terça-feira, 11 de janeiro de 2011

ACUPUNTURA VETERINÁRIA


foto: Meire Martinez


A acupuntura é o recurso terapêutico da Medicina Tradicional Chinesa mais conhecido no ocidente.

O tratamento baseia-se na teoria dinâmica do fluxo de energia, a qual postula que o Qi ou energia vital flui de forma contínua pelo corpo por caminhos e rotas específicas, conhecidas comoMeridianos.

Tal fluxo é restabelecido pela estimulação de pontos espalhados por estes meridianos com o uso de Agulhas, Moxa, Estímulos Elétricos, Laser, entre outros.

No contexto ocidental, a acupuntura mostrou ser benéfica para o tratamento de diversas patologias, dentre as quais podemos citar na veterinária:

• Osteoartrites;
• Displasia coxo-femural;
• Doenças da coluna;
• Seqüelas de cinomose;
• Paresia ou paralisia secundária a injúrias medulares;
• Recuperação pós-cirúrgicas; entre outras.

Vale a pena enfatizar que esta terapia funciona como qualquer outra, não podendo reverter danos teciduais já estabelecidos.

“A acupuntura deve ser vista como uma medicina Complementar, e não Alternativa”.

Bases Científicas

• Pontos de Acupuntura:

- Epitélio mais delgado (modificação das fibras de colágeno da derme);

- Áreas que contém altas quantidades de terminações nervosas, capilares, vênulas e vasos linfáticos;

- Baixa resistência à condução elétrica.

Mecanismo de Ação

• Transmissão do estímulo da agulha por um mecanismo semelhante ao da dor;


• Fibras que carreiam informações não dolorosas ? sinapse na medula com interneurônios ? “fecham” os portões para a dor ascendente.

“O uso da Acupuntura nas clínicas e hospitais não deve ser visto como um custo adicional e sim, como uma maneira de se tentar diminuir o custo com medicamentos e internação”.

“Esta terapia é complementar à Medicina Ocidental, e auxilia, portanto no processo de cura além de melhorar a qualidade de vida do animal”.

Dra. Patricia Rabello
Especialista em Acupuntura Veterinária

Fonte: www.greepet.vet.br

OBESIDADE EM ANIMAIS DOMÉSTICOS E OS FLORAIS DE BACH


foto: Guto Martins

“ A resignação, que nos converte em meros passageiros desatentos na jornada da vida, abre-nos as portas a influências adversas incalculáveis e que nunca teriam oportunidade de entrar se vivêssemos o cotidiano com espírito de alegria e de aventura. Qualquer que seja a nossa condição, a de trabalhador numa cidade populosa ou a de pastor solitário nas colinas, esforcemo-nos em converter a monotonia em interesse, o dever aborrecido em uma alegre oportunidade para uma nova experiência e a vida cotidiana num intenso estudo da humanidade e das leis fundamentais do Universo .” - Edward Bach.

A obesidade não é apenas um problema humano.

Os animais domésticos estão ficando cada vez mais gordos. Cerca de 40 % dos cães levados às clínicas veterinárias, sofrem de obesidade.
Obesidade, por definição , é um acúmulo excessivo de gordura no corpo.
Os animais podem sofrer de obesidade fisiológica – devido a alimentos impróprios para seu consumo e falta de atividades físicas – ou patológica – que são as disfunções hormonais.
A primeira causa da obesidade é a superalimentação - alimentação rica em gorduras e carboidratos – doces, restos de comida, etc. ( causa fisiológica ).
25% dos cães sofrem de disfunções hormonais e 15% têm a obesidade do estresse ( solidão ou carência de atenção).
A obesidade apresenta maior incidência em animais adultos e idosos, sendo mais comum em fêmeas (do que em machos) e em animais castrados.
A obesidade pode levar a outras patologias : diabetes, problemas cardíacos e pulmonares, problemas de coluna, problemas ósseos, etc.
O excesso de peso é uma condição debilitante da saúde e, que deve ser corrigido pela prescrição de ração light pelo médico veterinário e exercício físico, também orientado pelo veterinário (o sedentarismo estimula o ganho de peso ).


Florais de Bach

O Dr. Bach, médico inglês, desenvolveu uma medicina natural para tratar a saúde mental, emocional e espiritual, descobrindo 38 essências florais que são essências preparadas a partir de flores, arbustos e plantas que crescem espontaneamente, cada uma para um estado emocional específico.

Os florais de Bach atuam através do tratamento do indivíduo (humano ou animal) e não da doença ou dos seus sintomas. Os florais tratam os estados de alma negativos, os quais não são “combatidos” pois, isso lhes conservaria a energia. Os estados negativos de alma são inundados por ondas de energias harmoniosas. Segundo o Dr. Bach essas energias negativas, com a vibração das essências, “ se derretem qual neve à luz do sol .”
Os florais de Bach começam a atuar no corpo sutil, vão atravessando as várias camadas até chegar ao corpo físico, mais denso, melhorando a qualidade de vida da pessoa ou animal.

Os florais não são alopatia, nem homeopatia nem fitoterapia. São uma terapia energética, vibracional, podendo ser usada com quaisquer outras terapias, com quaisquer outras medicações.

As descobertas do Dr. Bach representam uma abordagem revolucionária no campo da recuperação da saúde física, mental, emocional e espiritual. Não importa qual seja a doença manifestada no corpo físico ou mental ou emocional ou espiritual – a causa primeira dessa condição pode ser erradicada .

Os remédios do Dr. Bach podem ser aplicados, eficazmente , na maioria das circunstâncias.


Florais indicados para animais que têm tendência a desenvolver obesidade.

Essa lista não é um guia – é , meramente, uma sugestão. Consulte o terapeuta floral:
- agrimony
Para tratar tormento interior. O animal, não demonstra pela aparência ou pelo comportamento, o sofrimento ou a aflição mental ou física. Agrimony ajuda a tratar os vícios – nos animais, comer demais.
- gorse
Trata a desesperança. Desânimo. Para tratar animais obesos.
- rescue
Trata o estresse, o sofrimento e a tensão, relaxando, restituindo a calma e fazendo o animal sentir-se seguro.


Dra. Martha Follain
Colunista do site GREEPET. Formada em Direito. Especialista em Florais de Bach para animais e humanos pelo Instituto Bach. Possui ainda formação em Aromaterapia, Florais de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Terapia de Integração Craniossacral, Psicoterapia Hoística, Neurolingüística, Master Practitioner, Hipnose, Regressão e Reiki. CRT: 21524

Fonte: www.greepet.vet.br

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

SARNA DE OUVIDO E OS FLORAIS DE BACH



foto: Daniel Fernandes

“Podemos erradicar a instabilidade desenvolvendo a autodeterminação, fortalecendo a mente e agindo com firmeza, em vez de estacionarmos na hesitação e na dúvida. Mesmo que possamos cometer erros no começo, sempre é melhor agir do que perder uma oportunidade devido à indecisão.“ - Edward Bach.

Sarna de ouvido ou sarna otodécica é uma parasitose causada por ácaros, os “otodectes cynotis”, que vivem na superfície da pele e acomete cães e gatos.

Estes parasitas causam muita coceira, na região das orelhas, e o surgimento, dentro do ouvido de grande quantidade de cera marrom escura. A cera em excesso é causada pela presença desses ácaros que, são minúsculos parasitas, semelhantes a carrapatos (sarna). Estes parasitas habitam o conduto auditivo externo, bem como a pele em volta deste, podendo até atingir toda a cabeça do animal.

A sarna otodécica é exclusiva e contagiosa entre os animais.

A sarna de ouvido, se não for tratada (pelo veterinário), evolui para uma otite, que é uma infecção dolorosa no ouvido, de origem bacteriana. A sarna otodécica é a causa primária de otite em mais de 50% dos gatos e em torno de 10% nos cães.

Tratamento:
O interior do ouvido deverá ser limpo pelo veterinário que, prescreverá a aplicação de anti-parasitário no ouvido e na região das orelhas.
A sarna de ouvido é diagnosticada e tratada pelo médico veterinário.

Florais de Bach:
Edward Bach, renomado médico patologista e bacteriologista, atuante por mais de 20 anos em Londres, abandonou sua prática em 1930 para dedicar-se integralmente à pesquisa de seu método de cura pelas flores. Desde sua época de estudante, interessava-se mais pelos pacientes do que por suas doenças, pois sentia que ocupar-se dos sintomas físicos não era o bastante. Considerava os métodos de tratamento da época agressivos e com poucos resultados efetivos.

Todos os remédios usados em seu método são preparados a partir de flores, arbustos ou árvores silvestres. Não são prescritos diretamente segundo o mal estar físico mas sim, de acordo com o estado mental do paciente. Os remédios de Bach tratam as pessoas e os animais doentes e não as doenças.
As essências agem equilibrando os pensamentos e as emoções de humanos e animais e, em conseqüência seus efeitos tornam-se visíveis no comportamento. As essências agem nas potencialidades latentes, elas acionam o poder de auto-cura que há em cada ser.

A Organização Mundial de Saúde reconhece o efeito da terapia floral de Bach desde 1976 como medicina vibracional.
Os florais não são legalmente considerados remédios.
Os benefícios das essências florais de Bach acontecem independentemente da credibilidade ou sugestionabilidade de quem os usa – prova disso é seu uso em veterinária, bebês, pessoas em estado de coma, etc..

A terapia floral, é medicina vibracional, energética, mas ainda não foi confirmado que os florais sejam sensíveis ou que percam seu efeito se expostos a ondas eletromagnéticas ( computador, micro-ondas ). No entanto, como não há nenhuma conclusão a respeito, é melhor evitar a exposição dos florais aos campos eletromagnéticos.
Não há restrições quanto ao tempo de uso dos florais de Bach.

Florais de Bach indicados para ajudar a tratar a sarna de ouvido, junto com o tratamento do veterinário. Esta relação não é um guia – é, meramente, uma sugestão.

Consulte o terapeuta floral:

- crab apple
Para tratar animais com parasitas, pulgas, carrapatos, vermes. Ajuda a cicatrizar abcessos e feridas.

- rescue
Para coceira muito intensa. Trata o estresse e a tensão.

- sweet chestnut
Para tratar o animal que se coça a ponto de provocar feridas, devido a problemas de ouvido e/ou pele.

- impatiens
Para tratar irritações de pele, coceira e eczema...

- white chestnut
Para tratar o estresse que advém da coceira constante.


Dra. Martha Follain
Colunista do site GREEPET. Formada em Direito. Especialista em Florais de Bach para animais e humanos pelo Instituto Bach. Possui ainda formação em Aromaterapia, Florais de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Terapia de Integração Craniossacral, Psicoterapia Hoística, Neurolingüística, Master Practitioner, Hipnose, Regressão e Reiki. CRT: 21524


Fonte: www.greepet.vet.br

FRATURAS DENTAIS



foto: classroomclipart


As fraturas dentais podem ocorrer em muitas situações, principalmente nos cães que tem o hábito de roer objetos maciços como pedras, metais, madeiras e outros materiais.

A fratura traz sérios problemas ao dente, quando a polpa é exposta. Neste caso, a intervenção do médico veterinário deve ser rápida para impedir uma pulpite (inflamação da polpa) ou mesmo a necrose (morte tecidual).

Se o seu cão ou gato sofreu algum trauma que causou uma fratura total, em lasca ou fissura no dente existem basicamente dois tipos de tratamento.

foto: DentalVet






Tratamento endodôntico

Também conhecido como tratamento de canal.

Dependendo do diagnóstico da lesão no dente existem diferentes técnicas para este tratamento mas basicamente elas se resumem em radiografar o dente afetado para procurar lesões mais profundas, limpar o canal ou canais do dente afetado, obturação do canal e restauração da coroa do dente.

Caso a coroa do dente tenha sido muito danificada existe a opção de colocação de uma prótese.


Tratamento de exodontia

Também conhecido como extração dentária.

A extração dentária é realizada quando o tratamento de canal é inviável. Nestes casos, a retirada do dente é um processo cirúrgico e exige técnicas adequadas.

Os dentes com mais de uma raiz e os caninos, exigem maiores cuidados pela dificuldade na extração. Portanto, jamais devemos permitir uma extração onde o paciente não tenha sido anestesiado de forma adequada.

Outro fator relevante sobre as extrações dentárias é que elas devem ser completas, ou seja, a raiz ou parte dela não pode permanecer na gengiva. Caso isto ocorra, complicações podem acontecer com a evolução de um processo inflamatório no local. 



Dr. Ricardo Batista, médico veterinário.
Pós graduado em Odontologia Veterinária
Membro diretor da Associação Brasileira de Odontologia Veterinária - ABOV
DentalVet - Odontologia Veterinária

www.dentalvet.com.br

FONTE: www.greepet.vet.br

domingo, 9 de janeiro de 2011

ANIMAIS NUNCA DEVEM FICAR SOLTOS NO AUTOMÓVEL



foto: Psicoportale

Cães adoram uma janelinha, porém as de automóvel em movimento são um sério risco, tanto para os cães quanto para seus donos.

O vento resseca depressa os olhos e mucosas, que passam a não funcionar direito, podendo levá-lo a desenvolver ceratite, conjuntivite ou alguma séria irritação ocular.

O reflexo dos olhos dos cães não é suficiente para impedir que partículas de poeira e sujeira das ruas e estradas entrem em contato com suas mucosas e áreas sensíveis dos olhos, focinho, nariz e boca.

Nossos companheiros nunca devem andar soltos dentro de um automóvel. Por mais bem treinados que sejam, podem ter reações inesperadas, saltando pela janela ou para cima do dono distraindo a atenção; poderão se machucar gravemente ou até mesmo provocar um acidente.

Existem cintos de segurança especiais, de acordo com tamanho e tipo do animal que evitam saltos que poderão distrair os motoristas.

Uma outra maneira segura é a transportadora, especial para quem tem caminhonete ou qualquer outro veículo com bastante espaço, isolará totalmente o cachorro ou gato se estiver bem presa a estrutura do veículo. O tamanho da transportadora tem que ser compatível com o animal.

Lembre-se que o animal deve sempre permanecer no banco traseiro.


Fonte: www.greepet.vet.br

sábado, 8 de janeiro de 2011

Cuidado com as dicas !!

Cuidado com as dicas !!
por Dennis Martin





foto: classroomclipart


Hoje em dia tem-se acesso a uma variedade de informações vindas de uma variedade de locais. Adestramento não é exceção, diariamente se sabe de dicas na media (TV, radio, jornais, e revistas), sites da internet "especializados", e até de desconhecidos na praça.

Sabemos que na internet devemos ter muito cuidado com o que baixamos no nosso computador, pois o risco de pegar um vírus é muito grande.

Por este motivo somos avisados para somente baixar anexos em e-mails, por exemplo, vindos de fontes conhecidos, e confiáveis
Eu acredito que devemos aplicar este mesmo critério, "baixando" apenas dicas de fontes confiáveis e de pessoas que conhecem nosso cão, visando o bem dele.

A tentação é muito grande, de aplicar metodologias de correção comportamental em cães, vistas por exemplo na TV. Cesar Millan (O Encantador de Cães), Victoria Stillwell, e nosso Alexandre Rossi (Dr. Pet) daqui do Brasil, semanalmente mostram formas de tratar problemas comportamentais dos mais variados na telinha. 

Eu não discuto aqui o que fazem, pois sei (e eles também sabem) que cada cão é um ser individual, e antes de colocarem em prática qualquer método, já levaram em consideração o animal, o indivíduo, que esta adiante deles.

As reuniões em praças e parques entre proprietários de cães não raramente são uma fonte para se ouvir "dicas" para resolver isto ou aquilo.

Meu ponto aqui, tanto com estas dicas, como com aquelas que vemos na TV, é que o seu cão pode ser da mesma raça, idade, até da mesma cor do cão que esta sendo usado como exemplo para a solução de um problema, mas é preciso entender que ele não é o mesmo individuo.

O seu cão pode até ser da mesma ninhada, ele continua sendo um cão diferente!


O que pode ser bom para um cão, pode ser péssimo para outro. Lembre-se apenas do seguinte, você pode achar que resolveu um problema, mas será que você não criou outro? As chances de que sim, são muito grandes!

Cuidado com métodos que se baseiam em aversão, biribas, barulhos criados por panelas, garrafinhas com pedrinhas, e até extintores de incêndio. Os danos colaterais podem ser grandes, e muito mais difíceis de corrigir.

A verdade é que muitos cães hoje em dia acabam na rua abandonados, por que alguém utilizou métodos errados com ele. 

Então a dica deste mês visa salvar cães de abusos de metodologias aplicadas de forma errada e irresponsável.

Cuidado com as dicas!!



Dennis Martin - AMBIPDT
Colunista do site GREEPET.
Royal Pet Mania - Escola de Adestramento. Analista Comportamental de Cães, com formação em Educação Canina na Inglaterra. Membro do British Institute of Professional Dog Trainers da Inglaterra. www.dennismartin.com.br



Fonte: www.greepet.vet.br

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Complexo Respiratório Viral Felino

Complexo Respiratório Viral Felino
Por Dra. Martha Follain


foto: freedigitalphotos



O Complexo Respiratório Viral Felino é uma doença que afeta somente os gatos domésticos e felinos selvagens e foi por muito tempo chamada de Rinotraqueíte Viral Felina - no entanto, este nome designa a doença causada somente pelo vírus denominado Herpesvírus Felino Tipo 1.

O termo “Complexo” é mais adequado, já que o Calicivírus Felino, responsável pela Calicivirose, também está incluído como causador desta doença respiratória. O nome “Complexo” é mais correto por serem doenças provocadas por mais de um agente causador, e também, porque os sinais clínicos causados por cada um destes agentes se confundem.

O Herpesvírus é um microorganismo que causa a rinotraqueíte, também conhecida como “a gripe do gato“, já que os sintomas são bem parecidos com os de uma gripe comum. Na Calicivirose os sintomas são parecidos com os da Rinotraqueíte, sendo que as lesões na boca são bem mais graves e podem alcançar também as narinas. Este vírus pode atacar o pulmão, causando edema pulmonar e pneumonia.

Além disso, frequentemente ocorrem infecções bacterianas oportunistas, como por exemplo “clamidiose” responsável por sinais oculares etc. (conjuntivite com pus, aguda ou crônica espirros e tosse, pneumonia, etc.) e que se somam aos demais sintomas, agravando o quadro.

Tanto o Herpesvírus, como o Calicivírus são capazes de causar sintomas como febre, espirros, tosse, secreção nasal (coriza) e ocular, salivação, perda de apetite, conjuntivite, estomatite, lesões na boca, gengivite e pneumonia. Alguns sinais clínicos, como os problemas oculares, podem ocorrer sem que haja qualquer sinal respiratório. E nem todos os sintomas podem estar presentes num mesmo gato doente.

Essas doenças são extremamente contagiosas entre os gatos, sendo mais perigosas para filhotes e para os imunodeprimidos (com a imunidade baixa – filhotes, idosos, gatos doentes com leucemia, etc.), podendo causar a morte destes animais.

Elas são transmitidas através dos espirros dos gatos contaminados, do contato com objetos do bichano doente (pote de água e comida, caminha, lençol, etc.), do contato das mãos contaminadas com o gato doente e que depois entram em contato com o gato saudável, e da mãe com o filhote (placenta, lambedura dos filhotes).

Cerca de 80% dos gatos com Herpesvírus se torna portador assintomático do vírus para sempre, expelindo-o e podendo apresentar sinais clínicos da doença quando o animal é submetido a estresse (viagem do proprietário, mudança, hospedagem, animal de estimação novo na casa, etc.). Já o portador crônico do Calicivírus dissemina o vírus de forma contínua e não precisa de um fator como o estresse para essa disseminação. Nem o Calicivírus nem o Herpesvírus são infectantes para o homem ou o cão, mas a Clamidiose (infecção secundária) é uma zoonose (pode contaminar o ser humano).

Se o seu gato começar a espirrar, tossir, apresentar coriza ou conjuntivite é fundamental que você o leve imediatamente ao veterinário. Somente o médico veterinário poderá diagnosticar o animal, e somente ele poderá diferenciar um quadro alérgico do Complexo Respiratório. Além do que, somente o veterinário poderá dar informações mais detalhadas a respeito da prevenção e evitação da disseminação da doença.

A única medida preventiva contra o Complexo Respiratório, é a vacinação anual, que deve ser orientada e aplicada pelo médico veterinário. Mesmo que o gato não saia, a vacinação é necessária. Consulte o veterinário sobre o esquema de vacinação. É uma doença grave e, pode levar o animal à morte - a mortalidade pode ser alta em gatos jovens ou debilitados.

O tratamento é o mesmo para as duas doenças. O tratamento do Complexo Respiratório é realizado pelo veterinário – porém, como é um vírus, o tratamento combate os sintomas.

Não há tratamentos paliativos – Os Florais de Bach, a Homeopatia, Fitoterapia, etc., podem ajudar no tratamento tradicional, proporcionando mais conforto ao animal, em relação aos sintomas.

Alguns cuidados com o gato com Complexo Respiratório:

- deixe água fresca à disposição;
- mantenha o ambiente desinfetado e ventilado;
- ofereça dieta pastosa, de acordo com a orientação do veterinário;
- mantenha o gato em repouso;
- mantenha o gato aquecido.
- desinfete roupas, bebedouros, comedouros, sapatos, mãos;
- não exponha o bichano à fumaça de cigarro.

Portanto, é uma doença grave, que tem apenas prevenção – é a vacinação.

Esses dados são apenas de caráter informativo. Procure o médico veterinário.



 


Dra. Martha Follain
Colunista do site GREEPET. Formada em Direito. Especialista em Florais de Bach para animais e humanos pelo Instituto Bach. Possui ainda formação em Aromaterapia, Florais de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Terapia de Integração Craniossacral, Psicoterapia Hoística, Neurolingüística, Master Practitioner, Hipnose, Regressão e Reiki. CRT: 21524



Fonte: www.greepet.vet.b


Cães também entram em pacotes de viagens




Cães também entram em pacotes de viagens

Cruzeiro on-line
Cleópatra Breezy gosta de aventuras. Com três anos de idade, já fez trilhas, nadou em grandes lagos e encarou raftings em correntezas bravas. Alguns desses desafios nem marmanjos se arriscariam a fazer, mas para ela é tudo diversão. E em família. Sua ‘mãe’ participa de tudo ao seu lado e preza por sua segurança. Cleo, como é chamada pelos amigos, é uma cadela golden retriever que desde pequena acompanha a dona, a empresária Larissa Rios, em seus passeios radicais.


Foi a disposição dessa aventureira que serviu de motivação para a empresária criar o portal Turismo 4 Patas (www turismo4patas.com.br). “Na época em que ela surgiu em minha vida, eu estava buscando ideias para um negócio próprio. Sempre gostei de viajar, mas não queria deixá-la toda vez que tivesse que pegar a estrada”, conta Larissa. A dificuldade em achar roteiros de viagem com animais ou mesmo hospedagens que aceitassem bichos mostrou que essa seria uma boa oportunidade. “Descobri que o mercado brasileiro era carente de informações sobre o tema e que a maioria dos donos de pets tinha as mesmas dificuldades.”




Hoje, já existem agências que fazem pacotes exclusivos para quem procura um programa a dois, como a EcoAção, em Brotas (a 200 km da capital). Lá, passeios como o de rafting custa cerca de R$ 100. Hotéis fazenda e resorts da região aceitam que o cão fique no chalé com seu dono, como o Recanto Alvorada (www recantoalvorada.com.br). Mas antes de sair em busca de aventuras, é preciso tomar alguns cuidados na hora de escolher o roteiro - verificar se a agência tem experiência e recursos para o caso de resgate nos roteiros, por exemplo, e toma precauções simples com o pet, como evitar alimentação horas antes do início da atividade.

Para compartilhar  a  experiência  das  viagens, Larissa criou o blog da Cléo (www.turismo4patasblogdacleo.blogspot.com), onde dá sugestões de lugares em que animais de estimação são bem vindos - ‘hotéis pet friendly’ - nos esportes radicais.

Vale lembrar, porém, que nenhuma atividade deve ser forçada ao animal. O cão precisa estar disposto a arriscar-se e seu comportamento é o melhor indicativo disso. “Sempre observo as reações da Cleo para ter certeza de que ela está à vontade e curtindo o programa”, orienta Larissa. (AE)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Mal causado pelo cigarro a animais domésticos sensibiliza fumantes

Mal causado pelo cigarro a animais domésticos sensibiliza fumantes

Cruzeiro on-line



  • m.AleixoFumo passivo faz tanto mal à saúde dos animais domésticos quanto aos seres humano

Pesquisadores americanos entrevistaram 3.293 donos de cães, gatos ou pássaros em uma área da cidade de Michigan, através de um 
questionário na internet sobre o comportamento dos fumantes.

Pessoas que se recusam a parar de fumar, mesmo conscientes dos malefícios do cigarro, podem largar o vício ao descobrir que a fumaça também faz mal a seu animal de estimação, afirma um estudo americano, publicado nesta terça-feira.

Entre os entrevistados, 21% declararam ser fumantes regurales, consumindo uma média de 13 cigarros e meio por dia - cerca de metade deles dentro de casa. Outros 27% informaram conviver em casa com pelo menos um fumante.

Aproximadamente um em cada três fumantes - 28,4% - afirmou que, se soubesse que o fumo passivo faz mal a seus animais de estimação, largaria o vício.

Entre os não-fumantes que vivem com fumantes, por outro lado, apenas 16,4% disseram que pediriam ao parceiro para parar de fumar se descobrissem que o animal de estimação da casa está sendo prejudicado.

O estudo menciona fortes indícios de que o fumo passivo faz tanto mal à saúde dos animais domésticos quanto aos seres humanos, e que poucas pessoas sabem disso.

"Campanhas educativas informando donos de animais sobre os riscos da exposição (ao fumo passivo) para eles poderia motivas alguns a parar de fumar", estimam os autores da pesquisa.

O estudo, que será publicado no jornal britânico Tobacco Control, foi realizado por Sharon Milberger, do Henry Ford Health System de Detroit, Michigan. (AFP)




Fonte: http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=38&id=159719

COMO DAR UM COMPRIMIDO A UM GATO…



COMO DAR UM COMPRIMIDO A UM GATO…


1.Pegue no gatinho e aninhe-o no seu braço esquerdo como se segurasse um bebê. Coloque o indicador e o polegar da mão direita nos dois lados da boquinha do bichano e aplique uma suave pressão nas bochechas enquanto segura o comprimido na palma da mão. Quando o amorzinho abrir a boca atire o comprimido lá para dentro. Deixe-o fechar a boquinha e engolir. 


2.Recupere o comprimido do chão e o gato de detrás do sofá. Aninhe o gato no braço esquerdo e repita o processo. 


3.Vá buscar o gato no quarto e jogue fora o comprimido meio desfeito. 


4.Retire um novo comprimido da embalagem, aninhe o gato no seu braço enquanto segura firmemente as patas traseiras com a mão esquerda. Obrigue o gato a abrir as mandíbulas e empurre o comprimido com o indicador direito até o fundo da boca. Mantenha a boca do gato fechada enquanto conta até dez. 


5.Recupere o comprimido de dentro do aquário e o gato de cima do armário. Chame a sua esposa do jardim. 


6.Ajoelhe-se no chão com o gato firmemente preso entre os joelhos, segure as patas da frente e de trás. Ignore os rosnados baixos emitidos pelo gato. Peça à sua esposa que segure firmemente a cabeça do gato com uma mão, enquanto força a ponta de uma régua para dentro da boca do gato com a outra mão. Deixe cair o comprimido ao longo da régua e esfregue vigorosamente o pescoço do gato. 


7.Vá buscar o gato no suporte da cortina e retire outro comprimido da embalagem. Tome nota para comprar outra régua e reparar as cortinas.
Cuidadosamente varra os cacos das estatuetas e dos vasos do meio da sala e guarde-os para colar mais tarde. 


8.Enrole o gato numa toalha grande e peça à sua esposa para se deitar por cima de forma que apenas a cabeça do gato apareça por debaixo do sovaco. Coloque o comprimido na ponta de um canudinho, obrigue o gato a abrir a boca e mantenha-a aberta com um lápis. Assopre o comprimido do canudinho  para dentro da boca do gato. 


9.Leia a literatura inclusa na embalagem para verificar se o comprimido faz mal a humanos, beba um copo de leite para retirar o gosto da boca. Retire um novo comprimido da embalagem. Faça um curativo no antebraço da sua esposa e remova as manchas de sangue da carpete com o auxílio de água fria e de sabão. 


10.Retire o gato do barracão do vizinho. Vá buscar outro comprimido. tome água com açúcar. Coloque o gato dentro do armário e feche a porta até o pescoço por forma a que apenas a cabeça fique de fora. Force a abertura da boca do gato com uma colher de sobremesa. Utilize um elástico como estilingue para atirar o comprimido pela garganta do gato abaixo.


11.Vá buscar uma chave de fendas na garagem e coloque a porta do armário de novo nos eixos. Beba mais água com açúcar. Vá buscar um calmante.  Aplique uma compressa fria na bochecha e verifique a data de quando tomou a última vacina contra tétano. Aplique compressas de álcool na bochecha para desinfetar. Beba outro calmante. Jogue a camiseta fora e vá buscar uma nova no quarto.

12.Telefone aos bombeiros para virem retirar a droga do gato de cima da árvore do outro lado da rua. Peça desculpas ao vizinho que se estabacou contra a vedação enquanto tentava se desviar do gato em fuga. Retire o último comprimido de dentro da embalagem.

13.Amarre as patas de frente às patas de trás da porcaria do gato com a mangueira do jardim e, de seguida, prenda-o firmemente à perna da mesa da sala de jantar. Vá buscar as luvas de couro para a jardinagem na garagem. Empurre o comprimido para dentro da boca da besta seguido de um grande pedaço de carne. Seja suficientemente bruto, segure a cabeça do corno na vertical e despeje-lhe um litro de água pela goela abaixo para que o comprimido desça.

14.Beba o restante do calmante. Peça à sua esposa que o conduza ao hospital e sente-se bem quieto enquanto o médico costura seus dedos e o antebraço, e remove os restos do comprimido de dentro do seu olho direito. A caminho de casa contate a loja de móveis para encomendar uma nova mesa de jantar.


15.Faça de tudo para que a Sociedade Protetora dos Animais venha buscar o gato mutante fugido do inferno. Telefone para a loja de animais e pergunte se eles têm tartaruguinhas.