psicologia animal e também pela satisfação da clientela ao redor do mundo. 

No site da Amazon.com, onde o disco pode ser encomendado no exterior, há críticas positivas, porém, um dos clientes diz “Eu adorei, apesar do meu gato não ligar muito”. 

Mais informações sobre essa produção você encontra nesse site: www.petsandmusic.com. As canções também estão disponívels no iTunes. No YouTube é fácil encontrar uma série de vídeos que mostram felinos reagindo à músicas e sons. Vale a pena conferir e se divertir um pouco.


Set list que o BOM DIA levou para Lola:
A golden retriever não mostrou muito interesse pela seleção musical feita pelo BOM DIA. Agitada com as visitas da repórter e da fotógrafa, Lola queria mais era brincar e fazer festinha. Porém, pequenas reações distintas foram notadas em cada faixa tocada:

- "Pet Reflections ", do CD "Music Pets Love: While You Are Gone" 
Lola pareceu ficar um pouco mais calma enquanto ouvia a faixa desse álbum feito especialmente para os animais.

- "Symphony 40", de Mozart 
Apesar de ter levado um pequeno susto quando a música começou, durante o restante da execução, ela não deu a menor bola para uma das composições mais clássicas da história da arte

- "Oração", da Banda Mais Bonita da Cidade
O que acontecia ao redor era muito mais interessante para Lola do que o som que embalou o sucesso meteórico da banda curitibana no YouTube

- "Judas", de Lady Gaga
Quando o hit da "mãe monstro" começou a tocar, Lola ameaçou uma leve mordida no bolso traseiro da calça da repórter onde estava o aparelho sonoro, no caso um iPhone, transmitindo a música. Concluímos que a cachorra não é fã de Lady Gaga

sábado, 2 de julho de 2011

Pediatra diz que crianças vêem no animal de estimação um irmão





As crianças vêem no animal de estimação um irmão e, também por isso, este não deve ser abandonado, pois os mais pequenos podem pensar que isso lhes pode acontecer, defendeu hoje uma pediatra. Clara Alves Pereira, médica interna de pediatria do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa, considera que a presença de um animal de estimação em casa “é benéfica” para as crianças e é sobre esta relação que irá falar no encontro “Uma Só Saúde”, que amanhã junta as Ordens dos Médicos e dos Veterinários.

Em declarações à agência Lusa, Clara Alves Pereira contou que já várias vezes foi abordada por pais que tentam, com a sua ajuda, decidir se devem ou não adquirir um cão ou gato, depois de muita insistência dos filhos. A resposta “não é fácil” e “depende de muitas variáveis, como a própria criança, a sua família e condições”, disse. “Quando existem condições – e isso mesmo está demonstrado em estudos – há benefícios físicos, psicológicos e de socialização no relacionamento com animais”, disse.

Mas esta relação deve ser “equilibrada” e “saudável”, defendeu, explicando que, logo à partida, têm de ser assegurados os cuidados mínimos, como de saúde e de alimentação. Existem, no entanto, outras questões que os adultos devem levar em conta nesta relação com os animais: “Os pais têm de saber que não estão a dar um brinquedo, nem um ser humano”, disse.

E devem também saber que as crianças vêem no animal alguém da família, próximo como um irmão. Por esta razão, sublinhou, “os pais precisam de entender que o que fazem ao animal pode ser entendido pelas crianças como possíveis acontecimentos com elas próprias”. “Se abandonamos um animal, estamos a mostrar que a desvinculação afetiva é lícita”, disse.

Segundo Clara Alves Pereira, as crianças vêem retratada na relação do animal com os pais a sua própria relação com os progenitores e, por isso, podem pensar que o que acontece com o cão ou o gato lhes pode acontecer. Por outro lado, ao ver que o animal, mesmo quando faz uma asneira, continua em casa e é amado pela família, a criança apercebe-se de que será aceite, apesar dos seus próprios disparates, o que aumenta a auto estima.

Questões como esta estarão em debate no encontro “Uma Só Saúde Portugal: Animais Saudáveis = Pessoas Saudáveis”, acção pioneira em Portugal que tem como objectivos “a aproximação entre a medicina veterinária e humana, a melhoria dos padrões de qualidade dos serviços e a preservação da saúde pública”.

Para a bastonária da Ordem dos Médicos Veterinários, Laurentina Pedroso, “a saúde humana e animal estão intimamente ligadas”. “O conceito ‘Uma Só Saúde’ pretende promover, melhorar e defender a saúde e o bem-estar de todas as espécies, bem como reforçar a cooperação e a colaboração entre médicos, veterinários e outros profissionais de saúde”, acrescentou.

Por sua vez, o bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, considerou que “os médicos veterinários e os médicos reconhecem que têm responsabilidade profissional e social no domínio da saúde pública”. As ordens pretendem “a implementação de medidas que ajudem a promover uma ligação estreita entre o exercício da medicina humana e veterinária”.

Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede

Animais de estimação no emprego melhoram relação entre colegas







Portugal - Levar o animal de estimação para o local de trabalho aumenta a produtividade e diminui o absentismo (estado em que um ou mais indivíduos faltam a algum compromisso periódico, como o trabalho), revela um estudo norte-americano. Em Portugal ainda não é generalizado, mas há já empresas que promovem esta parceria cinotécnica.

O estudo, divulgado no início deste mês, é da autoria da Associação Americana de Produção de Produtos para Animais (APPMA, na sigla em inglês) e revela que ter um animal no local de trabalho aumentou a produtividade laboral em 73 por cento das empresas que participaram, ao mesmo tempo que ajudou a combater o absentismo.

As empresas que participaram autorizaram que os seus funcionários levassem para o local de trabalho os seus cães, gatos, peixes, répteis e pássaros.


“Pelas nossas funções, acabamos por estar mais ligados a determinados negócios e interagimos com um determinado grupo de pessoas e isso desaparece totalmente a partir do momento em que nós trazemos um animal de estimação. Pessoas a quem dizíamos bom dia e pouco mais, acabamos por parar e ficar conversando alguns minutos, ficamos a nos conhecer bem melhor e sem dúvida que assim se estabelece uma relação humana tendo por base os animais de estimação”, explica Paulo Lopes, dono de uma Dogue Alemão, cuja empresa onde trabalha promove a “Petweek” (semana do animal de estimação).

A “Petweek” é uma iniciativa de uma empresa multinacional presente em Portugal que incentiva a que, durante uma semana por ano, os seus trabalhadores levem os animais de estimação para o local de trabalho.

Para Marta Amaro, funcionária na mesma empresa, a Nestlé, os benefícios de poder levar o Caco, um Labrador castanho de quatro anos, para o emprego são evidentes.

“Por um lado pela interação com os colegas, a curiosidade dos colegas que não têm animais de estimação, partilhamos com os nossos colegas o nosso animal de estimação, incentiva-se o convívio entre os colegas, as pessoas tornam-se mais dinâmicas, proporciona esse bem-estar comum e acabamos por trabalhar ainda mais contentes porque acaba por ser mais interativo e gerimos melhor o nosso tempo”, defendeu.

Helena Carvalho, outra funcionária e dona de uma Cocker Spaniel preta e branca, lembrou que estar descontraída no local de trabalho “traz sempre benefícios”.

“Acabamos todos por ter de trabalhar sete dias por semana, sete horas ou mais por dia e quanto melhor estivermos, mais bem dispostos, mais descontraídos no ambiente de trabalho, a nossa produtividade será sempre maior e é de realçar também a melhoria no relacionamento entre as equipes”, sublinhou.


O estudo norte-americano mostrou também que esta parceria cinotécnica traz igualmente benefícios para a saúde como a redução da pressão arterial, menos índices de stress e a melhoria da saúde mental e física. Todas as empresas participantes concordaram que os animais acalmavam os empregados.







Claudio Heinrich adota cadelinha abandonada que havia sido atropelada





Animal estava na Suipa havia um ano; ator tinha perdido sua cachorrinha de nove anos, vítima de câncer.


O ator Claudio Heinrich adotou uma cadelinha vira-lata na Suipa (Sociedade União internacional protetora dos animais). O ator batizou a nova companheira com o nome de Vira.

Claudio recentemente perdeu sua cadelinha de nove anos, Catchola, vítima de câncer, e decidiu adotar Vira. Segundo o ator, logo que entrou na Suipa, ele se deparou com o animalzinho e foi amor à primeira vista. Vira já estava na SUIPA havia um ano, depois de ter sido atropelada por um carro. Coruja, Claudio diz que ela já caminha ao seu lado pela praia da Barra da Tijuca e nem precisa de coleira.






Fonte: http://ego.globo.com


sexta-feira, 1 de julho de 2011

Família pede auxílio para encontrar cão desaparecido



Família pede auxílio para encontrar cão desaparecido
Há alguns meses, a família de Luciane Rovaris cuida de Bimbo, um cão que vivia na rua. Mesmo com os cuidados, entretanto, o animal já fugiu duas vezes. Na primeira, foi encontrado no Bairro Quarta Linha, em Criciúma. O segundo sumiço aconteceu nesta terça-feira e o cachorro continua desaparecido.
Luciane conta que fez uma casinha para o animal em um terreno baldio ao lado do prédio onde ela mora, no Bairro Comerciário. “Pedi para o proprietário se podíamos deixar o bichinho ali. Ele deu autorização, mas parece que as pessoas não gostaram muito disso”, afirma.

Ela explica que só não colocou o cãozinho dentro de casa porque já tem duas cachorrinhas. “Estamos cuidando dele até que alguém o adote de verdade. Por enquanto, fazemos questão de tratar o animalzinho. Não sabia que isso desagradaria tantos”, comenta.

O cachorro sofria de cinomose e foi tratado, porém, ficou com sequelas neurológicas da doença, que deixam as patas da frente do animal trêmulas. Luciane acredita que este fato possa ter motivado alguém a levar o cão. “Não sabemos o que se passa pela cabeça das pessoas, mas às vezes podem ter pensado que ele ainda está doente. Não sei e também não quero acusar ninguém sem saber”, diz. Ela pede que, se alguém identificar o cachorro pelas ruas da cidade, entre em contato pelo telefone (48) 9938-0139.

Fonte:  http://www.atribunanet.com



Holanda aprova lei que proíbe sacrifício de animais em rituais



Nova regra é alvo de protestos de cristãos e organizações religiosas.

Na Europa, seis países já têm leis que restringem esta prática.





O Parlamento holandês aprovou nesta terça-feira (27), apesar da oposição dos partidos cristãos e das organizações muçulmanas e judaicas, uma lei que proíbe o sacrifício de animais em rituais.

A proposta foi aprovada com 116 votos a favor e 30 contra, em uma votação individual e aberta. Normalmente, as decisões são tomadas por grupos parlamentares em bloco.

O projeto da lei, apresentado pelo Partido para os Animais (que possui duas cadeiras no Parlamento), estava há meses sendo debatido e havia grupos que defendiam que a proposta era contrária ao direito constitucional que protege a liberdade religiosa.

Finalmente, foi feito um acordo graças a uma emenda que permite às organizações muçulmanas e judaicas realizar sacrifícios caso demonstrem cientificamente que seu método causa menos dor ao animal do que as formas "regulares" de sacrifício.

Os partidos cristãos haviam pressionado para que se esperasse pela resposta dos juízes a um procedimento que associações judaicas e muçulmanas levaram aos tribunais.

Nesse processo, as organizações religiosas pediam aos juízes que se pronunciassem sobre a independência de um estudo da Universidade de Wageningen (leste da Holanda) que sustentava que o sacrifício em rituais causava mais dor do que o método habitual, que deixa o animal inconsciente antes de matá-lo.

A pesquisa acadêmica foi de grande importância para que a proposta de lei contasse com a maioria do Parlamento. De acordo com especialistas, cerca de 2 milhões de animais são sacrificados anualmente em rituais na Holanda.

Ao aprovar a lei, a Holanda se soma a Suécia, Noruega, Áustria, Estônia e Suíça, que também contam com leis que proíbem este tipo de práticas.

Doença e morte de animais podem causar depressão


Os animais de estimação são parte da família moderna. Recebem atenção e mimos, entram em casa, dormem muitas vezes na cama dos donos e recebem tratamento igual ao dado às pessoas. Assim, não é de se estranhar que a morte de um pet seja sentida com a mesma tristeza que a partida de um amigo próximo.



Um estudo da Universidade de Michigan-Flint analisou como 174 adultos que perderam um cão ou gato reagiram à morte do pet. Os resultados mostram que 85,7% dos donos apresentaram ao menos um sintoma de luto nos momentos iniciais. Após seis meses, a dor ainda era sentida por 35,1% dos adultos, e mesmo depois de um ano 22,4% das pessoas ainda sentiam os efeitos da partida. Os autores da pesquisa alertam que a perda de animais de estimação deveria receber atenção clínica, especialmente se a pessoa era muito apegada ao bichinho.

“A depressão após a perda de um animal de estimação pode acontecer, sobretudo com crianças e idosos”, afirma Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira. No caso das crianças, a falta de compreensão sobre a morte costuma gerar confusão e nervosismo. Já para os idosos, que têm muitas vezes os pets como verdadeiras companhias, a perda do animal pode resultar em um quadro severo de tristeza e ansiedade.

“Por isso oferecemos no hospital o serviço gratuito de acompanhamento psicológico para os donos de animais em estado crítico”, diz Mário. A psicóloga é acionada sempre que os veterinários que atendem o caso desconfiam que a pessoa precisa de suporte. Por meio de conversas, a psicóloga explica que muitas pessoas passam por isso, e ajuda o dono a lidar com o luto. Também é discutida a possibilidade de adquirir um novo animal, ou esperar um tempo para preservar a memória do companheiro falecido.

Nos casos de animais que passam por tratamentos severos como a quimioterapia, cabe ao profissional garantir que o dono terá condições emocionais de lidar com a própria dor, para cuidar do pet da forma adequada. “O animal precisa de um dono saudável para cuidar dele, dar a medicação e reportar os sintomas observados aos veterinários”, afirma o diretor. Afinal, na saúde e na doença, o proprietário é responsável por seu melhor amigo.